Pedro & Bianca: Nos Bastidores da Série Mais Relevante Brasileira dos Últimos Trmpos

Pedro & Bianca é a melhor série adolescente da atualidade no Brasil

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A Escola Estadual Piquerobi (Escola Estadual Alberto Torres), no bairro do Butantã, em São Paulo, esta cheia de alunos e câmeras para todos os lados possíveis. “Isso é tudo real!”, avisa Giovanni Gallo, 18. “A maioria da figuração é composta pelos próprios alunos e professores”, fala. “Queríamos pessoas reais!”, diz.

Polêmicos. A maioria dos persoangens tem algum plot polêmico.
Polêmicos.
A maioria dos personagens tem algum plot polêmico.

Pedro & Bianca conta a historia de dois gêmeos bivitelinos de 15 anos – Pedro (Giovanni Gallo), um garoto de bem com a vida, branco e loiro, e Bianca (Heslaine Vieira, 18), uma menina com lapsos da personalidade da Serena van der Woodsen (Blake Lively, Gossip Girl) e negra –, eles acabam de entrar para 1º ano do Ensino Médio e passam a enfrentar vários problemas comuns nesta fase da vida – sexo, homossexualidade, bebida, drogas, namoro, preconceito, trabalho, bullying, amizades, e tantos outros em evidencia nos dias de hoje. “A série não tem medo de colocar o dedo nestes tabus”, fala. Sendo assim a série virou mania entre os jovens e ser tornou relevante para TV como há 20 atrás anos com a clássica, Confissões de Adolescente, exibida entre 1994 e 1996, e a mais recente foi, Tudo o que é Sólido Pode Derreter, exibida em 2009. “TV Cultura tem essa tendência de criar séries [adolescentes] de qualidade”, afirma. A TV Cultura também disseminou outros clássicos infanto-juvenil como Mundo da Lua, Castelo Rá-Tim-Bum e Ilha Rá-Tim-Bum. “Isso tá no DNA da TV Cultura. Eu cresci assistindo essas séries e elas definiram toda uma geração [dos anos 1990 e inicio dos anos 2000]”, afirma Giovanni.

Comemoração. Elenco comemora vitora inédita no Emmy Kids.
Comemoração.
Elenco comemora  vitória inédita no Emmy Kids.

Diferente de outras séries nacional como Malhação e Rebelde em que as tramas se passavam em escola particulares e sempre mostrando dos ricos em Pedro & Bianca é diferente mostra a vida de pessoas das classes C e nas temidas escolas públicas do país. “A TV está cansada de sempre mostrar como é tudo perfeito nas escolas particulares”, fala. “Faltava uma série sem medo de mostrar a realidade e como é a verdadeira classe C”, completa.

Desde sua estréia em 11 de novembro de 2012 na TV Cultura, a série tem atraído o respeito dos críticos e tem tido audiência razoável para canal – todos os episódios foram disponibilizados no YouTube logo após a exibição na TV e somam mais de 300 mil visualizações. “Os números não tem tanta importância… Prefiro de acreditar de algum jeito estamos mostrando como as coisas são!”, fala Heslaine Vieria. “Nas outras séries destinadas aos adolescentes são fatos fabricados e irreais”, completa. “Aquilo não é a vida real!”, fala.

Escola real. Série foi filmada em escola pública de São Paulo.
Escola real.
Série foi filmada em escola pública de São Paulo.

“Nunca pensei que ela chegaria tão longe assim”, confessa. Pois a série acaba de conquistar o prêmio máximo da TV, o Emmy Internacional KIds Awards, na categoria Melhor série infanto-juvenil – antes disso ela já tinha ganhado Prêmio Prix Jeunesse Iberoamericano e mais tarde ganhou Prix Jeunesse International. “Nem acreditei quando fiquei sabendo da indicação e fiquei sem chão quando ganhamos.”, fala Giovanni Gallo. Após a conquista do Emmy, a TV Cultura estuda a idéia de uma 2ª temporada da série. “Sempre esteve em nossos planos, acho que alem da 2ª temporada a série possa a ter uma 3ª para concluir os três anos de ensino médio”, fala, um produtor da série. “Mas ainda não tem nada fechado nem para 2ª ou 3ª temporada”, revela. “Se não acontecer a série já tem um final digno de séries finale“, fala. “Não podia deixar um historia sem um final”, completa. A série foi filmada em 8 meses. “Foi um longo processo, mas prazeroso”, Giovanni, confessa. “Eu e Heslaine, somos muitos próximos e temos uma relação de irmãos. Nós conseguimos criar essa relação bonita que é vista na tela para nossa vida real”, revela. “Mesmo depois de tanto tempo que foi gravada, de vez em quando nós saímos”, admite.

Diferentes. A série não tem medo de falar dos tabus da sociedade e e mostra a real classe C.
Diferentes.
A série não tem medo de falar dos tabus da sociedade e e mostra a real classe C.

Além dos protagonistas, outros personagens em certos momentos movimenta a trama, Edison (Thogun Teixeira) e Zuzu (Gorete Milagres) – mais conhecida do elenco por ter feito a celebre Filomena (do bordão Ó, coitado!) –, são pais dos protagonistas que passam um momento turbulento no casamento, e outros adolescentes bastantes polêmicos, a Luara (Amanda Guarnieri) a “grande vadia” da série, Tuca (Olívia Klein) a bissexual da turma, Fafá (Nina Lima) a certinha e conservadora, Ciça (Letícia Fagnani) a bobinha e paixão de Pedro, Feijão (Fernando Haro) um bom garoto, Raul (Jucelino Lopes) é portador de deficiência física. “São tantos personagens e plots para serem explorados”, fala. “Alguns são personagens são puros clichê adolescentes”, fala, rindo.

Além dos temas polêmicos, a série é bem divertida e com momentos de diversão, com sempre nos finais dos episódios uma moral do ser tirada da historia contada. Dos dois protagonistas, a Bianca tem chamado atenção da mídia por sempre ter alguns dos plots mais polêmicos e certos momentos ela parece ter as personalidades das “bicths” da TV mundial. “Eu sei que o povo me chama de Serena e Santana brasileira. Eu adoro isso!”, fala, fazendo referência às personagens de Blake Lively em Gossip Girl e Naya Riveira em Glee. “Eu sei a Bianca tem momentos de loucura”, afirma. “Mas no final do dia é uma boa menina”.

Futuro incerto. Ainda não se sabe ser série terá uma 2ª temporada.
Futuro incerto.
Ainda não se sabe ser série terá uma 2ª temporada.

Antes de mesmo de estrear a 1ª temporada, a série já tinha mais da maioria de episódios gravados. “A série nunca teve a pretensão de ser uma série de longa duração e não temos a pretensão dela durar 14 anos como A Grande Família“, revela Giovanni. “Eu amo meu trabalho”, fala. “Espero que a série dure bastante tempo para contar essas historias”, completa.

Não é um dia normal, os produtores estão em uma reunião para discutir o futuro da série, os alunos da E.E. Piquerobi estão ansiosas para retorno das gravações e os protagonistas estão sentados em suas casas esperando a resposta de uma possível 2ª temporada. “Espero que não demore muito…”, fala.

**artigo inventado**

Sara Bareilles: Nasce Uma Diva

Sara Bareilles esta vivendo seu sonho de cantar (e encantar)

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Sara Bareilles, 34, saí correndo nos corredores dos bastidores do programa, Jimmy Kimmel Live!. “Eu estou super atrasada”, revela. Rapidamente chega ao palco para dar inicio seu pequeno pocket show – onde cantou, “Eden”, “Hercules”, “King of Anything”, “I Choose You”, “Brave” – as duas últimas foram exibidas na TV. “Amo estar em cima de um palco.”, fala. Alguns minutos depois, Sara, chega ao camarim, bastante eufórica e revela que está montando agenda de shows da turnê, Brave Enough Tour, que atualmente está de férias devido às festas de fim de ano, o último show realizado dela foi em 18 de Dezembro de 2013 no Irving Plaza em Nova York. “Eu precisava daquelas férias… Estava tudo tão agitado.”, afirma. “Estou animada para está nova etapa [da turnê].” Além disso, a turnê rendeu seu segundo álbum e DVD ao vivo, Brave Enough: Live at the Variety Playhouse (2013). “Adorei gravar o DVD e eternizar aquele momento [da minha carreira].”, revela. “O clima de voz-piano, será mantido nesta nova etapa.”, revela.

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Em alta no mundo pop.
Cantando com Carole King (e polêmica com Katy Perry).

Sara lançou o primeiro single de seu terceiro álbum, “Brave”, uma música auto-ajuda sobre “sair do armário” e ser feliz com consigo mesmo, a música inicialmente estreou no número 68 na Billboard Hot 100 e com passar das semanas a música foi caindo, não decolando nem nas rádios e nem nas paradas. “Os críticos não cansava de me chamar de One-hit Wonder, eu não me importava.”, brinca. “Melhor ser um One-hit Wonder do que nada!”, completa.  Mesmo assim seu álbum, The Blessed Unrest (2013), repleto de baladas poderosas (sua especialidade) e alguns hits do top 40, foi bem recebido pelos críticos (eles já consideram o álbum sua obra-prima)  e estreou no número 2 da Billboard 200 com 68 mil cópias vendidas – Little Voice (2007), estreou no número 45 com 16 mil cópias, mas depois de algumas semanas chegou ao número 7, Kaleidoscope Heart (2010), estreou no numero 1 com 90 mil cópias, e seu EP, Once Upon Another Time (2012), estreou no numero 8 com 31 mil cópias. “Nunca esperei ter sempre meus álbuns entre os dez mais vendidos!”, afirma.

