Nikita: É Chegada a Hora de Dizer Adeus

No final de 2013, Nikita chegava ao fim como a série mais subestimada da The CW, mas mesmo assim se transformou na melhor série de espionagem da década (e de todos os tempos)

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É tarde da noite e Maggie Q está gravando os últimos episódios da sua série Nikita. “Eu sou tão grata por essa personagem ter caído em minhas mãos”, fala. Maggie ser tornou-se a primeira atriz asiática-americana a ser protagonista em uma série dramática norte-americana. O diretor do episódio “Bubble” grita ação e Maggie entra rapidamente na personagem. “Eu gosto de interpretar ela… Ela é tão durona!”, fala, rindo. Assim como outras atrizes de sua idade que ficam marcadas por interpretar loiras burras ou moças ingênuas, com Maggie é oposto ela sempre é chamada para estrelar filmes de ação como Missão Impossível 3 (2006), Duro de Matar 4.0 (2007) e em breve terá um papel de destaque na franquia dos filmes Divergente. “Eu não sou nada daquilo que se vê nas telas…”, esclarece. “Mais eu gosto de ser poderosa (nas telas)!”, admite. “Isso eleva minha auto-estima e me divertido muito”.

Como devem todos já devem saber a série tem como base nos filmes NikitaCriada para Matar (1990) e A Assassina (1993) e da série cult dos anos 90 La Femme Nikita, exibida entre 1997 e 2001. “Eu não vi nenhum dos filmes e nem a série… Eu não queria que minha interpretação e caracterização fossem iguais às anteriores”, confessa. “Minha maior inspiração para compor minha personagem foi a Veronica Mars [da série homônimo] e a Nancy Drew”, revela. “Eu queria dar o mesmo tom para minha personagem, mas com ar de inédito…”. Assim como Nikita, Veronica Mars também foi subestimada pela UPN/The CW durando apenas três excelentes temporadas. “Eu não entendo há muitas séries com roteiro raso e pobre… Que duram anos, mas séries de qualidade tem prazo de validade!”, polemiza. Apesar da curta duração da série ela já recebeu duas indicações ao Emmy. “Foi tão surreal!”.

Despedida. Temporada final tem apenas 6 episódios.
Despedida.
Temporada final tem apenas 6 episódios.

A série estreou em 9 de setembro de 2010 na The CW como programa mais adulto e tão não focado nos adolescentes – o publico alvo do canal –, mesmo assim agradou tantos os jovens quanto os adultos. A série conta a historia de uma assassina que busca se vingar de sua antiga organização, a Divisão. Que recruta jovens problemáticos e muitas vezes sem família, e os treina para torná-los assassinos. “Quando eu li o roteiro eu queria fazer parte!”, revela Lyndsy Fonseca (das séries Desperate Housewives e How You Met Your Mother), a Alex Udinov. Se fosse fazer uma comparação de séries no ar com maior objetivo é vingança só daria Nikita e Revenge. “Nossa série tem armas, explosões e bombas… Já Revenge tem intrigas, fofocas e barracos…”, fala Dillon Casey, o Sean Pierce, que está fazendo uma visita aos seus ex-colegas de elenco. “Eu morro de saudades deles, pois eles são minha 2ª família… Apesar de meu personagem ter morrido no final da 3ª temporada, eu sempre estou de visita nos sets”.

Vilã. Amanda é grande vilã da série.
Vilã.
Amanda é grande vilã da série.

Antes do inicio de gravações de mais uma cena de ação Maggie e  Shane West (do clássico adolescente Um Amor para Recordar), o Michael, conversam como devem fazer a cena. “Eu acho que é assim”, fala Shane. O outro dois companheiros de cena chegam – Lyndsy e Aaron Stanford (dos filmes X-Men), o Birkhoff. O quarteto fantástico se diverte e depois de alguns minutos eles se dão conta que esta jornada de trabalho que já durou três anos está chegando ao fim. “Só falta gravar mais um [episódio]!”, fala Maggie.  Então a emoção toma conta do set. Então Melinda Clarke (da série The O.C.), a Amanda, chega sorridente e cumprimenta todos da equipe. “Eu não nada da Amanda!”, brinca, pois sua personagem é grande vilã da historia. “Eu adoro gosto de sempre  ser chamada para fazer vilãs [e cougars]!!”, fala, rindo.

Apesar da série nunca ter tido a audiência alta como as de The Vampire Diaries ou Supernatural a série manteve com uma qualidade superior a muitas séries da casa  e de outras séries com a mesma temática durante as quatro temporadas – no exterior a série sucesso de vendas de DVDs e reprises. “Eu nunca recebi um roteiro do episódio e falei já fizemos isso”, admite Noan Bean, o Ryan. Não são só próprios atores que pensam assim o público e a critica também. “A série é bastante ágil e veloz… Não fica presa e nem fica constantemente repetindo plots”, confessa Aaron.

2ª Família. Dillon Casey sente falta de fazer parte da série.
2ª Família.
Dillon Casey sente falta de fazer parte da série.

Como é de costume as gravações vão até altas horas da madrugada, mas o pique deles continua nas alturas. “Isso tudo é adrenalina”, confessa Maggie. Em meios a carros explodindo e tiros, o diretor grita corta. “Eu não vejo a hora de ver esse episódio”, fala Shane. “Pois ele finaliza muitos plots e encaminha a série para grande final”, revela. “Eu já li o roterio do último episódio é tão mais tão bombástico no bom sentido da palavra”, confessa. “Não será um final tosco!”.

