Sara Bareilles esta vivendo seu sonho de cantar (e encantar)
Sara Bareilles, 34, saí correndo nos corredores dos bastidores do programa, Jimmy Kimmel Live!. “Eu estou super atrasada”, revela. Rapidamente chega ao palco para dar inicio seu pequeno pocket show – onde cantou, “Eden”, “Hercules”, “King of Anything”, “I Choose You”, “Brave” – as duas últimas foram exibidas na TV. “Amo estar em cima de um palco.”, fala. Alguns minutos depois, Sara, chega ao camarim, bastante eufórica e revela que está montando agenda de shows da turnê, Brave Enough Tour, que atualmente está de férias devido às festas de fim de ano, o último show realizado dela foi em 18 de Dezembro de 2013 no Irving Plaza em Nova York. “Eu precisava daquelas férias… Estava tudo tão agitado.”, afirma. “Estou animada para está nova etapa [da turnê].” Além disso, a turnê rendeu seu segundo álbum e DVD ao vivo, Brave Enough: Live at the Variety Playhouse (2013). “Adorei gravar o DVD e eternizar aquele momento [da minha carreira].”, revela. “O clima de voz-piano, será mantido nesta nova etapa.”, revela.

Cantando com Carole King (e polêmica com Katy Perry).
Sara lançou o primeiro single de seu terceiro álbum, “Brave”, uma música auto-ajuda sobre “sair do armário” e ser feliz com consigo mesmo, a música inicialmente estreou no número 68 na Billboard Hot 100 e com passar das semanas a música foi caindo, não decolando nem nas rádios e nem nas paradas. “Os críticos não cansava de me chamar de One-hit Wonder, eu não me importava.”, brinca. “Melhor ser um One-hit Wonder do que nada!”, completa. Mesmo assim seu álbum, The Blessed Unrest (2013), repleto de baladas poderosas (sua especialidade) e alguns hits do top 40, foi bem recebido pelos críticos (eles já consideram o álbum sua obra-prima) e estreou no número 2 da Billboard 200 com 68 mil cópias vendidas – Little Voice (2007), estreou no número 45 com 16 mil cópias, mas depois de algumas semanas chegou ao número 7, Kaleidoscope Heart (2010), estreou no numero 1 com 90 mil cópias, e seu EP, Once Upon Another Time (2012), estreou no numero 8 com 31 mil cópias. “Nunca esperei ter sempre meus álbuns entre os dez mais vendidos!”, afirma.

Promovendo seu mais recente álbum.
Sua sorte (e de “Brave”) começou a mudar e ser tornou o centro das atenções quando a popstar global Katy Perry lançou “Roar” em 10 de Agosto de 2013, e alguns minutos depois da nova música de Katy rugir nos quatro cantos do mundo, tantos os fãs de Katy e de Sara (e especialmente os da Lady Gaga), e os críticos, notaram as enormes similaridades de ambas músicas e acusaram a Katy de plágio, mas mesmo assim não impediu de Katy emplacar seu oitavo numero 1 na Billboard Hot 100 por duas semanas e vender 5 milhões cópias sós nos Estados Unidos. “Eu só tenho que agradecer a Katy, sem ela minha música não teria chegando aonde chegou.”, diz. “Eu amo ela.”, fala. Sua música chamou mais atenção da mídia do que “Applause” da Lady Gaga que foi lancada no mesmo dia de “Roar”. “Fazer o que? Eu não podia pedir para parar de falar de comparações.”, desabafa. Sara não se importa se esse é apenas seu terceiro grande sucesso nas paradas – até hoje apenas, “Bottle It Up”, “Uncharted” e “Gonna Get Over You”, passaram despercebidas na Billboard Hot 100, mas foram sucesso na paradas de Pop adulto.”Se eu for preocupar com números e charts, eu vou ficar louca!”, revela. “Há muitos artistas aí como Michelle Branch, Dido, Joss Stone e Norah Jones não costuma emplacar tantos hits nas paradas e tem um carreira ótima de boas músicas (e ótima vendagem).”, completa. “Hits é algo passageiro, não dura para sempre… Só algumas semanas!”, alfineta, os artistas que sempre criam hits sem qualidade e durabilidade. “Eu gosto de fazer álbuns que daqui uns 10 anos as pessoas irão ouvir sem vergonha e não terá cara de coisa velha e ultrapassada.”, fala. “É apura verdade, muitos artistas que não irei citar nomes, esses [artistas] criam hits do momento e usam de artifícios apelativos para chamar atenção, depois de algum tempo eles são engolidos pelo tempo e nunca mais chegam ao topo.”, fala, ela supostamente esteja falando Justin Bieber, um ex-astro adolescente em decadência no mundo pop por tantas polêmicas invés de músicas qualidade, hoje em dia é irrelevante na cultura pop, seu último álbum, Journals (2013), nem sequer conseguir entra nas paradas dos Estados Unidos e Canada, onde ele reinava absoluto emplacando seus álbuns sempre no número 1. “Talvez? Prefiro não comentar para não causar polêmica com as fã dele [Justin Bieber]“.