Na estrada. Promovendo seu mais recente álbum.
Na estrada.
Promovendo seu mais recente álbum.

Sua sorte (e de “Brave”) começou a mudar e ser tornou o centro das atenções quando a popstar global Katy Perry lançou “Roar” em 10 de Agosto de 2013, e alguns minutos depois da nova música de Katy rugir nos quatro cantos do mundo, tantos os fãs de Katy e de Sara (e especialmente os da Lady Gaga), e os críticos,  notaram as enormes similaridades de ambas músicas e acusaram a Katy de plágio, mas mesmo assim não impediu de Katy emplacar seu oitavo numero 1 na Billboard Hot 100 por duas semanas e vender 5 milhões cópias sós nos Estados Unidos. “Eu só tenho que agradecer a Katy, sem ela minha música não teria chegando aonde chegou.”, diz. “Eu amo ela.”, fala. Sua música chamou mais atenção da mídia do  que “Applause” da Lady Gaga  que foi lancada no mesmo dia de “Roar”. “Fazer o  que? Eu não podia pedir para parar de falar de comparações.”, desabafa. Sara não se importa se esse é apenas seu terceiro grande sucesso nas paradas – até hoje apenas, “Bottle It Up”, “Uncharted” e “Gonna Get Over You”, passaram despercebidas na Billboard Hot 100, mas foram sucesso na paradas de Pop adulto.”Se eu for preocupar com números e charts, eu vou ficar louca!”, revela. “Há muitos artistas aí como Michelle Branch, Dido, Joss Stone e Norah Jones não costuma emplacar tantos hits nas paradas e tem um carreira ótima de boas músicas (e ótima vendagem).”, completa. “Hits é algo passageiro, não dura para sempre… Só algumas semanas!”, alfineta, os artistas que sempre criam hits sem qualidade e durabilidade. “Eu gosto de fazer álbuns que daqui uns 10 anos as pessoas irão ouvir sem vergonha e não terá cara de coisa velha e ultrapassada.”, fala. “É apura verdade, muitos artistas que não irei citar nomes, esses [artistas] criam hits do momento e usam de artifícios apelativos para chamar atenção, depois de algum tempo eles são engolidos pelo tempo e nunca mais chegam ao topo.”, fala, ela supostamente esteja falando Justin Bieber, um ex-astro adolescente em decadência no mundo pop por tantas polêmicas invés de músicas qualidade, hoje em dia é irrelevante na cultura pop, seu último álbum, Journals (2013), nem sequer conseguir entra nas paradas dos Estados Unidos e Canada, onde ele reinava absoluto emplacando seus álbuns sempre no número 1. “Talvez? Prefiro não comentar para não causar polêmica com as fã dele [Justin Bieber]“.

Amigas. Sara e Katy não sem importa com comparações entre "Brave" e "Roar".
Amigas.
Sara não sem importa com comparações entre “Brave” e “Roar”.

Em meio polêmica, “Brave”, que se encontrava estagnada nas paradas começou a subir e chegou ao número 26, graças às constantes comparações com “Roar”, e virou outro grande sucesso internacional na sua carreira. O produtor Dr. Luke revelou que “Roar” tinha sido escrita e gravada muito antes de “Brave”, e para mostrar que elas não estavam nem aí para comparações entre as duas músicas, elas cantaram  “Roar”  com Ellie Goulding, Bonnie McKee (co-autora de “Roar”), Tegan & Sara e Kacey Musgraves no  We Can Survive: Music for Life em 23 de outubro de 2013. “Amei aquela experiência… Foi um cala grande boca a todos!”, revela. “Nós somos amigas e conhecemos bastante tempo, rimos muito [das comparações].”, fala. “Então ela até me mandou uma SMS sobre isso e nós ficamos conversando sobre o assunto. A vergonha que eu sinto com o que aconteceu é porque se tornou em um drama. Está colocando essa negatividade em dois artistas que estão escolhendo em compartilhar mensagens positivas. Se eu não estou chateada eu não entendo porque qualquer outra pessoa estaria. Eu penso, ‘Relaxe, vamos apenas celebrar que podemos estar por aí encorajando pessoas a, tipo, sentirem-se fortes e poderosas.”, desabafa. “Eu acho que tem ajudando, pois já vi vários mashup de “Roar” e Brave”  no YouTube cada um melhor que o outro. Eu fico impressionada com apelo popular de ambas músicas e coragem das pessoas mostrar isso para mundo.”, revela. Diferente de “Brave”, a música de Katy é “hino de empoderamento” e toque poder feminino com frases de efeitos e versos altamente chicletes.

Rindo a toa. Sara tem vivendo um sonho e a melhor fase momento de sua carreira.
Rindo a toa.
Sara tem vivendo um sonho e na melhor fase momento de sua carreira.

O ano de 2013, ser tornou o ano de parceiras entre divas ditas como rivais pela mídia e pelas fãs bases – o exemplo mais notável e comentando  foi o dueto entre Lady Gaga e Christina Aguilera cantando “Do What U Want” no The Voice, a rivalidade nasceu em 2009 quando perguntaram para Christina sobre Gaga novata na época, ela afirmou, “[…] Eu não sei se Lady Gaga é um homem ou uma mulher [….]”, depois disso só foi polêmica atrás de polêmica entre os nomes da duas, o mais grave foi boicotes organizados pela equipe criativa de Gaga e seus fãs contra os álbuns de Christina lançando no período, Bionic (2010) e Lotus (2012). “Eu nunca tive essa neura com outras cantoras, e a maior perda de tempo que poderia ter sido gasto escrevendo e gravado músicas de qualidade. Há espaço para todo mundo. Amizade dela [Katy Perry] é muito mais do que uma música de sucesso…”, revela. “Eu amo duetos entre divas-off!”, fala, fazendo referencia ao termo criando pela série adolescente Glee onde duas cantoras ditas rivais cantam para saber  quem é a melhor. “Aquela apresentação foi épica e iônica!”, exclama. “Abalou o mundo pop e tem acabado entre estas rixas de cantoras pop”, completa.

Os meses foram passando, por mais incrível que parece sua carreira nunca esteve tão em alta como agora. “Tudo graças ao trabalho árduo.”, revela. Sua consagração veio com as duas indicações recebidas no Grammy de 2014 – Álbum do Ano  (perdida para Random Access Memories do Daft Punk) e Melhor Performance Pop Solo para “Brave” (perdida para “Rolays” da Lorde), ironicamente ela e Katy perderam nesta última categoria para garota sensação de 17 anos, Lorde –, e cantar ao lado da lendária,  Carole King, um mash-up entre “Brave” e “Beautiful” da Carole,  após o Grammy a música subiu para número 23. “Nunca imaginei que teria um álbum indicado na categoria principal da noite…. E nem nos mais loucos sonhos que um dia cantaria ao lado da Carole, nunca foi esquecer daquela noite.”, fala. “Nós estamos combinado alguma parceira entre a gente.”, revela, em primeira mão. “Tem que ser algo grande!”. “Tem ser do tipo que fiz com Jon McLaughlin”, revela, sobre a parceira com bonitão pianista e cantor em “Summer Is Over”.

Nos dias de folga, Sara, costuma ficar em casa vendo TV – ela atualmente esta assistindo a 3ª temporada da série cult adolescente Veronica Mars  e espera ansiosa para estréia do filme em 14 de Março de 2014, e a série medica, Grey’s Anatomy–,  ou viajando pelo mundo como turista – ela desta sair em turnê é ficar apenas no hotel e não conhecer a cidade onde está. “Eu adoraria ir um dia no Brasil, meus amigos (famosos e não famosos) falam muito bem do país.”, fala, pois no Brasil é conhecida apenas por ter músicas em duas novelas de sucesso, Beleza Pura (2008) e A Favorita (2008). “Outros lugares que quero ir é em Paris, Portugal, Egito… Se for de férias melhor ainda!”, revela, mostrando bastante entusiasmada.

Terceiro sucesso. "Brave" virou um sucesso internacional após Katy Perry lançar "Roar.
Terceiro sucesso.
“Brave” virou um sucesso internacional após Katy Perry lançar “Roar.

Diferente de outras popstar da atualidade – Katy Perry Kesha, Britney Spears, Christina Aguilera, Miley Cyrus, Rihanna –  que a todo custo tenta emplacar suas músicas entre o publico adolescente e jovem, Sara, foca seus esforços em criar músicas para publico jovem-adulto consumir e graças a eles, ela virou a queridinhas deles emplacou seus discos entre os dez mais vendidos e alguns hits – “Love Song” de seu primeiro disco, Little Voice (2007), de longe é seu maior sucesso chegando ao número 4 na Billboard Hot 100 (seu único top 10)  e duas indicações ao Grammy de Canção do Ano  (perdida para “Viva la Vida” do Coldplay)  e Melhor Performance Pop Feminina com Vocais (perdida para “Chasing Pavements” da Adele) em 2009. “Eu lancei “Love Song” sem qual quer expectativa de sucesso e daí ela começou a tocar sem parar nas rádios, a quilo para minha foi experiência surreal de ouvir minha música a todo instante nas rádios.”, fala. “Eu me lembro até o hoje em do dia que ouvir “Love Song” pela primeira vez,  eu ligue para minha mãe rapidamente para minha ouvir… Nós duas choramos no telefone.”, fala, mostrando bastante emocionada.