São por volta das 3 horas da madrugada e os atores já estão indo para suas casas. “Amanha por volta do meio dia estamos de volta”, revela Lyndsy morrendo de sono. O clima dos bastidores da série sempre foi calmo e não tem tantos egos inflados como de outras produções. “Nós criamos uma regra: tratar todo mundo com respeito e ter estrelismo nos bastidores”, confessa Devon Sawa, o Owen. “Por isso somos uma grande família…”, admite.

Grande amor. Nikita e Michael vivem uma grande historia de amor.
Grande amor.
Nikita e Michael vivem uma grande historia de amor.

Maggie chega ao estúdio com seu iPhone ouvindo a trilha sonora do filme As Crônicas de Narina: O Príncipe Caspian (2008) – “The Call” da Regina Spektor e “This Is Home” da banda  Switchfoot –, e o mais recente álbum da Katy Perry, Prism (2013) – a faixa que ela mais escuta no momento é “This Moment” e “This Is How We Do”. “Eu adoro ouvir trilhas sonoras!”, confessa. “Eu adotei o lema de viver o momento como fala a música da Katy…”.

Antes do horário previsto para gravações todos do elenco já chegaram e estão na sala de maquiagem se preparando para gravar os últimos momentos do penúltimo episódio da série. “No momento eu não tendo pensar que está chegando ao fim. Se não irei conseguir me concentrar e gravas as cenas”, admite. As intensas gravações tomam conta do lugar e acontecem tantas coisas incríveis. “Esta gostando?”, pergunta Shane. “Nós estamos dando nosso melhor”, admite. “Nós sabemos que apesar de ter durado pouco e não ter produzido 100 episódios… Eu espero que com o tempo ela encontre seu público e vire um cult moderno”, revela Lyndie Greenwood, a Sonya. A série chegara ao fim em 27 de dezembro de 2013 com total de 73 episódios produzidos. “Essa última temporada deveria ter os habituas 22 episódios”, desabafa Lyndsy.

Turma do barulho. Série tem muitas cenas de ação.
Turma do barulho.
Série tem muitas cenas de ação.

Como nada nesta vida dura para sempre é chegada a hora de dizer adeus a Nikita que foi um programa que despertou certa desconfiança na hora de produzir pois o canal tem costume de produzir série adolescente de gosto duvidoso e a cada semana a narrativa crescia e nos dava um episódio superior a cada semana. “É um programa que irar fazer falta na minha vida!”, confessa Maggie. Não só na vida de Maggie e companhia, mas nos telespectadores espalhados pelo mundo acostumados com essa excelente série. “A sensação de bastante agridoce para todo mundo, mas com sabor de missão cumprida”.

**artigo inventado**

Charli XCX: Nasce uma Estrela

Charli XCX já havia avisado que estava preste a estourar e não mede esforço para seu nome não ser esquecido

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Charli XCX, 21, está a todo vapor gravando seu terceiro álbum em meio ao estouro de “Fancy” e a ascensão de “Boom Clap” nas paradas do planeta. “Se você me falasse que eu teria uma música no número 1 da Billboard Hot 100. Eu iria rir da sua cara”, admite. “É tudo tão surreal para mim…”, fala, sua parceira com rapper australiana Iggy Azalea esteve por sete semanas consecutivas nesta invejável posição e sua popularidade cresce a cada dia nas redes sociais como Instagram, Facebook, Twitter, Tumblr e tantas outras. “Eu sou viciada nelas”, admite.

Amigas.
Amigas.
“Fancy” explodiu nas paradas de sucesso.

São 6 da manha e o sol acaba de nascer na ensolarada Califórnia e Charli já entrou no banho. “Eu tenho acordado cada vez mais cedo”, confessa. Sua assistente traz seu reforçado café da manha e seu iPhone – todo personalizado com dizeres “I’m so fancyyy”. “Eu sou tão grata por essa frase”, revela. “Essa parceira nasceu assim. Eu ouvi “Leave It” (era o nome da música antes de ser finalizada) da Iggy no Youtube e gostei do que ouvi, mas vi que faltava algo ali música. Ela veio me pedir para compor alguns versos e então fiz o que ela pediu e escrevi. Gravei e mandei para ela, depois de um tempo ela me ligou dizendo para ficar [minha voz] na música”, fala. O resto da história todos sabem elas filmaram o videoclipe inspirado no clássico adolescente As Patricinhas de Beverly Hills (1995) e então aos poucos a música foi subindo nas paradas até o tão sonhado número 1. “Não havia nenhuma expectativa que a música fosse esse sucesso que é”, revela. “É nosso filme preferido!”, fala. “Nós somos agora grandes amigas”, revela. “Nós tem planos de gravar mais músicas juntas e em breve as pessoas irão ver o resultado [desta nova música]”, admite. “Só ainda não temos uma data para o lançamento… Mas antes do fim do ano já estará nas rádios”, revela em primeira mão.

Punk. Charli está gravando disco mais pop.
Punk.
Charli está gravando álbum mais pop.