Sara não sem importa com comparações entre “Brave” e “Roar”.
Em meio polêmica, “Brave”, que se encontrava estagnada nas paradas começou a subir e chegou ao número 26, graças às constantes comparações com “Roar”, e virou outro grande sucesso internacional na sua carreira. O produtor Dr. Luke revelou que “Roar” tinha sido escrita e gravada muito antes de “Brave”, e para mostrar que elas não estavam nem aí para comparações entre as duas músicas, elas cantaram “Roar” com Ellie Goulding, Bonnie McKee (co-autora de “Roar”), Tegan & Sara e Kacey Musgraves no We Can Survive: Music for Life em 23 de outubro de 2013. “Amei aquela experiência… Foi um cala grande boca a todos!”, revela. “Nós somos amigas e conhecemos bastante tempo, rimos muito [das comparações].”, fala. “Então ela até me mandou uma SMS sobre isso e nós ficamos conversando sobre o assunto. A vergonha que eu sinto com o que aconteceu é porque se tornou em um drama. Está colocando essa negatividade em dois artistas que estão escolhendo em compartilhar mensagens positivas. Se eu não estou chateada eu não entendo porque qualquer outra pessoa estaria. Eu penso, ‘Relaxe, vamos apenas celebrar que podemos estar por aí encorajando pessoas a, tipo, sentirem-se fortes e poderosas.”, desabafa. “Eu acho que tem ajudando, pois já vi vários mashup de “Roar” e Brave” no YouTube cada um melhor que o outro. Eu fico impressionada com apelo popular de ambas músicas e coragem das pessoas mostrar isso para mundo.”, revela. Diferente de “Brave”, a música de Katy é “hino de empoderamento” e toque poder feminino com frases de efeitos e versos altamente chicletes.

Sara tem vivendo um sonho e na melhor fase momento de sua carreira.
O ano de 2013, ser tornou o ano de parceiras entre divas ditas como rivais pela mídia e pelas fãs bases – o exemplo mais notável e comentando foi o dueto entre Lady Gaga e Christina Aguilera cantando “Do What U Want” no The Voice, a rivalidade nasceu em 2009 quando perguntaram para Christina sobre Gaga novata na época, ela afirmou, “[…] Eu não sei se Lady Gaga é um homem ou uma mulher [….]”, depois disso só foi polêmica atrás de polêmica entre os nomes da duas, o mais grave foi boicotes organizados pela equipe criativa de Gaga e seus fãs contra os álbuns de Christina lançando no período, Bionic (2010) e Lotus (2012). “Eu nunca tive essa neura com outras cantoras, e a maior perda de tempo que poderia ter sido gasto escrevendo e gravado músicas de qualidade. Há espaço para todo mundo. Amizade dela [Katy Perry] é muito mais do que uma música de sucesso…”, revela. “Eu amo duetos entre divas-off!”, fala, fazendo referencia ao termo criando pela série adolescente Glee onde duas cantoras ditas rivais cantam para saber quem é a melhor. “Aquela apresentação foi épica e iônica!”, exclama. “Abalou o mundo pop e tem acabado entre estas rixas de cantoras pop”, completa.