Desde então, ela tem tido uma onipresença emplacou várias músicas em séries do publico adolescente e tanto adulto – Smallville, The Vampire Diaries, Glee, Community, 90210, Pretty Little Liars, Criminal Minds, Body of Proof, Grey’s Anatomy, 30 Rock, New Girl, Switched at Birth, Lipstick Jungle, Brothers & Sisters, e entre outras tantas produções – incluindo duas clássicas novelas brasileiras, Dancin’ Days e Escrava Isaura. “Minha música, “Breathe Again”, combinou bastante com cena do casamento do Clark Kent (Tom Welling) e Lois Lane (Erica Durance)… Até chorei no final dela.”, revela. “Eu acompanhava a série desde inicio, eu acho o Tom Welling, um homem tão lindo e ele era meu sonho e das minhas amigas, víamos todos episódios só para ver ele e o Justin Hartley.”, fala, rindo, ela revela que é fã do programa. “Eu adoro ver também Supernatural  e Grey’s Anatomy para ver aqueles bonitões  – Jensen Ackles, Jared Padalecki, Eric Dane e Patrick Dempsey.”, fala. “São minhas grandes alegrias, eu estou sozinha…”, revela, rindo.

Sara possui uma base de fã pequena em relação à de outras cantoras pop e não está preocupada em até agora apenas um grande hit e dois outros pequenos sucessos – seu outro sucesso do top 40 é “King of Anything”, que chegou ao número 32 e recebeu uma indicação ao Grammy de Melhor Performance Pop Feminina com Vocais (perdida para “Bad Romence” da Lady Gaga) em 2011. “Eu nunca esperei e nem espero ter um sucesso no nível de “Call Me Maybe” [da Carly Rae Jepsen] e nem “Tik Tok” [da Kesha], eu não me importo com essas coisas. Ma caso aconteça um dia eu ficarei feliz.”, fala. “Eu não estou criticando essas duas músicas que adoro.”, fala, antes de causa polêmica entre os fãs das duas cantoras.

Queridinha dos jovens. Sara tem seu público alvo os jovens-adultos.
Queridinha dos jovens.
Sara foca seus esforços em criar músicas atemporal e não hits do momento.

Após todo sucesso envolta de “Brave”, a música virou tema do comercial do Windows 8, então ela começou a divulgar intensamente a música cantando em vários programas como The Voice e cantou com a popstar Taylor Swift na Red Tour, foi um dos fatores que sua gravadora ficou segurando o lançamento do segundo single do álbum, “I Choose You”, por mais de nove meses depois do lançamento de “Brave”. “A gravadora queria aproveitar o sucesso da música. Eu iria lançar, “I Choose You”, em Agosto, mas depois daquele boom que sofreu, a gravadora me convenceu esperar e aproveitar o sucesso da música estava fazendo.”, revela, até agora a música vendeu mais de 1 milhão de cópias só nos Estados Unidos, sua terceira musica que atingi essa marca – “King of Anything” ,vendeu 1,468,000 de copias e “Love Song” vendeu 3,647,000 cópias, ambas apenas nos Estados Unidos. “Um ótimo número, para uma música que escrevi para amigo “sair do armário”.”, revela, em tom de brincadeira. “Estou vivendo um sonho!”, exclama. “Não tinha ideia que eram tão bom!”.

Sara chega atrasada ao ensaio para sua turnê e alguns ela esta totalmente entrosada com sua banda. “É minha 2ª família. Eles me acompanham nesta jornada desde meu primeiro álbum”, diz. Ela ensaia todas as músicas de seu atual álbum, The Blessed Unrest, e revisita os hits anteriores dos dois álbuns anteriores. “Eu não tenho vergonha de meu passado musical.”, fala. “São por causa daquelas músicas que me colocaram hoje aqui e porque eu teria vergonha disso.”, fala. “É a minha historia.”, completa, muitos artistas quando ficam famosos tentam a todo custo excluir seus primeiros sucessos e negar tudo que foi feito no passado. “Porque, eu teria vergonha de alguma coisa que me fez bem sucedida neste meio.”

Entre músicas alegres (e tristes) e altos risos, Sara resolve improvisar e fazer um mash-up com “Brave” e “Roar”, por mais incrível que pareça sua amiga Katy Perry chega e assumi os vocais – a pior parte é não foi filmando, fotografado e nem nada. “Vocês terão que viver com isso!”.

**artigo inventado**

One Tree Hill: Nos Bastidores do Maior Drama Adolescente dos Anos 2000.

Em 2009, a série perdia dois personagens importantes e ficou uma grande duvida no ar por mais quanto tempo teremos esse delicioso drama adolescente em nossas vidas

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São 5:00 da manhã, Chad Michael Murray, 28, chega aos estúdios da série, One Tree Hill (no Brasil exibida como Lances da Vida), em Wilmington – mesmo local onde foi gravada a clássica série adolescente, Dawson’s Creek. “Essa cidade se transformou em minha segunda casa, terei boas lembranças.”, revela. Chad vive o Lucas Scott, o filho bastado de uma lenda do basquete local e tem uma relação complicada com meio-irmão. “Foi um papel desafiador!”, afirma. Chad irar deixar a série no final da atual [6ª] temporada, apesar de ser o protagonista e tudo girar à sua volta. Após esta bomba que caiu sobre a série, até o momento não houve anuncio de possível renovação para uma 7ª temporada. “Eu espero que sim”, fala Sophia Bush. Caso seja renovada para 7ª temporada, a trama da série será agora focada na Brooke, Haley e Nathan, e terá novos personagens. “Os produtores estão esperançosos.”, revela.

One Tree Hill
Triângulo poderoso.
Peyton, Lucas e Brooke foram os responsáveis por movimenta as primeiras temporadas com esse polêmico triângulo amoroso.

One Tree Hill estreou em 23 de setembro de 2003 na The WB – depois da 3ª temporada, a série começou a ser exibida no The CW, uma junção da The WB e UPN –, como maior aposta de série adolescente destinada ao público masculino do canal – o canal emplacou séries apenas voltadas ao público feminino –, e inicialmente a trama de dois meio-irmãos, estreou com apenas 2.48 milhões de pessoas assistindo ao episodio piloto, um péssimo numero para padrões da The WB – a estréia mais vista foi de 8.4 milhões com a série do Superman, Smallville, estreado por Tom Welling. “Eu achei que o programa não iria nem conseguir completar a 1ª temporada, devido à baixa audiência.”, fala.  Já no segundo episodio da série os números da audiência começaram a subir, devido à divulgação boca a boca. “Quando estavam gravando o 13º episódio, recebemos uma ligação dos produtores que a série tinha conseguido ser renovada.”, revela. Ainda antes do fim da 1ª temporada, o elenco jovem foi alçando ao estrelato – apenas Hilarie, Chad e Bethany dos protagonistas eram mais conhecidos, Hilarie por ter sido uma VJ da MTV, Chad por ter aparecido nas séries e filmes adolescentes como Gilmore Girls, Dawson’s Creek , Sexta-Feira Muito Louca (2003), e Bethany por ter aparecido na novela Guiding Light.  “Nunca imaginei que seria conhecida em Madagascar!”, afirma Hiarie. Apesar de todos terem alçando o estrelato, apenas Chad conseguiu fazer sua transição para o cinema, conseguindo papeis de destaque em grandes sucessos como  A Nova Cinderela (2004) e Casa de Cera (2005), onde Chad conheceu Paris Hilton, há relatos que os dois tiveram um caso, resultando no fim do casamento de cinco meses dele com sua colega de elenco, Sophia. “Nós temos agora, apenas uma relação profissional… Não gosto de expor e falar de minha vida pessoal”, fala, mudando o tom de sua voz. “Mas não estou saindo de série por causa disso [da separação entre ele e Sopia]. Ok?”, revela.

Rivalidade. Brigas dos dois irmãos foi pano de fundo da 1ª temporada.
Rivalidade.
Brigas dos dois irmãos foi pano de fundo da 1ª temporada.

Após virar sensação e mania entre os adolescente disputando o cobiçado título de “Maior drama adolescente dos anos 2000” com The O.C., ambas séries  tornaram oficialmente rivais pela briga da audiência e pelo publico jovem, gerando brigas entre os fãs das duas séries. Um fato curioso é que o Chad foi convidado a viver o rebelde Ryan em The O.C., mas recusou papel que estreou algumas semanas antes de One Tree Hill com 7.5 milhões –número superior a qualquer episódio de One Tree Hill nesta seis temporadas, o episódio mais assistindo até hoje é o terceiro da 2ª temporada, “Near Wild Heaven”, com 5.43 milhões. “O papel do Ryan, não se encaixa em meu perfil e preferir arriscar pegando o papel do Lucas, eu também estava cansando de sempre fazer o bad boy.”, revela. “Eu achava tudo engraçado, essas brigas entre as fan bases.”, fala.  One Tree Hill já na 2ª temporada a série era hit subestimado e ser mais uma série dramática voltada ao publico adolescente, mas tinha atingido seu ápice de audiência – a melhor até agora, uma média de 4 milhões de pessoas por episódio. “Muitas pessoas pensam é mais uma série com adolescentes bobos. É muito mais que isso, ali retrata a vida e como crescer nesta fase.”, fala.  Outro fator que contribuiu para sucesso da série foi à excelente trilha sonora que mescla músicas pop, rock e alternativo, que graças a série apresentou ao mundo o cantor Gravin DeGraw com a poderosa, “I Don’t Want to Be”, virando hit na Billboard Hot 100 (e nas audições do American Idol), chegando ao numero 10. “Amo a nossa trilha sonora.”, fala Bethany, também cantora na vida real, que emplacou os hits “When the Stars Go Blue” e “Halo” nas paradas, ambas saídas das duas primeiras trilhas sonoras. A série teve rendeu uma turnê com todas as datas esgotadas pelos Estados Unidos, que tinha shows da Bethany, Tyler Hilton (Chris Keller), Michelle Branch, Jessica Harp, e Gravin DeGraw – estes últimos inclusive fizeram aparições na série como eles mesmos cantando seus hits. “Foi um sonho que virou realidade [sair em turnê].”, afirma Bethany.”Eu tomei um choque quando falaram que minha personagem iria sair em turnê na série e na vida real ao lado da Michelle [Branch] e Gravin [DeGaw].”, fala, fazendo um cara de pasma.