Antes do sucesso inesperado de “Fancy”, Charli já havia chamado atenção da mídia um ano antes com sua parceira com duo Icona Pop na eufórica “I Love It”. “Eu escrevei essa música em 10 minutos e vi que não era muito minha cara e então passei para Icona Pop”, revela. Da noite para o dia a música explodiu nas paradas e todas as boates mundo afora – e ao mesmo tempo seu segundo álbum, True Romance (2013), que havia encantado a critica mesmo não sendo um grande sucesso de venda, mas algumas músicas foram usadas nas séries – Gossip Girl (‘Era meu programa favorito’), 90210, The Vampire Diaries, Singles Ladies e entre outras. “Era tão surreal quando recebi a confirmação que minha música tinha vendido mais de 2.6 milhões de cópias só nos Estados Unidos e era top 10 por lá”, fala, a posição mais atual que a música atingiu no país foi o número 7. Apesar de ela ter sido creditada (e recebido uma grande fatia de dinheiro por ser a autora) ela não apareceu em nenhuma apresentação com duo e nem mesmo no videoclipe da música. “Até hoje eu não sei por que disso”, admite. Mesmo assim a música foi aclamada como uma das melhores do ano (inclusive ela ganhou dois prêmios SESAC Pop de Música e Compositor do Ano) e foi regravada pelo elenco da série Glee. “Gostei, mas houve muita censura nela”, admite.

Recusada.
Recusada.
“Boom Clap” foi dada para Hilary Duff.

São por volta de 7:30 da manha e Charli esta pronta para mais uma sessão de gravação para seu esperado terceiro álbum. “Agora eu quero criar hits para mim!”, exclama. “Se posso compor para outras pessoas… Eu posso fazer o mesmo, mas agora o objetivo é criar para mim mesma”. Charli já deixou passar muitas grandes oportunidades como ter recusado um dueto com ganhadora do Grammy Christina Aguilera. “Ela é bacana, mas simplesmente não era certo”, admite. “Agora eu sou mais preparada e confiante da minha música”. “Meu único arrependimento é meu álbum de estreia [14 (2008)] é uma coleção terrível de canções do Myspace! Ainda bem que ele nunca recebeu uma lançamento comercial”, fala, rindo. “Eu to fudendo para opinião alheia!”.

Premiada. O hit
Premiada.
O hit “I Love It” lhe rendeu dois prêmios SESAC Pop de Compositor e Música do Ano.

Assim como todos blogueiros e não blogueiros que analisam semana a semana as paradas da Billboard. “É uma religião para mim… Eu sempre olho como estão minhas músicas nas paradas”, fala. Charli grita de alegria sua “Boom Clap” chegou ao número 14 (semanas depois chegou ao número 8 e já vendeu mais de um milhão cópias no país) fazendo ser seu primeiro grande hit como artista solo (em seus outros dois hits ela era apenas artista convidada). “O mais engraçado que a música foi recusada pela Hilary Duff… Obrigado, Hilary”, fala, rindo. “Mas eu não vou desistir dela [gravar uma musica minha]”, confessa. “Esse é um dos meus mais loucos sonhos”, fala, outro grande sonho é ganhar um Grammy.  Outro fator que contribuiu para sucesso da música foi ter sido inclusa na trilha sonora do choroso drama adolescente A Culpa é das Estrelas (2014). “Essa música já estava em meu computador mais de um ano… Então envie a demo de “Boom” com outra música quando recebi o pedido de uma música para o filme”, revela. Inicialmente a música não agradou e os diretores disseram: “Pode ser, mas ainda não tem som suficiente pleno, não tem energia suficiente”, relembra. “Então pedi para me dar mais alguns dias para finalizar ela”, fala. Então eles amaram o que tinha em mãos e notaram um enorme potencial que a faixa tinha. (Um potencial que a equipe da Hilary não notou e fez ela perder um provável hit em sua volta ao mundo da música…)

1º grande hit.
1º grande hit.
“Boom Clap” é seu primeiro grande sucesso como artista solo.

São 8:30 e Charli já está pronta para ir ao estúdio mais próximo de onde ela estar e hoje será um dia especial ela irar trabalhar em sua colaboração com produtor sensação Dr. Luke. “É algo bem grande… Eu não posso revelar para quem é a música”, revela, fazendo mistério. “Não é para Katy Perry!”, fala. Em meio uma colaboração com Dr. Luke, Charli tem gravado seu novo disco com uma áurea mais pop e radiofônico – bem no estilo de “SuperLove” e totalmente o oposto de seus dois álbuns anteriores. “Eu estava de saco cheio da indústria da música e fui para a Suécia e compus um álbum punk”, revela. “Mas vi que não era o momento de lançar meu disco de punk… Algum dia ele vera a luz do dia”, admite. “No momento eu quero ser uma estrela do pop e não to ligando se meus antigos fãs irão gostar do meu novo álbum ”, revela. “Meu novo álbum será mais pop do que anterior e repleto de hits para todos os lados”, fala. “Não será aquele pop descartável… É o cruzamento do true pop com indie pop”, revela. Só pela música que Charli colocou os vocais hoje já dar para ter uma idéia parece alguma música que encaixaria perfeitamente no Teenage Dream (2010) da Katy Perry e em outro qualquer álbum de uma grande diva do pop. “Eu tenho ouvido muito o pop dos anos 80 para ter uma grande influência no álbum”, revela.

Durante toda semana, Charlie tem ido ao estúdio com punhado de novas músicas e algumas idéias para seu novo álbum. “É algo grande… É algo grande… É algo grande!!!”, grita dentro da cabine de gravação, exclamando. “É mesmo!!”, responde, seu empresário. “Foda-se, já temos o primeiro single!!”, grita. A cada sessão produtiva de gravação Charli e seu empresário repetem as mesmas falas todas as vezes que ouve-se mais nova música de Charli.