Os meses foram passando, por mais incrível que parece sua carreira nunca esteve tão em alta como agora. “Tudo graças ao trabalho árduo.”, revela. Sua consagração veio com as duas indicações recebidas no Grammy de 2014 – Álbum do Ano (perdida para Random Access Memories do Daft Punk) e Melhor Performance Pop Solo para “Brave” (perdida para “Rolays” da Lorde), ironicamente ela e Katy perderam nesta última categoria para garota sensação de 17 anos, Lorde –, e cantar ao lado da lendária, Carole King, um mash-up entre “Brave” e “Beautiful” da Carole, após o Grammy a música subiu para número 23. “Nunca imaginei que teria um álbum indicado na categoria principal da noite…. E nem nos mais loucos sonhos que um dia cantaria ao lado da Carole, nunca foi esquecer daquela noite.”, fala. “Nós estamos combinado alguma parceira entre a gente.”, revela, em primeira mão. “Tem que ser algo grande!”. “Tem ser do tipo que fiz com Jon McLaughlin”, revela, sobre a parceira com bonitão pianista e cantor em “Summer Is Over”.
Nos dias de folga, Sara, costuma ficar em casa vendo TV – ela atualmente esta assistindo a 3ª temporada da série cult adolescente Veronica Mars e espera ansiosa para estréia do filme em 14 de Março de 2014, e a série medica, Grey’s Anatomy–, ou viajando pelo mundo como turista – ela desta sair em turnê é ficar apenas no hotel e não conhecer a cidade onde está. “Eu adoraria ir um dia no Brasil, meus amigos (famosos e não famosos) falam muito bem do país.”, fala, pois no Brasil é conhecida apenas por ter músicas em duas novelas de sucesso, Beleza Pura (2008) e A Favorita (2008). “Outros lugares que quero ir é em Paris, Portugal, Egito… Se for de férias melhor ainda!”, revela, mostrando bastante entusiasmada.

“Brave” virou um sucesso internacional após Katy Perry lançar “Roar.
Diferente de outras popstar da atualidade – Katy Perry Kesha, Britney Spears, Christina Aguilera, Miley Cyrus, Rihanna – que a todo custo tenta emplacar suas músicas entre o publico adolescente e jovem, Sara, foca seus esforços em criar músicas para publico jovem-adulto consumir e graças a eles, ela virou a queridinhas deles emplacou seus discos entre os dez mais vendidos e alguns hits – “Love Song” de seu primeiro disco, Little Voice (2007), de longe é seu maior sucesso chegando ao número 4 na Billboard Hot 100 (seu único top 10) e duas indicações ao Grammy de Canção do Ano (perdida para “Viva la Vida” do Coldplay) e Melhor Performance Pop Feminina com Vocais (perdida para “Chasing Pavements” da Adele) em 2009. “Eu lancei “Love Song” sem qual quer expectativa de sucesso e daí ela começou a tocar sem parar nas rádios, a quilo para minha foi experiência surreal de ouvir minha música a todo instante nas rádios.”, fala. “Eu me lembro até o hoje em do dia que ouvir “Love Song” pela primeira vez, eu ligue para minha mãe rapidamente para minha ouvir… Nós duas choramos no telefone.”, fala, mostrando bastante emocionada.