Loira fatal! Peyton era a vilã no 1º episodio e a personagem mais sofrida da série.
Loira fatal!
Peyton era a vilã no 1º episodio e mesmo assim conquistou o coração do mocinho (e da audiência).

Os anos foram passando e audiência caindo (mas boa para padrão da emissora), mas por incrível que pareça a série consegui chegar a sua atual temporada e em quanto The O.C. fenômeno de audiência e da cultura pop viu-se esgotada e cancelada com apenas quatro temporadas – a última temporada teve apenas 16 episódios e um media de 4 milhões de audiência, mas para padrão da Fox, era péssimo. “Muitos fãs de The O.C. falavam que nossa série seria cancelada primeiro pela audiência ser tão baixa.”, brinca. O real motivo por The O.C. ter sido cancelada foi à morte de Marissa (Mischa Barton) no final da 3ª temporada que acabou resultando na constante queda audiência da série e uma grande parcela dos fãs. “Podia ter dado ela um final decente [à Marissa]… Vai entender o que passa nas cabeças dos produtores.”, fala.

Chad chega ao camarim, então ele acena para seu colega de elenco, James Lafferty, 24, o Nathan Scott, o meio-irmão de Lucas, diferente do irmão era assumido pelo pai e tinha uma vida de mordomias. “O Nathan na 1ª era um saco… Gosto dele mais agora!”, revela. Na 1ª temporada era toda foi focada na relação dos dois irmãos que não se davam muito bem e tinha uma grande rivalidade por um tido sido assumido e outro rejeitado pelo pai, e claro, a disputa para saber que era melhor no basquete. “Era mais o menos assim, o Lucas era o mocinho, e o Nathan era o bad boy.”, fala James Lafferty. Havia outros grandes plots da 1ª temporada, o inicio do polêmico triangulo amoroso de Lucas com Peyton e Brooke, e o inicio da relação e casamento relâmpago de Haley e Nathan, o fim do casamento de Deb (Barbara Alyn Woods) e Dan (Paul Johansson), a revelação de Keith (Craig Sheffer) de seus sentimentos para Karen (Moira Kelly). “Apesar de ser uma série adolescente tinhas momentos muitos dramáticos e densos.”, afirma.

Já na 2ª temporada, os dois eram grandes amigos, tinha uma relação de irmãos e sempre estava ajudando um ao outro. “Eles viram que juntos, eles são mais fortes dentro e fora  das quadras. Aquela rivalidade era pura bobeira, pois eles não se conhecia.”, fala. Além do pano de fundo da série o basquete, a série apresentava três mulheres no papeis principais – Peyton Sawyer (Hilarie Burton, 27), Haley James Scott (Bethany Joy Lenz,  27) e Brooke Davis (Sophia Bush, 27) –, e, ao longos dos anos a série foi ganhando novos protagonistas – Lee Noris (Mouth), Antwon Tanner (Skills), Danneel Haris (Rachel). Além de Chad, Hilarie, também irar deixar a série no final da temporada. “Uma grande perda.”, fala Lee Noris. Pouco tempo antes da confirmação da saída dos dois da série, caiu no YouTube um vídeo onde o Chad afirma, “Eles não vão me contratar para o ano que vem porque querem economizar dinheiro.”, causando uma grande polêmica entre o ator e os executivos da The WB. “Prefiro não comentar esse assunto no momento.”, afirma Chad. Até hoje , Hilarie, ainda não declarou porque esta saindo da série. “Não quero tocar nesse assunto. Tem alguma outra pergunta?”, fala, mostrando bastante seria.

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Quinteto unido.
Drama adolescente não teve medo de tocar em assuntos polêmicos.

Desde que estreou a série não tem medo de aborda temas polêmicos como abandono, adoção, diferenças sociais, triângulo amoroso, promiscuidade, casamento na adolescia, vicio em drogas, traição, homossexualidade, rivalidade entre irmãos, gravidez na adolescência, e o mais polêmico de todos, tiroteio em escola pública. “Aquele foi o episodio mais difícil de ser gravado. Teve gente que chorou horrores!”, fala James, há relatos que Hilarie chorou por dias quando soube que o Tio Keith iria morrer. “Eu acompanho a serie… Eu gosto de ver meu trabalho e avaliar como estou saindo… Sou bastante crítica comigo mesmo!”,fala Hilarie.

Alma gêmea. Lucas e Peyton passaram por altos e baixos durante os seis anos da série.
Alma gêmea.
Lucas e Peyton passaram por altos e baixos durante os seis anos da série, mas encontram a felicidade no último episódio deles.

O elenco chega todos os dias por volta das cinco da manhã, e as gravações sempre iniciam as 6:30 da manhã, uma rotina para todos do elenco. Neste tempo, eles fazem a maquiagem e recebem o roteiro do episodio. Sempre Bethany é a primeira receber [o roteiro]. “Então está acabando, uma era está chegando ao fim.”, fala Chad, mostrando bastante triste. O roteiro que todos receberão é o último episodio da temporada, que marca a despedida de Hilarie e Chad da série. “Não fique triste, tudo que começa um dia tem que acabar é a ordem natural das coisas.”, Chad fala, consolado a amiga.

O mundo de One Tree Hill  já não é mais o mesmo como conhecemos por causa de duas perdas importantes do elenco. “Eles são minha segunda família, irei levar todos em meu coração.”, Hilarie fala. “Acho que a série irar se reinventar outra vez.”, completa, a série teve um reboot na transição do final da 4ª para 5ª temporada, pulando quatro anos tempo mostrando a vida dos protagonistas após o fim da faculdade. “Aquilo foi surreal, você lembra-se de alguma outra série que teve coragem de não mostrar a vida [dos protagonistas] na faculdade? Os produtores estavam assumidos um risco que poderia destruir a série.”, fala Bethany. Toda série adolescente tem um prazo de validade de apenas mais ou menos de seis temporadas, as três primeiras são focadas no ensino médio e as últimas são focadas nos primeiros anos da faculdade, poucas conseguem fazer esta transição – Gilmore Girls, Buffy the Vampire Slayer, Beverly Hills 90210, Dawson’s Creek  –, e outras se perdem nesta transição – Veronica Mars, The O.C., Gossip Girl, Smallville. “Eu queria fazer historia [na TV] e algo que ninguém esperava.”, fala Mark Schwahn, o criador e produtor da série.

Casal 20. Haley e Nathan foram casal mais duradouro da série.
Casal 20.
Haley e Nathan formão o casal mais duradouro da série.

O elenco é levado para sala de leitura, onde lêem, relêem e ensaia o episodio, “Remember Me as a Time of Day”, previsto para ir ao ar em 18 de Maio de 2009. Alguns minutos depois, alguns rostos estão chorando [Hilarie, Sophia e Bethany] e alguns estão fazendo cara de durão, mas para não deixar a emoção rolar solta. “Podem esperar um episodio emocionante, mas não triste e que fecharam a historia de Lucas e Peyton construído ao longo destas seis temporadas.”, fala Bethany. “Os produtores não querem chocar a audiência… O episodio em si é uma despedida a dois personagens queridos.”, fala Sophia.

Nas séries de TV, quando um ator/atriz com papel principal deixa a série, os produtores resolvem matar o personagem, chocando a audiência e imediatamente perde uma parte dos fãs – The O.C., Desperate Housewives, Grey’s Anatomy, Charmed,  e Dallas. “Somos-nos gratos ao dois por ter feito dois personagens eternamente apaixonados que tiveram obstáculos para viver esse amor.”, fala Mark. “O episodio é conclusivo.”, revela. Os produtores consideram o episodio como o “series finale”, caso a série não conseguia a renovação para 7ª temporada. “Era melhor arriscar e concluir a série neste episodio, mas caso a série conseguia [a renovação], nós temos os plots definidos e o rumo que seguirmos partir de agora.”,  completa. São poucos produtores que quando tem suas séries na bolha, resolvem concluir a série, caso a série seja cancelada e para não ficar sem um fim decente. “Não custa nada.”, fala.

Vida Real. Personagens amadureceram chegando a fase adulta.
Vida Real.
Personagens amadureceram chegando a fase adulta.