**artigo inventado**

Molly Ringwald: Vivendo Um Sonho Adolescente

No meio dos anos 80, Molly Ringwald era nova queridinha da América e a musa absoluta dos filmes de John Hughes, mas ainda não sabia qual seria o rumo de sua carreira que estava em plena ascensão em Hollywood

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Molly Ringwald, 18, está no topo do mundo novamente com delicioso A Garota de Rosa-Shocking (1986), mais uma comedia romântica adolescente do mestre John Hughes – desta vez ele apenas escreveu o roteiro do filme, a direção ficou a cargo do estreante Howard Duetch . “É o filme que eu mais de identifique até agora… É meu preferido!”, fala. “Eu não estou falando mal dos outros filmes que já fiz”, exclama, para não ser mal interpretada. “Sempre o John me ligava e falava tenho um papel incrível é quero que você faça ele!”, exclama, sobre sua parceira com diretor e roteirista. “Somos uma segunda família”, admite. No seu novo filme, ela é Andie Walsh, uma menina pobre bastante estilosa e que estuda em uma escola de ricos. No decorre do filme ela terá que escolher entre o amor do playboy Blane McDonnagh (Andrew McCarthy) e seu amigo de infância Duckie (Jon Cryer).

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Doce 16. Molly chegou ao auge de sua carreira com Gatinhas e Gatões (1984).
Bons Amigos. Eles foram namorados entre 1984 e 1985.
Bons Amigos.
Eles foram namorados entre 1984 e 1985.

Para quem ainda não sabe ou finge não saber quem é Molly, ela despontou para quando recebeu uma indicação ao Globo de Ouro por sua brilhante atuação em A Tempestade (1982), mas a fama de fato chegou aos 16 anos com divertido (e já clássico) Gatinhas e Gatões (1984) fazendo dela uma grande estrela adolescente e sua consolidação ao posto de estrela adolescente mais influente veio em Clube dos Cinco (1985) – o filme era estrelado pelo alguns membros do Brat Pack: Anthony Michael Hall (Gatinhas e Gatões e Mulher Nota 1000), Emilio Estevez (filho do ator Martin Sheen), Judd Nelson e Ally Sheedy, “Eu não sabia que aqueles filmes ditos bobos seriam grandes sucessos de publico e critica”, confessa. “Era tudo tão novo para mim”. “Tudo era feito sem qualquer pretensão”, relembra. “Eu nunca imaginei que seria famosa por conta destes filmes”, admite. É tarde da noite e Molly está em sua grande casa no centro de Hollywood, sentada assistindo Vivendo e Aprendendo – que foi seu primeiro trabalho como atriz e apareceu em 14 episódios como Molly Parker no inicio da série. “É minha série de TV favorita. Eu assisto sempre que posso”, confessa, rindo. Antes de virar estrela do cinema e da TV, Molly, gravou com a banda de seu pai, Bob Ringwald, um disco de jazz. “Isso foi á tanto tempo… Agora no momento eu não pretendo mais ser cantar, mas que sabe mais para frente”, admite.

Icone Adolescente. Molly é a garota adolescente mais popular dos Estados Unidos atualmente.
Icone Adolescente.
Molly é a garota adolescente mais popular dos Estados Unidos atualmente.

“Nós também somos viciadas na série Supergatas e pretendermos ter uma amizade longa com as destas incríveis personagens”, revela.“Eu não fique com magoa como minha personagem foi tirada da série”, esclarece, pois ela e mais pessoas foram demitidas da série, quando estava indo para 2ª temporada. “Minha vida tem sido bastante intensa por conta das gravações [dos filmes]”, admite. Seu ex-namorado, Anthony Michael Hall, está ligando para sua casa. “Nós mantemos uma relação muito boa, apesar de nosso namoro ter acabado”, revela, hoje em dia ela está com guitarrista e ator Dweezil Zappa [eles se conheceram nos sets de seu último filme]. “Ele não tem ciúmes de nós…”, revela.

It Girl. Molly chama atenção pelo seu estilo e por seu cabelo.
It Girl.
Molly chama atenção pelo seu estilo e por seu cabelo.

Molly está com sua casa cheia de amigas todas parecidas saídas de capas de revistas se arrumando com olhos grudados na TV. “Temos esse ritual toda semana”, fala. Hoje será um dia especial, ela foi convidada para assistir a nova turnê da cantora pop Cyndi Lauper. “Quando recebi um convite do empresário da Cyndi para ver a estréia da turnê True Colors e eu perguntei se poderia levar minha turma?”, revela, rindo. “Eu amo a música dela e estou ansiosa para ver esta nova fase da carreira dela”, admite. Molly esta vestida com clássica roupa do álbum She’s So Unusual (1983) e suas amigas estão com outras clássicas roupas dos videoclipes daquele álbum. “Sempre nós vestimos de acordo com show de quem nós estamos indo”, fala Marissa, uma das amigas mais antigas de Molly. “Semana passada nós fomos ao show da Madonna e da Whitney Houston…”, relembra. Molly chega ao show com sua pequena comitiva de amigas e dois seguranças. Elas dançam como não tivesse amanha ao som de “She Bop” e entram em transe com “Time After Time”. “É melhor show que fui até agora!”, exclama. “Essas novas músicas são incríveis”, fala. Mas elas (e mais de 15,678 pessoas) querem mesmo e vão a loucura em “Girls Just Want to Have Fun”. “Isso é um verdadeiro hino!”, admite, aos gritos. Cyndi prolonga esse iônico hino levando o público ao delírio.

