Dianna Agron faz um balanco de sua vida antes e após Glee e como ela ser transformou nesta em enorme sensação e estrela que ela é hoje em dia
Dianna Agron, 27, liga o rádio de seu carro em uma estação qualquer de canções pop (e top 40) e rapidamente abri um grande sorriso quando ouvi sua versão com Naya Rivera (Santana Lopez) e Heather Morris (Brittany Pierce) de “Come See About Me” das The Supremes começar a tocar no rádio – cantada na temporada passada de Glee. “Eu to acostumada a ouvir minha voz sempre no rádio, é uma sensação maravilhosa.”, revela. “Mas por enquanto, não pretendo fazer em igual à Lea [Michelle] em lançar um disco… Talvez um dia, vocês sabem nunca diga nunca.”, confessa. Muitos fãs e a maioria da mídia acha um grande bobeira por parte dela em não ter aproveitado e se lançando em carreira solo como cantora enquanto sua imagem está veiculada ao programa de enorme sucesso – há tantos exemplos de estrelas da TV (e do cinema) que souberam aproveitar a oportunidade como Hilary Duff, Britney Spears, Christina Aguilera, Demi Lovato, Miley Cyrus, Selena Gomez, Ashley Tisdale, Vanessa Hudgens, Scarlett Johansson, e uma lista interminável. “Isso não é para mim.”, declara. “Eu amo cantar, mas isso em ser cantora envolve e consumi bastante tempo com intermináveis gravações, ensaios para turnê e um longo período na estrada.”, admite. “Eu não os julgo por isso, cada um tem pensamento e objetivo…”, confessa.

De vilã à mocinha redimida.
Dianna chega um pouco atrasada ao estúdio de dança nos estúdios da Fox, ela rapidamente pede desculpas a suas duas colegas de elenco pela demora – Naya e Heather –, onde ensaiam os toques finais para número musical de “Toxic” da Britney Spears (além desta ela também regravou a balada “Just Give Me a Reason” da P!nk com Nate Russ do Fun.), um tango sensual. “É o número [de dança] mais sexy do episódio!!!”, revela Naya, sobre o número que será exibido no 100º episódio, será exibido em 18 de Março de 2014, ele será divido em duas partes, a segunda parte chamara “New Directions”, indo ao ar na semana seguinte. “Estamos trazendo o Unholy Trinity (Trindade Profana) de volta como nos velhos tempos!”, revela Heather. Este comemorativo episódio também marca o retorno dela à série, pois ela não vista na série desde episódio 14 da quarta temporada (durante toda temporada ela apareceu em apenas três episódios: “Thanksgiving”, “Naked” e “I Do”) – há boatos que ela foi preterida e vetada por Lea Michelle em aparecer no episódio “The Quarterback” feito em homenagem ao falecimento precoce de Cory. “Eu não me arrependi de ter deixado a série.”, confessa. “Mas não vejo problema em aparecer de vez quando, não custa nada. Não sou ingrata a série sem ela eu não seria nada do que sou hoje.”, completa. Todos no estúdio ficam de boca aberta pelo altamente sensual número de dança das três. “Está perfeito!”, exclama Dianna, rindo sem parar. Está não é a primeira vez que a música cantada na série e supera em quisto sensualidade a primeira versão que também era sensual demais, mas aqui elas cantam em trajes sumários (digna de uma stripper) e relembra os velhos tempos vestidas com roupa das Cheerios. “O outro também era bastante sexy e ousado…”, lembra Heather. “Nosso Unholy Trinity teve sempre algo sensual, sexy e pervertido envolvido.”, fala Naya. “Eu tinha dito que nunca mais ia ser uma cheerleader. Nunca diga nunca. Aqui estou!””, confessa, rindo. O tão sonhado 100º episódio ainda conta com retorno de Kristin Chenoweth (April Rhodes) e Gwyneth Paltrow (Holly Holliday) , e aparticipação do astro de Gossip Girl, Chace Crawford (Biff McIntosh). “O Chace é um gato.”, fala, rindo.