O episodio começa a ser gravado, o clima de despedida paira sobre o elenco e a equipe. As emoções estão à flor da pele na maior parte do elenco.  Um grande acontecimento irar ser gravado agora, o casamento de Lucas e Peyton. “Até que enfim, ela finalmente conseguiu!”, brinca Hilarie, Lucas e Peyton viveram ao longo da série um intenso triangulo amoroso com Brooke. “Mas sempre no fim, os dois voltam… O amor verdadeiro sempre se encontra no final.”, completa. “Ta igual ao Joey e Pacey.”, fala, fazendo referencia aos personagens de Katie Holmes e Joshua Jackson da série Dawson’s Creek em que os dois personagens tinha um relação de idas e voltas em um também intenso triangulo amoroso com Dawson (James Van Der Beek) – série que inclusive ela e o Chad aparecem no mesmo episódio, o personagem de Chad, Charlie (ex-namorado da Joey) davam em cima dela. “Viu, era coisa do destino mesmo.”, fala, rindo muito.

Música pop. Música é fator do sucesso da série rendendo trilhas sonoras e uma turnê pelos Estados Unidos.
Música pop.
Música é fator do sucesso da série rendendo trilhas sonoras e uma turnê pelos Estados Unidos.

Então o episodio já este quase completo, falta apenas uma cena, a última de Lucas e Peyton, indo embora de Tree Hill, rumo ao desconhecido – os produtores não quiseram revela para onde os personagens estão se mudando, mas garante não acontecera nenhuma tragédia com eles. “Eles são bastante importante para mundo de One Tree Hill.”, faça Sophia. Todos do elenco e a equipe assistem em silencio a gravação da cena e alguns minutos depois  o diretor grita. “Corta! Perfeito!”. Aí não tem mais volta, a série como conhecemos chega ao fim, o episodio foi concluído e todos que estavam assistindo a gravação caí no choro (principalmente o Chad e a Hiarie). “Valeu, obrigado pelos melhores seis anos das nossas vidas!”, fala Chad e Hiarie. Apôs a conclusão da gravação, o produtores recebem uma ligação com a confirmação que a série foi renovada. É uma sensação bastante agridoce.

**artigo inventado**

Kesha: Nasce Uma Guerreira

Kesha vira uma guerreira para se manter no mundo pop

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Já é tarde da noite, Kesha estilizado como Ke$ha, 25, está se preparando para uma apresentação de seu atual sucesso das paradas pop, “Die Young”, que chegou ao numero dois da Billboard Hot 100. “Mais um hit, nunca imaginei que teriam tantos [hits].”, revela. Kesha tem sido uma força nas paradas pop do planeta e emplacou quase todos singles lançando até agora no top 10 da Billboard, sendo dois números um – “Tik Tok”, por noves semanas, e “We R Who We R”. “Tudo isso foi experiência surreal.”, revela. Kesha foi descoberta junto com amiga Katy Perry pelo produtor pop Dr. Luke, por volta de 2005. Ela ficou um tempo na geladeira, então ela acabou fazendo backing vocal para Paris Hilton e Britney Spears (depois de famosa ela escreveu o hit “Till the World Ends”),além disso ajudou na composição do hit do grupo The Veronicas. “Minha sorte estava melhorando… Mas faltava aquela oportunidade aparecer.”, revela. Ela acabou fazendo uma aparição no clipe da amiga no polemico, “I Kissed a Girl”. “Katy me ligou é perguntou se eu queria aparecer no clipe dela. Respondi, ‘Claro’”, revela.

Garota patriota.
Garota ousada.
Kesha não tem papas na linguá.

Um ano depois emprestou sua voz, mas não foi creditada no hit instantâneo, “Right Round”, do rapper Flo Rida. “Sabe são aquelas oportunidades que só aparece uma vez na vida.”, diz. Então Kesha ser tornou a nova sensação e chamou atenção de várias gravadoras, então ela passou o resto do ano de 2009, trancada no estúdio gravado seu álbum de estréia, Animal (2010), um álbum pop altamente comercial e repleto de hits. Mas antes de saltar o álbum, ela liberou algumas músicas para audição, incluindo “Tik Tok”, que chamou atenção da mídia e virou um hit mundial, quebrando vários recordes –  vendeu 610 mil cópias em uma única semana só nos EUA, e o single mais vendido por uma cantora na era digital com mais de 14.8 milhões de cópias. Após sua estréia, Animal, tendo sucesso instantâneo nas paradas e vários hits saído dele nas paradas – “Blah Blah Blah”, “Your Love Is My Drug” e “Take It Off” –, ela lançou um EP, Cannibal (2010), uma extensão do álbum anterior, com mais punhado de hits – “Blow”, e “We R Who We R”, que estreou direto no numero um, tornado apenas a 17ª música da historia conseguir tal feito.  “Pode soar chato, mas eu amei todas aquelas experiência.”, fala. Graças à ao sucesso de “Tik Tok” virou o que sempre quis ser, uma estrela do pop. “Ser uma estrela pop, não quer dizer que precisa ser loira e burra.”, garante. “É apenas um status.”, brinca.

Limpa. Kesha tem usado um visual mais "clean".
Limpa.
Kesha tem usado um visual mais “clean”.

Kesha agora busca sua consolidação no mundo pop com seu recém-lançando, Warrior, que diferente do anterior estreou no numero seis na Billboard 200 com 85 mil cópias vendidas, um numero bom para qualquer artista, mas para um popstar é considerado um péssimo numero, levando em conta que o anterior estreou no numero um com 152 mil cópias vendidas (e já vendeu mais de 3 milhões de cópias mundialmente). Apesar dos números “baixos” para padrão de uma popstar o álbum agradou mais critica do que Animal. “Os números estão bons!”, afirma, até agora Warrior vendeu mais de 1 milhão de cópias mundialmente. “Eu amo ler as críticas, elas me fortalece.”, revela. A preocupação de sua gravadora e de sua equipe, são números obtidos pela vendas de seus singles, “C’Mon” e “Crazy Kids”,  vendeu “míseras” 700 mil e 623  mil cópias respectivamente, apenas nos Estados Unidos – todos os outros singles lançando por ela venderam além de 2 milhões de cópias, apenas “Tik Tok” vendeu mais, tendo vendido 6.2 milhões de cópias, tudo isso apenas nos Estados Unidos. “Eu não tenho problemas em ser chama de artista de singles e não de CDs.”, revela. “Me ofende quando falam que não sei cantar!”, fala, mostrando-se indignada. Kesha esta no seleto grupo de cantoras bem sucedidas na era digital com vendas superiores com mais 57 milhões de cópias mundialmente (só nos Estados Unidos, ela vendeu 35 milhões). “Nunca imaginei que seria bem sucedida!”, revela, mostrando bastante incrédula com sua situação atual. “Olha que eu queria ser apenas uma estrela pop, mas não desta grandeza toda.”, afirma.

Na estrada. Kesha durante sua Warrior World Tour.
Na estrada.
Kesha durante sua Warrior World Tour.

Diferente dos trabalhos anteriores, Warrior, é trabalho mais ousado (“Supernatural”, “Gold Trans Am” e “Dirty Love”), tendo mais baladas (“Past Lives” , “Last Goodbye” e “Wonderland”), músicas radiofriendly (“Die Young”, “Thinking of You”, “Crazy Kids”, “C’Mon” e “Only Wanna Dance with You”)  e músicas mais pessoais (“Love into the Light” e “Warrior”), tudo isso com menos auto-tune, embalado em uma atmosfera pop. “Eu pensei que teria um bloqueio criativo, mas não o álbum surgiu muito rápido.”, fala. “Eu queria evitar o máximo do auto-tune, pois queria provar que sei cantar e tenho uma voz.”, afirma, ela é uma das grandes responsáveis da invasão do auto-tune.  “O álbum demorou menos que Animal para ser feito e gravado.”, revela. Após o sucesso de “Die Young”, a música sofreu um baque quando começou a ser retirado das rádios americanas devido ao tiroteio em escola infantil, a música encontrava-se no seu ápice dentro da Billboard, estava na vice-liderança e já estava quase chegando ao numero um. “Eu fique triste, em falar que era culpa minha…”, revela, mostrando triste e muda o tom de voz.

Antes de toda polêmica envolta de “Die Young”, “C’Mon”, que havia sido lançando em forma promocional e foi escolhida como segundo single do álbum, tentando recuperar o estrago feito por “Die Young”, pois muito críticos consideram uma faixa “catchy” e com refrão divertido, pegajoso e grudento como toda canção pop tem que ser, mas os fãs não gostaram muito da atenção dada à música, pois consideravam a música muito similar a todos os outros singles lançados por ela até então – letra frívola, dançante e “catchy”. “Eu amo cantar “C’Mon” é uma música divertida, alegre e bastante simples.”, fala, apesar disso a música chegou apenas no numero 27, quebrando sua série de singles consecutivos dentro do top 10.“Eu tento não me importar muito com as charts e os números. Pois um dia a gente pode está no topo e outro no último lugar, temos de deixar para lá se não agente fica louco pela essa obsessão de números.”, afirma. Mas o fundo do poço foi quando lançaram a ótima, “Crazy Kids”, em versão diferente do álbum, nesta nova versão incluía a participação do péssimo e flopado, will.i.am, que invés de ajudar piorou a situação, o single chegou apenas no numero 40, por pouco não quebrou sua série de singles dentro do top 40 . “Eu queria lançar a versão do álbum, mas a gravadora sugeriu a participação do will.i.am, o que eu poderia fazer?”, pergunta, mostrando incrédula.

Diva Pop Moderna.
Cantora vende mais singles do que CDs.