São 10 da manha e Molly ainda não se levantou. “Ela está bastante cansada por causa do show de ontem”, fala sua empregada. “Ela não ira demorar mais”, esclarece. São 11 horas da manha e ainda nenhum sinal dela. “Ela já está quase saindo do banho”, avisa. Molly desce as escadas por exatamente as 11:15 e sua primeira frase é “Estou de férias!”, exclama, em tom de brincadeira. “Eu tento aproveitar o máximo que posso quando estou de férias”, esclarece. Pois mês que vem ela dará inicio as filmagens de seu novo filme, O Rei da Paquera, co estrelado pelo bonitão Robert Downey Jr. “É uma comédia romântica”, fala. “É tudo que eu posso falar, diretor me mata se eu falar demais”, confessa.

Influente! Molly saiu na capa da revista Time.
Influente!
Molly saiu na capa da revista Time.

Saiu recentemente que Molly foi convidada para estrelar Alguém Muito Especial nova aposta do John, mas até agora ela ainda não confirmou se fara parte deste novo projeto. “Ainda estou duvidas…”, confessa. “Eu estou em busca de novas oportunidades…”. O que Molly mais gosta é quando soube que foi declarada a estrela adolescente de todos os tempos e a musa dos filmes de John Hughes. “São títulos que irei levar por toda vida e minha carreira”, fala. Inicialmente Molly não levava fé que sua carreira iria decolar, pois era muito diferente de outras estrelas adolescentes de sua geração. “Todas eram loiras, altas, bonitas e com olhos azuis”, confessa. “Eu tive que me aceitar primeiro e aposta no meu potencial!”, exclama. “Antes eu queria ser como elas e hoje elas querem ser como eu sou”, admite. Ela ser tornou referência entre as jovens tudo que ela usa e ouve vira moda. “Eu acho um máximo ser uma It-girl”, revela. Esse termo foi criado especialmente para ela pela grande influência que ela exerce nas garotas de sua idade e recentemente ela saiu na capa da conceituada revista Time. “Isso é um máximo, mas falando serio eu quero é sair na capa da Seventeen“. Ela foi descrita pela publicação como “a modelo adolescente moderna e a maior ídolo adolescente dos últimos tempos”.

“Minha auto-estima está lá nas alturas”, revela. “Eu vi com Cyndi e Madonna que ser diferente tem suas vantagens e que devemos nos aceitar por todos os nossos defeitos”. Hoje em dia seu cabelo ruivo e suas sardas são suas marcas registradas. “Hoje os diretores e produtores nem me pedem mais para mudar a cor do meu cabelo… Hoje eles me aceitam do jeito que sou”, fala. Molly está pronta para ir ao shopping comprar dois novos pares de óculos da marca Ray-Ban que viu em um filme com Madonna. “Eu sou louca por sapatos, óculos e carros.”, fala, rindo. “Eu não sou uma típica garota americana”, brinca.

Precoce. Molly começou a atuar cedo.
Precoce.
Molly começou a atuar cedo.

Assim que entra no shopping ela chama olhares por onde passa e cercada por um punhado de fãs querendo autografo e fotos. “Quase todos os meus dias são assim… São poucas vezes que não sou conhecida nas ruas”, fala. Seu passeio que levaria apenas uma hora agora estar beirando quase três horas por conta do burburinho que virou o shopping por conta de sua presença. “Eu não tocaria isso por nada”, fala. “Eu gosto disso, pois representa que meu trabalho duro está sendo reconhecido”, revela. “Mas eu sei que eu nunca ficarei no topo para sempre”, admite. “Todo sucesso melhor que seja é sempre efêmero”, confessa. Molly saiu do shopping com escolta policial por conta de tantos fãs e entra em seu luxuoso carro rosa (“É minha cor favorita e claro de todas minhas personagens que o John criou para mim”) – um presente de John após o sucesso comercial do seu último papel –, e pega a auto-estrada para centro de Hollywood. O carro de Molly move assim como sua carreira em uma velocidade alucinante. “Eu gosto desta sensação”, admite. “Eu quero que nunca chegue ao fim… Pois eu estou vivendo meu sonho adolescente!”. Ainda não se sabe quanto tempo irar durar esse efêmero sonho adolescente. “Estou vivendo um dia de cada vez”.

 

**artigo inventado**

William Moseley: O Eterno Galã Adolescente

William Moseley avalia os rumos de sua carreira após nove anos que chegou ao estrelato por conta de As Crônicas de Narina

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William Moseley, 26, entra em pequena loja de discos no centro de Los Angeles. Assim que entra ele pergunta para um funcionário do local onde se encontra o novo álbum do Pharrell Williams, G I R L (2014) e o álbum Secondhand Rapture (2013) do duo MS MR . “Eu estou amando seu novo disco… Eu já tinha baixando no iTunes”, revela. Após alguns minutos do recinto ele é reconhecido pelos fãs presentes no local, então sua busca pelo disco é interrompida por autógrafo e claro por fotos. “Eu não vejo problema algum”, revela.

Auge. Carreia de William ficou marcada pelo papel de Peter.
Auge.
Carreia de William ficou marcada pelo papel de Peter.