Desde então, ela tem tido uma onipresença emplacou várias músicas em séries do publico adolescente e tanto adulto – Smallville, The Vampire Diaries, Glee, Community, 90210, Pretty Little Liars, Criminal Minds, Body of Proof, Grey’s Anatomy, 30 Rock, New Girl, Switched at Birth, Lipstick Jungle, Brothers & Sisters, e entre outras tantas produções – incluindo duas clássicas novelas brasileiras, Dancin’ Days e Escrava Isaura. “Minha música, “Breathe Again”, combinou bastante com cena do casamento do Clark Kent (Tom Welling) e Lois Lane (Erica Durance)… Até chorei no final dela.”, revela. “Eu acompanhava a série desde inicio, eu acho o Tom Welling, um homem tão lindo e ele era meu sonho e das minhas amigas, víamos todos episódios só para ver ele e o Justin Hartley.”, fala, rindo, ela revela que é fã do programa. “Eu adoro ver também Supernatural e Grey’s Anatomy para ver aqueles bonitões – Jensen Ackles, Jared Padalecki, Eric Dane e Patrick Dempsey.”, fala. “São minhas grandes alegrias, eu estou sozinha…”, revela, rindo.
Sara possui uma base de fã pequena em relação à de outras cantoras pop e não está preocupada em até agora apenas um grande hit e dois outros pequenos sucessos – seu outro sucesso do top 40 é “King of Anything”, que chegou ao número 32 e recebeu uma indicação ao Grammy de Melhor Performance Pop Feminina com Vocais (perdida para “Bad Romence” da Lady Gaga) em 2011. “Eu nunca esperei e nem espero ter um sucesso no nível de “Call Me Maybe” [da Carly Rae Jepsen] e nem “Tik Tok” [da Kesha], eu não me importo com essas coisas. Ma caso aconteça um dia eu ficarei feliz.”, fala. “Eu não estou criticando essas duas músicas que adoro.”, fala, antes de causa polêmica entre os fãs das duas cantoras.

Sara foca seus esforços em criar músicas atemporal e não hits do momento.
Após todo sucesso envolta de “Brave”, a música virou tema do comercial do Windows 8, então ela começou a divulgar intensamente a música cantando em vários programas como The Voice e cantou com a popstar Taylor Swift na Red Tour, foi um dos fatores que sua gravadora ficou segurando o lançamento do segundo single do álbum, “I Choose You”, por mais de nove meses depois do lançamento de “Brave”. “A gravadora queria aproveitar o sucesso da música. Eu iria lançar, “I Choose You”, em Agosto, mas depois daquele boom que sofreu, a gravadora me convenceu esperar e aproveitar o sucesso da música estava fazendo.”, revela, até agora a música vendeu mais de 1 milhão de cópias só nos Estados Unidos, sua terceira musica que atingi essa marca – “King of Anything” ,vendeu 1,468,000 de copias e “Love Song” vendeu 3,647,000 cópias, ambas apenas nos Estados Unidos. “Um ótimo número, para uma música que escrevi para amigo “sair do armário”.”, revela, em tom de brincadeira. “Estou vivendo um sonho!”, exclama. “Não tinha ideia que eram tão bom!”.
Sara chega atrasada ao ensaio para sua turnê e alguns ela esta totalmente entrosada com sua banda. “É minha 2ª família. Eles me acompanham nesta jornada desde meu primeiro álbum”, diz. Ela ensaia todas as músicas de seu atual álbum, The Blessed Unrest, e revisita os hits anteriores dos dois álbuns anteriores. “Eu não tenho vergonha de meu passado musical.”, fala. “São por causa daquelas músicas que me colocaram hoje aqui e porque eu teria vergonha disso.”, fala. “É a minha historia.”, completa, muitos artistas quando ficam famosos tentam a todo custo excluir seus primeiros sucessos e negar tudo que foi feito no passado. “Porque, eu teria vergonha de alguma coisa que me fez bem sucedida neste meio.”
Entre músicas alegres (e tristes) e altos risos, Sara resolve improvisar e fazer um mash-up com “Brave” e “Roar”, por mais incrível que pareça sua amiga Katy Perry chega e assumi os vocais – a pior parte é não foi filmando, fotografado e nem nada. “Vocês terão que viver com isso!”.
**artigo inventado**