Muitos críticos e os fãs culpam a gravadora e o próprio Dr. Luke por não dar liberdade de Kesha lançar uma balada ou música diferente dos singles lançados até agora. Muitos preferiam “Last Goodbye”, “Dirty Love”, “Thinking of You”, “Only Wanna Dance With You” ou “Past Lives”, como um segundo e o terceiro single do lugar dos mesmos de fato, pois mostra uma Kesha diferente não apenas a persona de garota festeira – imagem construída desde Animal. “Essa imagem de festeira cansa, eu não fico por aí indo as baladas, e minha vida não é perfeita, e nem é cheia de festas como aparenta.”, revela. Muitos fãs criaram uma petição para liberação da música “Supernutaral” como quarto single do álbum, pois desde foi a música que mais atraiu a atenção da mídia, pois nela Kesha afirma com todas as palavras que fez sexo com fantasma. ”É verdade, as pessoas acham que estou louca.”, fala. Nem a pedidos dos fãs, a faixa foi liberada como quarto e último single do álbum. Depois do fracasso para liberação de “Supernatural”, os fãs pediram pela liberação de “Last Goodbye” com um single do álbum, pois séria a primeira balada lançada nas rádios, mas outra vez não aconteceu. “Olha eu fico triste com essas coisas que a gravadora e o Dr. Luke fazem isso comigo. Porquê eu não posso lançar uma balada, mostra que sou também vulnerável, eu acabarei tornando uma piada por sempre lançar músicas similares e com a mesmas propostas de festejar.”, revela, mostrando bastante triste. Kesha possui um contrato de oito discos com gravadora do Dr. Luke. “Ele quis garantir.”

Neste novo álbum resolveu apostar em parceiras com bandas e cantores famosos do rock. Ela cantou com lendário Iggy Pop no cock rock, “Dirty Love”, talvez a música mais diferente de sua curta carreira. “O momento que Iggy começou a cantar com comigo, eu entrei em pânico, foi sensação de algo único estava acontecendo.”, fala. O álbum conta com outras duas parceiras, “Only Wanna Dance With You”, uma perola do pop com cara dos anos 80 com a banda The Strokes, e “Past Lives”, uma bela balada onde realmente mostra que sabe cantar e tem uma bela voz com Wayne Coyne do The Flaming Lips, mas ambas as parceiras não foram creditadas. “Eles não queria os créditos… Eles falaram queria não queria roubar a atenção para eles.”, revela.

Hitmaker. Kesha é maquina de fazer sucessos pop.
Hitmaker.
Kesha é maquina de fazer sucessos pop.

Kesha faz uma brilhante e eufórica apresentação no Calzedonia Summer Show onde se apresentou com “Die Young” e “C’Mon”, levando o publico ao delírio. “O eu mais gosto da minha profissão é pode se apresentar ao vivo… Amo essa sensação.”, fala. “Acho que essa sensação passa para público?”. O show realizado no Calzedonia estava repleto de celebridades internacionais (na maioria italianos) – Sarah Jessica Parker. “Eu nem tive tempo de conhecê-la! Eu gosto muito dela e de seu programa [Sex and The City], já vi quase todas temporadas.”, revela. Entre as séries de TV que gosta de ver em seu tempo livre são Full House, Desperate Housewives, Revenge, Veronica Mars e entre outras. “São tantas! Adoro ver quando não tem nada para fazer!”, afirma. “Mal posso esperar para ver o filme da série, Veronica Mars, sou fã de carteirinha!”, revela,  Kesha passou adolescência vendo a série. Kesha embarca para Nashville, onde mora quando esta de folga do trabalho. “Adoro a natureza, os animais, isso aqui para mim é minha paz interior.”, revela. “Eu sinto tão bem aqui!”.

Gravando. Kesha em uma das muitas sessões de gravações de Warrior.
Gravando.
Kesha em uma das muitas sessões de gravações de Warrior.

Desde que ganhou fama mundial, muitos perguntam por que ainda não rolou uma parceira entre ela e sua amiga de longa, Katy Perry, que atualmente esta no topo do mundo e domina as paradas. “Eu não sei como nossa relação está.”, afirma. “Olhei na internet tem uma música nossa junta acha que chama “True Love”. No momento nós estamos bastante ocupadas.”, fala. Muitos pessoas falam  que Kesha está flopada, atualmente ela está mais em alta, seu reality show, Ke$ha: My Crazy Beautiful Life, exibido na MTV, tem tido altos índice de audiência e recorde citações no Twitter, que garantiu uma 2ª temporada. O programa mostra o dia a dia de Kesha na estrada ou em seus momentos fora do trabalho com seus amigos ou familiares, que vem sendo gravado desde de sua turnê mundial, Get Sleazy Tour, de 2011. O reality segue os moldes do filme, Katy Perry: Part of Me (2012), onde mostrava a vida de Katy dentro e fora dos palcos. “As pessoas pensam que toda vida de cantor ou atriz é puro glamour, que vivemos em festas, acordamos bebendo champanhe… A nossa vida é mais que isso.”, afirma. “Eu tenho uma meta de escrever pelos duas ou mais músicas por dia.”

Kesha volta a Los Angeles para mais um show de sua turnê mundial, Warrior Tour, e então será assim até o final de 2013. “Eu já estou começando a escrever meu terceiro álbum… Espere por algo bastante grande sentimental, diferente e mais experimental do Warrior foi. “Eu tenho muito ainda para contar.”, revela. “Eu estou vivendo minha linda e louca vida, não importando o que os outros pensam de mim e de minha arte.”, afirma. “Acho quero ainda animar muitas festas.” Kesha é vista acompanha de sua pequena equipe rumo à Nashville. “Estou indo buscar minha paz…”. Cada passo sendo freneticamente filmado e fotografado.

**artigo inventado**

Ugly Betty: Feia, mas Poderosa!

Em 2009, Ugly Betty já mostrava que se diferente não era um problema, mas sim uma qualidade.

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O dia para começa assim, America Ferrera, 25, com ela indo toma um reforçado café da manha. “É a refeição mais importante para mim.”, diz. “Hoje o dia [gravações] será intenso!”, releva. Não é para menos hoje terá início as gravações do último episodio da atual [3ª] temporada de Ugly Betty, exibida desde 28 de setembro de 2006, onde vive a secretaria latino-americana Betty Suarez, a protagonista certinha e divertida, mas feia para padrões da revista MODE, onde trabalha. “A MODE representa o mundo real onde quando somos diferentes somos hostilizados pelos demais por não pertence ao certo padrão.”, diz. “A série está quebrando esses tabus…”, completa.

Sorriso milionário. O programa apresenta vários tabus da sociedade.
Sorriso milionário.
O programa apresenta vários tabus da sociedade.

Ugly Betty é uma típica comedia toque com drama em atmosfera de novela mexicana, onde conta a historia de uma família de latinos que vivem nos Estados Unidos – um pai viúvo batalhador e presente (Tony Plana é Ignacio Suarez), uma filha mais velha, gostosa e mãe solteira (Ana Ortiz é Hilda Suarez), uma filha honesta e trabalhadora, e um neto dentro do armário (Mark Indelicato é Justin Suarez) –, onde a filha dita feia vai trabalhar em revista de Moda, a MODE. Mas esta historia não é original é um remake da novela, Yo soy Betty, La fea, exibida entre 1999 e 2001, uma novela que não obteve sucesso em sua exibição nos Estados Unidos, mas no resto do mundo era um sucesso absoluto de audiência.

Vilã cômica. Wilhelmina Slater rouba a cena em Ugly Betty.
Vilã cômica.
Wilhelmina Slater rouba a cena em Ugly Betty.

Então ABC resolveu arriscar e criar sua própria versão só que nos moldes de uma série de TV, esta premissa agradou o publico americano e a critica, fazendo a série vira um fenômeno mundial de audiência e ganhar vários prêmios importante – Emmy de Melhor Atriz Principal em Série de Comédia e Globo de Ouro de Melhor Atriz de Série – Comédia ou Musical e Melhor Série – Comédia ou Musical –, a série atraiu 11 milhões de pessoas por semana na 1ª temporada. “As pessoas nunca se cansa de ouvir da historia do patinho feio.”, fala America. Desde sua estréia a série se juntou ao setelo grupos de maiores audiência e de séries que colocaram o do canal ABC no mapa da cultura pop – Full House, Desperate Housewives, Boy Meets World, Lost, Grey’s Anatomy. “As pessoas adoram ver as roupas da moda e as ouvir referencias da [cultura] pop!”, afirma. “Eu esperei que um dia ganharia o prêmio Emmy e o Globo de Ouro… Foi tão surreal para mim.”, revela.

Fora de Hollywood. Série é toda filmada em Nova York.
Fora de Hollywood.
Ugly Betty é toda filmada em Nova York.

America chaga aos estúdios aos redores de Nova York. “Amo gravar nesta linda cidade… Nova York é outro personagem importante da série.”, revela. Sempre que Betty vai as ruas chama atenção dos perdestes e da mídia. “A mídia adora e cópia seu estilo. Em outras séries que as pessoas brigam para colocar sua música em Ugly Betty é diferente os estilistas mais famosos (e não famosos) brigam para expor suas roupas, não importando se é estilosa ou cafona.”, fala Patricia Field, a série se transformou em uma série altamente feshonista, ditando moda por onde passa (nas ruas e passarelas). “Eu amo as roupas deste programas, tem cada coisa mais linda que a outra.”, fala Becki Newton. “Esse personagem é um presente em minha carreira.”, releva, ela dar vida a Amanda, uma cômica recepcionista estilosa da MODE e filha da bastarda da Fey Sommers. “Eu morro de rir das historias… Eu sempre acompanho o programa quando estou de folga.”, fala.