Claro se você passou parte de sua infância ou adolescência em 2005 ele é um rosto bastante familiar por ter sido o protagonista da franquia bilionária de filmes baseado nos livros As Crônicas de Nárnia que da noite para o dia ser tornou um galã adolescente virando desejo de consumo de todas adolescentes do planeta. “Foi um papel desafiador… Sabe é aquele tipo de papel que defini toda sua carreira”, revela. “Nem acredito que está quase completando uma década que o filme foi lançando”, admite. “Eu fico bastante feliz quando algum fala que fiz parte de sua infância”,revela. Nos filmes ele era Peter Pevensie, o filho mais velhos de 4 irmãos – Susan (Anna Popplewell), Edmund (Skandar Keynes) e Lucy (Georgie Henley) – que juntos descobrem Nárnia um mundo paralelo ao nosso e vivem altas aventuras neste reino que posteriormente ser tornam os reis e rainhas deste lugar. “Foi uma experiência única que vive… Vou levar aqueles momentos para resto de minha vida”, confessa. “Eu sou realmente grato por esse personagem ter feito parte da minha história… Eu não sou de cuspir no prato que comi”, fala, alfinetada direcionada ao Skandar Keynes que tem dando declarações polêmicas a respeito ao filme. “Chegue onde estou por causa de Nárnia“.

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Rei encantando.
William ser tornou um galã adolescente.

Inicialmente ele teve bastante destaque nos dois primeiros filmes da saga As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (2005) e As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian (2008) e uma curta participação em As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada (2010), todos os Pevensie tiveram suas historias encerrada no final do terceiro filme. Os mais novos filmes de A Cadeira de Prata tem sua estréia prevista para 2016 e O Sobrinho do Mago esta em fase de desenvolvimento do roteiro. “Sempre nos iremos fazer parte da família de Nárnia”, confessa. “Eu garanto nós estamos por fora de tudo…”, revela, sobre ainda não saber de fará parte do novo filme. “Pois nossas historias foram encerradas. Neste novo filme foca na viagem do meu primo com sua amiga para Nárnia”, fala.

2ª Família. William mantem contanto até hoje com elenco de Nárnia.
2ª Família.
William mantem contanto até hoje com elenco de Nárnia.

William saiu da loja de discos e pega à auto-estrada indo para casa de sua namorada Kelsey Chow (One Tree Hill e Pair of Kings). William coloca o disco para tocar e canta durante todo trajeto. “Amo cantar “Happy” no carro e no banho…”, revela, rindo. Ele é recebido por um beijo de sua amada. “Espero construir uma família, mas ainda não sei”, confessa. Hoje ele está de folgas das gravações de seu novo filme Margarita, with a Straw. “Tento aproveitar o máximo possível”, fala, ele está envolvido no filme The Veil e na série The Royals onde ele (novamente) vive um príncipe nos dias de hoje. “São bastantes diferentes entre si”, fala. “The Royals é bastante intensa em mostrar a vida da realeza com mídia em cima dela…”, completa, a série tem previsão de estrear apenas em 2015 e foi criada pelo criador de One Tree Hill.

Sonhos. William tem planos de construir uma família.
Sonhos.
William tem planos de construir uma família.

William chegou ao estrelato por conta de As Crônicas de Nárnia ele infelizmente não conseguiu ainda ter outro grande papel no cinema ficando marcado apenas por seu papel de Peter – ele fez o teste para papel principal em Harry Potter, mas perdeu para Daniel Radcliffe. “Não vejo problema nenhum… Muitas pessoas se matariam para ter um papel tão importante”, desabafa. “As pessoas falam pobre William… Meu contador não acha isso”, brinca, sobre o fato de antes de completar 21 anos ele era um jovem milionário com patrimônio de U$6 milhões (a cada ano cresce mais pelos lucros de Nárnia tem). “Todos nós estamos bem financeiramente”, revela.

Velho. William já se considera velho, pois está na casa dos 27 anos.
Velho.
William já se considera velho, pois está na casa dos 27 anos.

William mantém até hoje contato com outros protagonistas de Nárnia – incluindo o Ben Barnes (Caspian). “Eles são minha segunda família. Tem um carinho especial por todos eles”, revela. “Muitas vezes ajo como um irmão mais velho com eles”, fala, rindo. William apesar de ser britânico e amar seu país atualmente ele mora em uma luxuosa casa em Los Angeles. William sempre é visto com Ben (ele também mora em Los Angeles) com outros é mais difícil, pois Anna mora em Toronto conta das gravações da série Regin – os dois já namorados entre Dezembro de 2005 e Janeiro de 2007 –, e já Georgie e Skandar ainda moram em Londres – os dois estudam na Universidade de Cambridge (atualmente Skandar cursa seu último ano). “Eles estão crescidos!”, brinca, recentemente ele viajou para Londres e viu os dois. “Estou ficando velho!”, brinca, sobre o fato de estar quase completando 27 anos (ele nasceu em 27 de abril de 1987). De todos protagonista de Nárnia ele foi único que não quis ir para faculdade. “Eu acho que não levo muito jeito para essas coisas… Mais quem sabe no futuro eu entre”, revela. William tem costume de criar grande amizades fora dos sets onde trabalha. “Eu tento ao máximo ser amigável”, fala. Sua mais recente amizade feita foi com astro latino fortão William Levy nos sets de The Veil. “Aquele cara é foda!”, exclama.

Milionário. Antes dos 12 anos William já tinha uma fortuna de U$6 milhões.
Milionário.
Antes dos 21 anos William já tinha uma fortuna de U$6 milhões.

Ainda de casa de sua amada, William estar vendo um jogo de futebol na TV, assim como a maioria dos homens ele é fanático pelo esporte. “Espero ir à Copa do Mundo no Brasil ver algum jogo”, fala. “Não sei se minha agenda irar estar livre na época”, revela. “Se tive jeito quero ir para ver abertura ou encerramento”, fala. “Caso não de vou ver pela TV mesmo”. William está vendo uma reprise de sua serie atual favorita Orphan Black enquanto sua amada eata se arrumando para sair. “É sensacional! Adoro um bom suspense”, fala, ele também gosta de assistir Blue State Mountain, Spartacus e Supernatural.

