Ashley Tisdale: Nasce Uma Rockstar – e Uma Mulher!

Ashley Tisdale está na busca de sua  independência artística, conheça os prazeres e as culpas que levaram ao novo patamar em sua carreira em ascensão no mundo pop

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Ao julgar pelas fotos promocionais de seu novo álbum – o segundo solo de sua carreira –, Guilty Pleasure, Tisdale, 24, cresceu e quer deixar para trás seu passado de garota perfeita (e princesa da Disney) – imagem construída pelos papeis, a doce e trabalhadora  Maddie Fitzpatrick em Zack & Cody: Gêmeos em Ação, exibida entre 2005 e 2008, e a esbone-diva-popular-rica Sharpay Evans em High School Musical (2006), um filme musical bobinho  feito sem nenhuma pretensão para TV que virou uma febre mundial e teve sua última parte, High School Musical 3: Ano de Formatura (2008), exibida nos cinemas que arrecadou US$252,909,177 milhões. “Eu quero mostrar que cresci bastante desde quando entrei para elenco de Zack & Cody e participei High School Musical.”, fala. Em Guilty Pleasure é um novo marco em sua carreira musical, pois ela criou um álbum pessoal e completamente diferente do seu anterior, Headstrong (2007), que incluía canções de R&B ao Teen pop, mas o que predominava no disco era o dance. “É sem sobra de duvidas mais pessoal e mais orgânico”, revela.

Ex-princesa da Disney.
Ashley quer esquecer passado de gloria dentro da empresa, mas não tem vergonha dele.

Tisdale ficou um ano gravando e escrevendo o álbum durante as filmagens da última parte da trilogia de High School Musical. “Um momento maravilhoso e alegre, mas teve vezes que foi cansativo. Eu coloquei meu coração e minha alma no processo de gravação dele!”, fala, mostrando alegre. Os executivos da sua gravadora e a própria estão preocupados, pois desta vez ela não está rodando o mundo cantando as músicas do filme (e claro, divulgando suas músicas de sua carreira solo) em uma grande turnê mundial esgotada, e a trilogia de filmes e sua série, ambas já chegaram ao fim. “Os melhores anos de minha carreira!”, afirma.

 No seu álbum de estreia, Headstrong, foi um sucesso comercial, apesar de ter tido uma fraca divulgação  –  tendo dois singles com lançamento á nível mundial (e no total teve mais dois lançados apenas alguns países), poucas apresentações ao vivo televisionadas, uma curta turnê de shopping –, mas com toda febre em volta do primeiro filme e a rentável trilha sonora – entrando para historia como a 1ª mulher a ter duas músicas  –  “What I’ve Been Looking For” e “Bop to the Top” –  estreando simultaneamente na Billboard Hot 100  –, ajudou na divulgação do mesmo e vendeu mais de 2 milhões de copias mundialmente e emplacou dois sucessos nas paradas americanas (e no mundo) – “Be Good to Me” e “He Said She Said”. Ela conseguiu unir o útil e o agradável, e de quebra ser tornou a artista saída do elenco do filme mais bem-sucedida nas paradas pop tanto de discos e singles. Mas agora á preocupação esta no ar será que ela conseguira ter uma carreira de cantora sem a ajuda dos filmes (e claro, as trilhas sonoras). Pois ela viu com seus próprios olhos seus colegas de elenco fracassar nas paradas com cada um com seu segundo álbum, Vanessa Hudgens com mediano Identified (2008) e Corbin Bleu com péssimo Speed of Light (2009) – que nem consegui entrar na Billboard 200. “Eu espero que não! É claro que eu fiquei triste por eles, todos do elenco são minha 2ª família!”, afirma, em alto e bom tom. “Neste álbum eu pretendo embarcar em uma turnê solo passando por varias partes do mundo.”, fala, revelando os planos futuros. “Mas eu garanto caso não tenha uma turnê mundial, eu estarei em uma massiva turnê promocional do álbum. Eu já tenho o setlist ensaiado de cor e salteado, e uma agenda incluindo shows privados, programas de auditório e premiações para divulgar o álbum.”, fala, revelando suas intenções para fazer do álbum outro sucesso comercial em sua curta carreira musical. Ashley vai ao escritório de sua gravadora com a difícil missão de escolher o repertório final, a capa, e a data de lançamento. “Eu tenho a palavra final!”, afirma, rindo.

Sucesso internacional. Primeiro disco solo de Ashley foi uma febre internacional.
Sucesso internacional.
Primeiro disco solo de Ashley foi uma febre internacional por conta de High School Musical.