Ditando moda. Estilo de Betty está sempre ditando moda nas ruas e passarelas com seus modelitos extravagantes (e estilosos).
Sucesso internacional.
Ugly Betty é sucesso de audiência em todos países onde é exibido.

Na série é repleta de personagens divertidos, mas cada uma com seu drama pessoal – Eric Mabius é Daniel Meade, um ex-playboy que procura redenção, Vanessa L. Williams é Wilhelmina Slater, uma vilã que não mede esforços para conseguir o que almeja (e certos momentos rouba a trama para si), Michael Urie é Marc St. James, fiel escudeiro da má Wilhelmina e amigo leal de Amanda e Betty, Judith Leight é Claire Meade, uma ex-alcoólatra. “São tantos personagens divertidos e cômicos… Nós queríamos fazer as pessoas ri e esquecer-se de seus problemas por pelos menos uma hora.”, fala Silvio Horta, responsável por traz a Betty para America. O desde da 1ª temporada vem sofrendo perdas dos protagonistas – Ashley Jensen era Christina, fiel amiga de Betty, Christopher Gorhame era Henry, ex-namorado de Betty, Alan Dale era Bradford Meade, o manda chuva da indústria Meade, Rebecca Romijn era Alexis Meade, uma transsexual. “Essas perdas são puramente criativa.”

Convidados para lá de especial. Ugly Betty é palco para estrelas da TV, cinema, moda e música.
Convidados para lá de especial.
Lindsay Lohan é uma das muitas estrelas convidadas da série.

Já é tarde da noite, America, está vestida com roupa larga, mas bem estilosa, um vestido vintage com estampas dos anos 50 e sapatos retro da Manolo Blank (mania adquirida com personagem, Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), da série, Sex and The City . “Eu sempre ganhou roupas, eu nem preciso comprar!”, afirma. Amanda irar sair com as meninas do elenco para jantar após mais um dia de gravação, em um restaurante que virou point das estrelas da série. “Esse lugar tem cada comida deliciosa.”, fala.

Ex-mulherengo. Daniel não é mais o mesmo das duas temporadas passadas.
Ex-mulherengo.
Daniel não é mais o mesmo das duas temporadas passadas.

America começou sua carreira estrelando vários filmes fora do circuito comercial até quando estrelou ao lado de Alexis Bledel de Gilmore Girls,  Amber Tamblyn de Joan of Arcadia e Blake Lively de Gossip Girl, no hit juvenil, Quatro Amigas e um Jeans Viajante (2005) e 2 (2008), um filme que apresentou ao mundo as futuras estrelas Blake e America, e consolidou a carreiras de Amber e Alexis no cinema. “Elas viraram minhas amigas na vida real.”, diz. Sempre umas das quatro são vista junta, indo à festas ou almoçando. “Eu sou leal as minhas amizades!”, afirma. Sempre a equipe de Ugly Betty esbarra com a Gossip Girl para alguma gravação nas ruas de NY, então as duas amigas param para colocar o papo em dia, não importando se irão atrasar as gravações de seus programas. “Amo essa menina, eu sou fã dela!”, fala Blake Lively. Blake etá acompanha das duas companheiras de elenco, Jessica Szohr e Leighton Meester, e as quatro batem um papo durante 15 minutos.  “Em L.A. as coisas não são assim, as pessoas ficam trancadas em estúdios… Eu adoro gravar ao ar livre, adoro as reações das pessoas.”, revela. Não era assim até a 2ª temporada, o programa era gravado em estúdio em Los Angeles e a cidade de Nova York era recriada nos computadores. “Aquilo era a verdadeira mágica de Hollywood, mas saí tão artificial”, polemiza.

It Girl. Estilo de Betty gera grande
It Girl (e Feshonista).
Estilo de Betty gera grande “buzz” na mídia por ser fora dos padrões.

Então os produtores resolverão levar Betty para verdadeira casa, mas o custo de produção continuou o mesmo. “A série se beneficia tão visualmente.”, diz. “Quando Betty vai às ruas atraí um “buzz” enorme na mídia mundial de blogs a blogs de moda caseiro. “Betty tem um impacto enorme.”, releva. “Ela é como eu e você, uma pessoa normal.” Além do buzz causado pela roupas tem feito questão de participar da série – Katharine McPhee, Lindsay Lohan, Victoria Beckham, Vera Wang, Betty White, James Van Der Beek, Adele, Gene Simmons (vocalista da banda Kiss), Naomi Campbell, Nina Garcia, Adriana Lima e entre outros. “Os artistas ligam fazendo questão de fazer qualquer papel!”, revela. Então perguntamos se houve uma briga entre ela e a estrela, Lindsay Lohan, a Kimmie Keegan, uma rival de Betty na época da escola e da MODE. “São só boatos… Eu nunca tive uma briga com ela.”, afirma, mostrando bastante seria. “Fim de assunto! Não gosto de falar sobre esse assunto, pois atraia uma má publicidade para série e para nossas carreiras”, exclama em alto bom tom. “Ela está tentando reconstruir sua carreira profissional… Eu não quero se aquela má profissional que fica detonando as carreiras de outras pessoas nesta indústria, tenho coisas mais importante para falar e fazer.”, diz.

Gravando. America grava final da 3ª temporada com vestido espalhafatoso.
Gravando.
America com vestido espalhafatoso gravando o último episódio da 3ª temporada.

America tem um contrato de cinco anos com emissora e produtora da série, até agora apenas a 4ª temporada esta garantida, e não menos importante um seguro de 10 milhões de dólares para seus dentes. “Eu não sei quanto tempo à série irar durar… Mas estou fazendo meu melhor.”, afirma. Atualmente todos os programas estão com constante queda de audiência, o responsável que determina quem continua e termina. Não tem importância nos dias de hoje se um programa irar durar 10 anos ou míseros 3 anos, o mais importante é que ele já consegui deixar sua mensagem e se consagrou como um dos marcos da cultura pop moderna. “Adoro tudo isso!”, afirma.

Família unida. Ugly Betty mostra uma família de latinos vivendo nos Estados Unidos.
Família unida.
Ugly Betty mostra uma família de latinos vivendo nos Estados Unidos.

America rapidamente incorpora sua personagem que lhe deu fama mundial e caímos no riso com sua brilhante atuação.  Então todos os dias são assim, esta rotina que dura já três anos. “Estou vivendo um sonho!”, revela. “Espero que dure muito tempo!”, nós também. “Como dizem nada é para sempre!”, revela, mostrando um pouco preocupada.

**artigo inventado**

Michelle Branch: Entre o Pop e o Country

Michelle Branch está voltando ao mundo pop com seu novo disco solo após 11 anos do último

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Michelle Branch, 30, chega ao estúdio de gravação em Nashville para mais um dia de gravações de seu terceiro álbum de estúdio que vem sendo trabalhado desde 2010 e já sofreu varias adições de um possível lançamento – especula que será lançando antes do fim de 2014. “Eu estou amando meu novo disco.”, afirma. “Eu estou voltando as minhas raízes – pop/rock.”, releva. “Eu nem lembrava  que já tinha mais de 10 anos desde do meu último disco… Eu acho que precisava daquele tempo.”, fala.

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Afastada.
Último disco solo foi lançando há 11 anos atrás.

Michelle estourou nas paradas pop graças ao seu brilhante álbum de estréia o platinado, The Spirit Room (2001), que trazia os hits, “All You Wanted”, “Everywhere” e “Goodbye to You”, que tocava sem parar nas rádios pop da America e no resto do mundo que ajudaram o álbum vender mais de 6 milhões de copias mundialmente, mas apesar disso o álbum estreou no numero 28 na Billboard 200 com 68 mil copias vendidas. “Eu nunca tive pretensão de ser uma popstar.” Seu veio sucesso com jovens devido sua onipresença de suas músicas em series – Smallville: As Aventuras do Superboy, Jovens Bruxas, Buffy, a Caça-Vampiros, One Tree Hill, Sex and the CityMulher Gato, Laguna Beach: The Real Orange County –, e filmes altamente comerciais  American Pie 2: A Segunda Vez é Ainda Melhor (2001), O Dono da Festa (2002), Garota Veneno (2002), Recém-Casados (2003), Tudo Que Uma Garota Quer (2003), Sonhos no Gelo (2005), Quatro Amigas e um Jeans Viajante 2 (2008), e entre outras produções. Ela foi convidada cantar com lendário Santana em “The Game of Love” que viria ser tornar seu maior sucesso nos Estados Unidos e no resto do mundo, chegando ao numero 5 na Billboard Hot 100 – ultrapassado o sucesso de “All You Wanted” que chegou ao numero 6 –, sua congregação veio quando ganhou o MTV Video Music Awards de Escolha da Audiência por “Everywhere” (e outras duas indicações, Melhor Clipe Feminino e Melhor Clipe Pop por “All You Wanted”),  e duas indicações ao Grammy de 2003, nas categorias de Artista Revelação (perdida para Norah Jones) e ganhou na Melhor Colaboração Pop com Vocais por “The Game of Love”. “Eu sempre sonhei em ganhar [prêmio]… Foi um sonho realizado.”, fala. “Nunca imaginei que cantaria no Super Bowl, ainda mais com Beyoncé e o Santana”, lembra, ter cantando, “The Game of Love”, no pre-jogo do Super Bowl XXXVII, sendo visto por mais de 86 milhões de pessoas. “Sabe são aqueles momentos que jamais serão esquecidos.”, fala.