Já é tarde da noite e William esta todo arrumando, pois os dois estão indo para balada. “Nós sempre saímos para ir ao show, cinema ou uma balada”, revela. “Mais não me considero festeiro”. Apesar de ter 26 anos, William não gosta de beber muito. “Só um pouco”, fala. “Nunca fui chegando nestas coisas… Nunca me usei drogas”, revela. Muitos artistas que chegam ao topo cedo têm costume de acabar com suas carreiras pelo envolvimento com drogas pesadas e bebidas. “Eu desprezo essas coisas. Isso só trás coisas ruins para nossas vidas”, desabafa.”Já cortei muitas relações por causas destas coisas”. Entre uma música amida e outra ainda mais amida. “Gosto deste tipo de músicas, esqueço meus problemas”. William e Kelsey dançam e riem como não tivesse amanha. Já são por volta das 2 da manha e ele pegam um taxi rumo para casa de William, pois é quase perto da casa dele. “Nós iremos continuar nosso noite em minha casa…”, fala, rindo, dando entender que eles irão transar.

Futuro incerto. William ainda não sabe se irar aparecer no novo filme de Nárnia.
Futuro incerto.
William ainda não sabe se irar aparecer no novo filme de Nárnia.

Já são por volta das 10 da manha e os dois acordam com rosto corado pela noite de diversão que eles tiveram quando durante à noite – foram ouvidos vários gemidos durante a noite toda. “Meu sonho é ser pai”, fala. “Estou atualmente estou praticando bastante”, confessa, rindo sobre manter uma vida sexual bastante ativa. “Não quer dizer que era de fazer sexo causal… Só fazia com minhas namoradas”, admite. “Não sou nenhum maníaco por sexo”, esclarece. Apesar de ter um pênis avantajado que por descuido foi mostrando quando teve sua roupa molhada durante sua participação no American Ninja Warrior. “Morri de vergonha quando tive minhas partes intimas sendo exporta por toda internet ampliada em vários sites de fofocas”, desabafa. “Muitas pessoas já que viram [pênis] falaram que eu daria um ótimo ator pornográfico”, fala, rindo.

William vai vivendo sua vida um dia de cada vez sem grandes luxuosos (apesar de ser um jovem ator milionário). “Não sou muito ligado em ficar ostentando”, fala. William não sabe o que o futuro lhe reversa e nem os rumos que sua carreira irar tomar. “Estou preparado para tudo”.

**artigo inventado**

 

Jon McLaughlin: O Bom Moço do Pop

Jon McLaughlin vem comendo pela beiradas e conquistando uma legião fervorosa de fãs pelos seus excepcionais álbuns l_a9b4ba21f98db500f803241a9d445ff1 Jon McLaughlin, 31, está parado há de uma hora no caótico transito da ensolarada Califórnia. “Amo essa cidade!”, afirma, apesar de ser natural de Indiana. Muitas das músicas dele nasceram de idéias de quando estava parado no trânsito. Mais hoje ainda não nasceu nenhuma idéia, pois sua maior preocupação está sentada no banco de trás – sua filha Luca de seu casamento com Amy. “Elas são as mulheres da minha vida”, afirma. “Elas são as minhas maiores fãs!”. Sua filha está bastante agitada. “Esse trânsito estar deixando ela louca”. O único jeito de acalmar sua filha é colocando seu mais recente álbum Holding My Breath (2013) para tocar. Seu álbum é repleto de baladas poderosas, emocionais e agridoces, mas há várias músicas feitas para funcionar nas rádios pop. “Foi meu álbum que mais rápido foi escrito e gravado… Tudo fluiu rapidamente”, fala, o álbum foi todo gravado no estúdio em sua casa. “Adoro quando as pessoas falam que ele é 21 no ponto de vista masculino”, fala, rindo pelas comparações com álbum da Adele. O trânsito começa a descongestionar assim que o álbum estar chegando ao fim. “Sempre é assim”, revela. “Ela só se acalma com som da minha voz… Eu não sei ela deve achar bonita?”, afirma.

Amigos. Jon nutre uma longa amizade com Sara Bareilles.
Amigos.
Jon nutre uma longa amizade com Sara Bareilles.

Sua carreira teve inicio em 2003 quando lançou três álbuns de forma independente –  Up Until Now (2003), The Early Recordings (2004) e Songs I Wrote and Later Recorded (2005). Que chamou atenção da Island Def Jam Records. “Foi um sonho quando assinei meu primeiro contrato com uma grande gravadora”, revela. Muitas destas músicas foram regravadas e reaproveitadas em seu primeiro álbum, Indiana (2007), estreou no número 81 com 9 mil cópias vendidas (no total foram vendidas 90  mil cópias no país), mesmo assim com número relativamente baixo começou a chamar atenção da mídia e emplacou hit nas paradas de pop adulto – “Beautiful Disaster”. “Foram os anos mais insanos e loucos da minha vida para chegar onde estou estou”.