Em Guilty Pleasure, ela assumiu uma persona  mais sexy e virou uma cantora pop versátil, tentando deixar para trás o passado não tão distante de uma princesa da Disney. “Incomoda um pouco, mas eu não posso cuspir no pato que comi.”, desabafa. “Eu realmente sou grata pelas oportunidades que tive ate agora.” Voltando ao álbum está repleto de baladas românticas e pessoais (“Overrated”, “How Do You Love Someone”, “What If” e “Me Without You”), os hits em potencial das rádios pop (“Erase and Rewind” , “Hair” e “Tell Me Lies”), as pop rock (“Acting Out”, “Hot Mess”, “Masquerade”), e claro as que são um balde de canções pop chicletes (“Switch”, “Delete You”, “Crank It Up”, “It’s Alright, It’s OK”). “A divulgação deste álbum será pesada podendo ter uns quatro singles no total, dependo do desempenho do primeiro ao redor do mundo.”, fala, um executivo de sua gravadora. O primeiro single é a pop rock e balada de rompimento radiofônica, “It’s Alright, It’s OK”, que tem uma leve semelhança aos hits “Since U Been Gone” e “My Life Would Suck Without You” da Kelly Clarkson. “Está música é oposto de todo Headstrong e a mais legal que já gravei.” Até agora o single esta fazendo sucesso moderado nas paradas pop do planeta e considerado um fracasso em seu país em relação os singles extraídos do Headstrong. “Eu não importo se meu single é o número #1 ou número #200 nas paradas, eu quero que as pessoas apenas ouçam minha música.”, revela. Para ajudar a recuperar o estrago feito pelo primeiro single, a gravadora lançou duas músicas promocional no iTunes com intuito de divulgar o álbum e mostrar o publico que o álbum também apostava nas baladas – “What If” e “Overretad” – que ajudou e fez um pequeno sucesso. O segundo single está já em fase de escolha, a gravadora quer lançar a dançante, “Crank I Up”, e ela quer a balada pessoal, “What If”.  “Eu não tenho vergonha de nenhuma música que já gravei ate agora.” Durante todo processo de gravação do álbum, ela gravou suas próprias músicas e músicas de sua artista favorita do momento, a garota que beijou uma garota e gostou Katy Perry. “Ela é uma amor de pessoa e uma ótima letrista. Eu gravei duas músicas dela.” Neste álbum, ela resolveu focar em álbum mais confessional e pessoal do anterior que era mais disco pop fabricado e com repleto possíveis hits, neste ela está colocando suas tristezas, seus pecados e ambições para fora. “Eu cansei de guardar tudo para mim mesma.”, desabafa. “Eu cansei de encarar o papel de menina perfeita!”, fala, mostrando bastante expressiva. O disco é aberto pela explosiva, “Acting Out”, uma música relevando suas verdadeiras intenções, sendo auto-biográfica e raivosa.  “Foi a música mais difícil e que mais demorou para ser escrita e gravada.”, fala. Mas toda artista saída da Disney que preze um dia resolve chutar o balde e virar uma menina má, uma menina rebelde ou uma vadia e acima de tudo uma mulher sexy, para citar os exemplos mais notáveis dos últimos anos, Britney Spears, Christina Aguilera, Hilary Duff e Lindsay Lohan. “Eu admiro cada uma delas. Cada uma foi importante para seu tempo…”, fala. Será que a nova safra de garotas da Disney ira seguir esta linha – Miley Cyrus, Selena Gomez, Vanessa Hudgens e Demi Lovato – só o tempo dirá. “Todo mundo tem de crescer um dia! É apenas uma fase natural!”, fala.

Madura.
Ashley assumiu uma imagem mais madura para nova etapa de sua carreira.

Sua congregação como atriz veio quando ela ganhou o prêmio MTV Movie Awards de Atriz Revelação pelo papel da esbone e rica Sharpay Evans, batendo sua colega de elenco Vanessa Hudgens, que disputava na mesma categoria e levou a pior. “Eu nunca vou esquecer aquele dia. Foi uma sensação maravilhosa! ”Ashley acaba de receber a noticia que foi escolhida para viver Savannah Monroe na nova série da The CW, Hellcats, que será estrelada por outra ex-Disney, Aly Michalka – da dupla Aly & AJ. Na série baseada no livro Cheer: Inside the Secret World of College Cheerleaders da jornalista Kate Torgovnick e produzida pelo ator Tom Welling – o Clark Kent da série da mesma emissora Smallville, ela vivera uma líder de torcida religiosa e com bastantes dramas familiares – talvez ate agora em sua carreira seu papel mais adulto.  “A equipe e o elenco já esta formando, e daremos inicio da gravação do episodio piloto daqui um mês.”, informa Tom Welling.  Mas os produtores afirmam que a série não ira  atrapalhara em sua carreira musical que busca consolidação no mercado fonográfico. “Eu amo gravar e sair em turnê, é apenas por prazer.”, e completa, “É claro que quero ser torne um sucesso nas paradas, mas caso não tem problema nenhum.”, diz. Ashley é assim vai vivendo sua vida dia após dia. “A vida é bela, eu não me importo muito com a fama e o sucesso em si, eu quero é apenas ser feliz e trazer felicidade a vida de outras pessoas através da minha música ou pelos meus filmes e séries. Acima de tudo eu sou uma pessoa normal como você!” Então vejo Ashley indo embora em direção á sua casa ao fundo um lindo pôr-do-sol no fim da tarde em Los Angeles.

**reportagem inventada**