Convidada. Com Jessica Harp na série One Tree Hill.
Convidada.
Com Jessica Harp na série One Tree Hill.

Após o imenso sucesso de sua estréia ela lançou o bem recebido, Hotel Paper (2003), que estreou no numero 2 na Billboard 200 com 157 mil copias vendidas – atrás apenas do álbum de estréia da Beyoncé, Dangerously in Love (2003) –, e emplacou mais dois hits no top 40, “Are You Happy Now?” – que recebeu uma indicação ao Grammy, e “Breathe”. “Foi surreal viver aquelas experiências todas em tão pouco tempo de carreira.” Após ter emendando duas turnês mundiais, ela resolveu entrar em um longo hiato devido o nascimento de sua filha que chegaria apenas ao fim em 2005, quando resolveu em embarcar um projeto musical totalmente fora de sua zona de conforto, com a criação do duo de música country, The Wreckers, com sua amiga de longa data, Jessica Harp, que ser tornou um projeto de sucesso quando emplacou a música “Leave the Pieces” no numero 1 nas paradas de Country (e no Top 40 da Hot 100) e uma indicação ao Grammy, extraído do único álbum do grupo, Stand Still, Look Pretty (2006), que agradou seus antigos fãs e conquistou o publico mais velho (e nunca tinha ouvido sua música pop/rock) e ligado as músicas country. “Amei aquele projeto, foi um marco em minha carreira e terei sempre boas lembranças.”, fala. O duo chegou ao fim em 2007, devido o desejo de ambas seguir carreira solo. “Pode ter certeza não acabou por causas de brigas.” Após o fim do duo, Michelle entrou novamente um longo hiato de 3 anos, voltando apenas em 2009 para lançar um EP, Everything Comes And Goes, onde ela se aventura no country, seu novo estilo. “Eu não gosto de rotular os estilos que canto.”, fala. “Mas posso afirmar eu nunca fui obrigada a cantar o pop/rock (estilo dos dois primeiros álbuns). Naquele momento o pop/rock não fazia mais sentido em minha carreira.”, afirma. “Mas neste novo álbum que venho produzindo eu estarei de volta as minhas origens que é o pop/rock e terei também músicas country.”

Premiada. Michelle conquistou prêmios importantes como o MTV Video Music Awards e o Grammy.
Premiada.
Michelle conquistou prêmios importantes como o MTV Video Music Awards e o Grammy.

Em seu terceiro álbum de estúdio – será seu primeiro em mais de 11 anos desde Hotel Paper –, como já foi falado o álbum irar traz sua origem de volta e sem sobras de duvidas que terá possíveis hits do top 40. “Não espere mais músicas pop comerciais. Não estou tentando criar novamente mais uma “Everywhere”, “All You Wanted” e “Are You Happy Now?”, minha juventude já passou!”, brinca. “Eu deixou para Katy [Perry] que vem fazendo isso tão bem… Eu já estou velha, casada e cansada, não posso competir com as estrelas pop de hoje em dia, meu pop é mais simples e modesto ao produzido hoje em dia.”, fala. “Meu novo álbum terá uma leve volta aos anos 90 e inicio dos anos 2000.”, revela. Mas verdade seja dita as músicas produzidas no inicio dos anos 2000 é bem melhor as que dominam as rádios hoje em dia, pois naquela época o artista importava em fazer músicas de qualidade invés de investir em polêmicas (quantas mais produzidas melhor), roupas e clipes chamativos, músicas altamente sexuais e liberais. “O pop de hoje dá medo de como é feito. Você acha que “All You Wanted” e “Everywhere” teria feito sucesso se fosse lançada nos dias de hoje, claro que não, minhas músicas são simples e modestas perto de uma canção da [Lady] Gaga e da Katy [Perry].”, fala. Pode ser até serem modestas e simples, mas são melhores que muita discografia inteira dos artistas que domina as paradas hoje em dia – Justin Bieber e Cia.

Michelle esta sentada no chão do estúdio mexendo no seu iPhone postando uma novo foto Instagram. “Eu amo aquela rede social. Amo postar fotos.”, fala. “Muitas vezes me vem uma ideia de alguma música eu corro e escrevo no celular.”, revela. “Antes eu andava com pequeno gravador e com caderninho caso vinha alguma ideia.”, fala. “Eu adoro a modernidade!!!”, exclama. Depois de ter postado novas fotos na rede sociais, ela recebe uma ligação do seu amigo Santana. “Eu acho que ele topou em participar do disco.”, revela, caso venha acontecer será a terceira parceira entre eles. “Vocês terão que esperar…”

007~5
Medo.
Michelle tem medo do pop feito hoje em dia.

Sempre o assunto de seus dois únicos álbuns lançados são lembrados. “Foi uma época maravilhosa em minha vida e carreira, naquela época as coisas no mundo pop eram mais simples, os artistas não se importava tanto com um #1 nas paradas como agora – hoje em dia se a Lady Gaga, Rihanna, Britney Spears ou Katy Perry não colocarem nenhuma música ou álbum em #1 já são chamadas de flopadas –, não havia muita rivalidade entres as fãs bases – a rixa mais famosa, comentada e conhecida era apenas da Britney Spears e Christina Aguilera, e da Madonna e Cyndi Lauper –, o artistas criavam músicas para ouvidos e não para olhos – apenas Lorde e Adele em evidencia hoje em dia no mundo pop.”, polemiza. “Acho por isso fique tanto tempo sem lançar nenhum álbum meu, eu precisava em encontrar artisticamente.”, esclarece seu afastamento do mundo pop. “Mas ainda sou a mesma menina de The Spirit Room. Ainda tenho muito para falar…”, afirma. “Eu não me importo com números, charts…”, fala, apesar disso, ela tem carreira bem sucedida e consolidada nas paradas de discos e singles, seus dois únicos álbuns foram certificados com disco de platina (e o disco com The Wreckers foi certificado com disco de ouro) e ela teve sete singles no top 40, dois destes no top 10, da Hot 100. “Eu acho que foi sorte?”, pergunta, mostrando ainda não acredito nas conquistas de sua carreira.

Onipresente. Michelle é sempre vista em trilhas sonoras de filmes e séries destinada ao público jovem.
Onipresente.
Michelle é sempre vista em trilhas sonoras de filmes e séries destinada ao público jovem.

Após cansativo exaustivo dia de gravação, Michelle, entra em seu luxuoso carro esportivo e liga o rádio após alguns minutos seu maior sucesso começa a tocar “All You Wanted”. “Viu eu acho que crie algo atemporal!”, fala. Michelle resolve para em loja de CDs e DVDs. Ela olha alguns CDs  (e encontra sua discografia exporta na seção de pop/rock) é resolve levar alguns – Pure Heroine (2013) da Lorde (‘Eu amo essa menina’), Lost in Transition (2012) da banda Sixpence None the Richer, Prism (2013) da Katy Perry, Warrior (2012) da Kesha, The Soul Sessions Vol, 2 (2012) da Joss Stone e alguns outros –, e claro não menos importante suas séries de TV que adora – Freaks & Geeks, Três é Demais, Dawson’s Creek, The O.C., True Blood, Bloosom, Wonderfalls, Buffy, a Caça-Vampiros, Gossip Girl: A Garota do Blog, Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha, Big Bang: A Teoria, Supernatural, Smallville, as últimas temporadas de One Tree Hill (série que inclusive fez uma aparição com sua banda, The Wreckers, após sua formação e saiu na turnê da série pelos Estados Unidos ao lado de Gavin DeGraw, Tyler Hilton e Bethany Joy Galeotti). “Eu adoro ver uma boa serie de TV, não importo se é serie teen ou drama. Eu sou louca por séries, tem vez que vejo uma temporada completa em menos de uma semana.”, fala, rindo. Após suas compras, voltamos ao carro rumo a sua casa, ela pede para eu pegar e colocar o disco da Kesha para tocar. “Eu amo essa menina, ela é muito talentosa, a música que eu mais gosto deste disco é a ótima balada, “Past Lives”, como ela não pode aproveitar uma faixa maravilhosa.”,fala. Então ficamos parados no transito caótico e então colocamos para toca o disco da Lorde. Passa-se uma hora, enfim chegamos a sua casa, passamos pela sua sala de estar repleta de seus prêmios conquistados e seus discos de platinas, ela rapidamente corre para seu quarto para trocar de roupa e guarda suas compras. Meia hora depois, ela desce com a série, Dawson’s Creek, na mão. “Eu já via alguns episódios aleatórios sempre tive vontade de ver do inicio ao fim.”, fala. “Eu aposto com você que em menos de dois meses eu vejo ela completa!”, brinca. “Eu também pretendo ver a série Freaks & Geeks ao mesmo tempo… Essa é bastante curta.”, fala. “Poderia ter tido mais temporadas!”, afirma.

Michelle é assim vai vivendo sua vida, não importando com as opiniões dos outros em relação ao seu trabalho e não importa se ela demora mais 10 anos para lançar outro disco depois deste. “Eu quero criar algo atemporal… Este é meu objetivo, minha arte é assim, simples, pura…”, fala.

**artigo inventado**