Estilo de Dianna tem sido copiado por fãs ao redor do mundo.
Dianna tem tido uma presença constante no cinema e na TV – mas com pouco destaque –, antes de entrar em Glee uma comédia musical adolescente nada convencional e “estranha” (segundo os próprios executivos da Fox) como Quinn Fabray, a linda problemática cheerleader loira e má (às vezes) – mas era a garota mais popular e bonita da escola, todas garotas queriam ser como ela e era o sonho de consumo dos rapazes da escola pública William Mckinley. “Bombshell”, defini sua personagem. Depois de Glee, sua carreira explodiu de todas as formas e ser tornou uma estrela. “Nunca imaginei que chegaria tão longe.”, confessa. Inicialmente sua personagem só iria aparecer no piloto, mas agradou tanto a mídia e os fãs chamando mais atenção que a chorosa e mimada Rachel Berry (Lea Michelle), conquistando os plots mais polêmicos da série – gravidez na adolescência (apesar de ser presidente do clube do Celibato da escola) e dando sua filha para adoção, acidente de carro (devido estar dirigindo escrevendo no celular), curiosidade lésbica (com as amigas Santana e Brittany), amante do seu professor de Yale, constante troca de namorados (entre Finn, Sam e Puck – Chord Overstreet e Mark Selling), altos e baixos de personalidade (ora boazinha ora uma vadia de marca maior) e tantos outros –, junto com Lea e Cory, eles formavam o trio de protagonistas principais. “Minha personagem foi crescendo a cada episódio, primeiramente ela era a vilã já no final da primeira temporada era umas das mocinhas.”, revela. “Era tudo uma diversão nos bastidores, eles são minha 2ª família.”, admite, todos do elenco são grandes amigos fora da tela, devido ser um programa com elenco grande de protagonistas – Darren Criss (Blaine), Kevin McHale (Artie), Chris Cofer (Kurt), Harry Shum Jr. (Mike), Amber Riley (Mercedes), Jayma Mays (Emma), Matthew Morrison (Will), Jane Lynch (Sue) –, e após a perda de grande parte do elenco original foram introduzidos no inicio da quarta temporada para tapa o buraco deixado novos personagens (mas até agora não conquistou a simpatia do público) – Alex Newell (Unique), Jacob Artist (Jake), Melissa Benoist (Marly), Blake Jenner (Ryder), Becca Tobin (Kitty).

Dianna tem estrelando vários filmes de sucesso.
Dianna passa perto de um cinema é avista um pôster da série que virou filme, Veronica Mars (2014), estrelado por Kristen Bell, série que ela apareceu em três episódios como Jenny. “Eu queria tanto participar do filme, esperei tanto pelo convite.”, revela, mas não chegou acontecer. “Mas desejo sorte para filme.”, fala. “Talvez eu vá na estreia. Mas caso não, eu verei este filme de qualquer jeito.”, completa, rindo. “Sou uma grande fã, até contribui no financiamento do filme.”, declara, o filme só saiu do papel quando foi lançando uma campanha na internet no Kickstarter em 13 de Março de 2013 para financiar na idealização do filme e menos de 10 horas o filme conseguiu seu objetivo de 2 milhões de dólares (e já no final da campanha conseguir arrecadar 5,7 milhões de dólares doados por 91,585 pessoas). “Isso foi incrível , mostrou a força quando os fãs se unem.”, completa.
Desde que virou uma estrela, ela tem apreciado em filmes de sucesso comercial como Burlesque (2010), Eu Sou o Numero Quatro (2011), Glee 3D: O Filme (2011) e A Família (2013). “Amei em fazer A Família ri de demais nas gravações.”, revela. “Ta aí um experiência que irei levar para resto da vida. Nunca imaginei que faria um filme um dia com Robert De Niro, Tommy Lee Jones e a Michelle Pfeiffer, foi um sonho realizado.”, admite. “Apesar de meu papel ser pequeno em Burlesque eu amei gravar com Xtina [apelido da Christina Aguilera durante a era do polêmico Stripped (2002)] que eu sou uma grande fã dela desde 1999, mas o mais surreal foi ir ao camarim da Cher e bate um papo como se fosse amigas. Foi um dia inesquecível encontrar essas duas deusas do pop”, revela. “Quando contei pro pessoal de Glee eles ficaram morrendo de inveja… Principalmente o Chris que idolatra as duas”, confessa, rindo. Mais sua transição da TV para cinema ficou completa quando estrelou o filme, Eu Sou o Numero Quatro. “Um filme tão diferente do que eu estava acostumada a fazer.”, revela. Além desta conquista invejável na carreira, ela conheceu seu ex-namorado Alex Pettyfer (Magic Mike) – sua lista de conquista é grande: Sebastian Stan (Gossip Girl e Capitão America), Henry Joost, Nick Mathers [há poucos dias ela colocou o fim na relação], e há rumores que ela ficou com astro fortão Chris Evans (Capitão America), com Cory em 2009 e outro muito mais sério que ela e Lea já tiveram caso lésbico – levantando grandes suspeitas quando usou um camisa fom frase “Like Girls” enquanto cantava “Born This Way” durante turnê mundial de Glee. “Não gosto de expor e nem falar da minha vida pessoal (e amorosa)!!”, exclama. “Prefiro nem comentar esse assunto… São águas passadas.”, declara, nem confirmando e nem negando se realmente se envolveu com Cory. Dianna dar uma guinada no assunto voltando a falar de sua carreira em ascensão no cinema. “Eu busco sempre fazer papeis diferentes”, revela. Entre seu papel que mais gostou de fazer foi em The Romantics (2010). “Eu amei participar do filme! Sempre quando estou triste ou de baixo astral… Eu o vejo”. “Foi um sonho quando estive na mesma sala com a Katie Holmes (Dawson’s Creek) e Anna Paquin (X-men e True Blood)… Elas são duas das minhas grandes inspirações por eu ter seguido esta carreira”. “Eu literalmente fique sem palavras”, revela. “Eu era fanática pela Joey Potter (Katie Holmes)! Sabe eu era do Team Dawson (James Van Der Beek)”, fala, rindo, sobre ter sido umas das maiores fãs da série Dawson’s Creek.
![Garotas Malvadas. Trindade Profana [Brittany, Santana e Quinn] em ação cantando](https://revistar.wordpress.com/wp-content/uploads/2014/03/bilxpducuaacqaz-large.jpg?w=300&h=207)
Trindade Profana [Brittany, Santana e Quinn] em ação cantando “Toxic” no episódio “100”.

Dianna tem disseminando pela internet dicas de moda, música, livros, filmes…
Um dos exemplos mais notáveis é que a duo indie pop MS MR chamou atenção da mídia (e entrou nas paradas) com sua “Fantasy” em ter apreciado em uma postagem feita por Dianna, e claro, vira e mexe Dianna monta shows experimentais com várias bandas e canta alguns clássicos do pop – como “Dreams” da Fleetwood Mac e “What’s Love Got to Do with It” da Tina Turner, com a banda A House For Lions. “Não espere por uma turnê do mesmo porte da turnê de Glee.”, fala, fazendo referência à turnê mundial Glee Live! In Concert! que passou pelos Estados Unidos e algumas partes da Europa entre 2010 e 2011, que arrecadou mais 45 milhões de dólares e rendeu o filme 3D, Glee 3D: O Filme, que teve um desempenho razoável nas bilheterias em ter ficado apenas 7 semanas em cartaz. “Nunca tinha feito uma turnê antes… O mais surreal é que todas as noites da turnê estava lotada de gente para ver um bando de underdogs cantando.”,confessa, mostrando bastante espantada pela dimensão do poder de Glee. “O mais surreal para mim foi quando a Jenna [Ushkowitz] (Tina Cohen-Chang) me ligou para falar que agente tinha batido um recorde importante na Billboard Hot 100 e tínhamos entrando para história, então fique pensando ‘Eu nem sou cantora de verdade’.”, fala, até agora já entraram na parada 207 músicas (dessas 51 músicas chegaram ao top 40), o recorde anterior era do rei do rock Elvis Presley com 149 músicas. “Um fenômeno pop!”, define. “Nunca em sã consciência pensei que seria indicada ao Grammy, minha área é outra.”, confessa, sobre ter recebido três indicações ao prêmio máximo da música. Glee viu ser transformar em mina de ouro, 24 trilhas sonoras entraram na Billboard 200 – sendo três números um e outros doze álbuns no top 10 –, e uma vendagem de dar inveja em qualquer veterano com 13 milhões de álbuns e 53 milhões de singles vendidos mundialmente. “Nem acredito nessas coisas… Nunca tivemos essa pretensão de sucesso.”, admite. Sua personagem é uma das poucas que canta, tendo teve poucos solos em vista da Rachel Berry, mas mesmo assim foi responsável por dar ao programa melhores duetos já feitos como “I Feel Pretty / Unpretty” cantada com sua rival Rachel. “A música mais gostei de gravar foi “Take My Breath Away” foi bastante emocionalmente gravar e ver cena depois.”, revela, pois enquanto cantava sua personagem ficou em pé. “Tenho carinho especial por todas outras [músicas gravadas].”, admite.

Ela não arrependeu de ter deixado Glee e conseguindo uma transição para cinema.
Mas desde de sua saída (e da maior parte dos protagonistas originais) no final da terceira temporada, o programa que era tido como genial (por todos das mídia e pelo histéricos gleek – nome dado aos fãs do programa), mas desde então estar em estado de decadência desde da quarta temporada em termos de audiência e as músicas não tem tido visibilidade nas paradas como antes, mas o pior de todos foi a morte do precoce do protagonista Cory Monteith devido overdose de droga antes do inicio das gravações da atual temporada (e já foi confirmando que sexta temporada será a última). “Eu chorei demais pela essa terrível perda.”, admite. “A ficha ainda não caiu. Ele era um grande amigo.”, fala, mostrando bastante emocionada. “Eu nem esperava que irasse voltar para 100º episódio de Glee, pois eu nem sequer fui convidada para participar do episódio em homenagem ao Cory”, confessa, mostrando um tom de alivio, pois sua personagem foi um pilar importante na historia de Glee e do personagem de Cory – eles vivam relação ioiô, formando um famoso triangulo amoroso da série junto com a Rachel Berry. “Eu estava seguindo em frente com minha carreira, mas é sempre bom estar em casa de novo.”, admite.

Trindade Profana promete abalar as estruturas de Glee.
Dianna está novamente atrasada para seu compromisso. “Não é minha culpa!”, admite, rindo. “É culpa do trânsito…”, fala. Então ela liga o rádio é mais uma vez sua voz é ouvida – desta vez ela divide os vocais com Lea Michelle e Naya Rivera em “Love Song” da Sara Bareilles. Então ela rir sem parar. “Amo essa sensação, mas é bastante estranha… Nunca me canso disso!”.
**artigo inventado **