Jon despontou para estrelato quando gravou “So Close” para o filme Enchanted (2007), um encantador conto de fadas moderno com Amy Adams, Patrick Dempsey (o Dr. Derek de Grey’s Anatomy), James Marsden (o Ciclope dos filmes X-Men), Idina Menzel e Julie Andrews – ele apareceu no filme cantando a música na cena do baile e depois cantou no Oscar de 2008 (toda cena foi recriada no palco), pois música estava indicada na categoria de Melhor Canção Original, mas perdeu para “Falling Slowly” do filme Once (2006). “Foi um sonho se realizando”, revela. Então seu álbum explodiu nas paradas e sua ascensão meteórica no mundo pop teve inicio. “Eu naquela época tava está correndo atrás de varias oportunidades. A Disney foi à única que resolveu apostar em mim”, revela, sobre o convite do estúdio para cantar no filme. Após seu sucesso de imediato ele foi convidado pela própria Kelly Clarkson para abrir sua então turnê My December Tour pelos Estados Unidos. “Eu ainda tenho a mensagem que ela mandou para minha caixa postal deixa eu ter mostrar ‘Oi é a Kelly Clarkson falando… Eu estou amando seu álbum e gostaria saber se você quer abrir minha turnê?’… Eu tente ligar para ela, mas ninguém atendia, eu pensei que era um trote”, revela, depois de sua passagem bem sucedida na turnê da Kelly, ele saiu em turnê com OneRepublic, Duffy, Colbie Caillat. “São pessoas que eu admiro… Eles são da pequena turma que fazem um pop mais honesto invés de fazer o pop mais óbvio”.

Anos 80. O segundo álbum de Jon, OK Now (2008), é uma ode aos anos 80.
De volta aos anos 80.
O segundo álbum de Jon, OK Now (2008), é uma declaração de amor aos anos 80.

Depois uma bem sucedida estréia ele voltou ainda mais confiante com poderoso, OK Now (2008), um álbum puramente oitentista e repleto de hits em potencial. “Naquele álbum que queria revisitar aqueles anos… Minha inspiração para compor o álbum foram os grandes artistas daquela época e os filmes do John Hughes”, revela, sobre o fato do álbum ter recriado som dos anos 80. “Os anos 80 foram anos mais importantes na cultura pop. Sempre terá essa tentativa de traz de volta esses anos para nosso tempo”, confessa. O álbum estreou no número 49 na Billboard 200 com 10 mil cópias vendidas (no total foram vendidas 107  mil cópias no país e ser tornou em sua melhor semana de vendas na parada) e rendeu seu maior sucesso pop – “Beating My Heart”. “Tudo era inesperado para mim… Era por isso que estava buscando realizar meus sonhos”, admite. Até agora seu único sonho que ainda não se realizou foi ganhar um Grammy. “Eu almejo ganhar um dia ou só ser de ser indicado está valendo”, confessa.

Engajado. Jon é um dos muitos embaixadores da UNICEF.
Engajado.
Jon é um dos muitos embaixadores da UNICEF.

Além de levar uma vida de estrela do rock, ele gostar de ajudar os menos favorecidos em projetos sociais. Ele é uns dos muitos embaixadores da UNICEF. “Eu não gosto de ver ninguém sofrendo e passando fome. Ajudo o máximo possível”, fala. “Poderia ser eu ou você naquela terrível situação…”, completa.

Encantado. Jon despontou quando gravou
Encantado.
Jon despontou quando gravou “So Close” para filme da Disney Enchanted (2007).

Sua popularidade no mundo pop cresceu quando a Beyoncé regravou sua “Smack Into You” – descartada na versão final de OK Now após ter vazado na internet sendo usada na edição de luxo do platinado I Am… Sasha Fierce (2008) e posteriormente foi cantada na enorme turnê mundial do álbum. “Quando a equipe da Beyoncé me ligou e falou que ela amou e queria minha música no álbum dela… Eu pirei”, revela, na versão da Beyoncé a música passou algumas alterações e passou a ser chamada de “Smash into You”, pois precisava de sua aprovação para entrar no álbum dela – ele era um dos autores da música. Depois de furação chamado Beyoncé, ele escreveu e dividiu os vocais em duas músicas – “Falling Over Me” e”Every Time You Lie” – para seu segundo álbum da estrela adolescente Demi Lovato, Here We Go Again (2009). “Foram duas sessões fáceis de gravar”, revela, mas por motivos desconhecidos sua voz foi excluída na versão final das duas músicas ficando apenas no backing vocal delas. “Eu até hoje não me deram um real motivo”, revela.

Príncipe do Pop. Jon criar álbuns acalmados pela crítica.
Príncipe do Pop.
Jon todos seus álbuns foram aclamado pela crítica mesmo tendo vendagens razoáveis.

Meio sua ascensão no mundo pop, ele teve algumas desavenças com sua então gravadora [Island Def Jam Records] que resultou a perda de seu contrato. “Aquilo foi um enorme absurdo, mas não quero falar mais neste assunto desagradável!”, desabafa. Ente ele ficou um longo período sem lançar nada até que lançou de forma independente seu terceiro álbum Forever If Ever (2011) que estreou no número 84 na Billboard 200 – um número bom para trabalho independente. O álbum chamou atenção da gravadora Razor & Tie que lhe deu um contrato de gravação privilegiado e relançou o álbum sob titulo de Promising Promises (2012) que foi todo repaginado, mas manteve boa parte do tracklist. “Eu me sinto privilégiado por tudo que aconteceu em minha carreira”, avalia.

Na estrada. Jon sempre está em turnê.
Na estrada.
Jon sempre está em turnê.

Jon acumula em sua carreira álbuns com desempenho razoáveis nas paradas pop, mas apesar disso são a perfeição do pop (uma música dele é melhor que a discografia inteira do que muitos artistas que domina as paradas de sucessos). “Eu não me importo muito com números e charts, eu me importo é que minha música estar passando sua mensagem”, avalia. “Eu nunca quis ter o sucesso do Justin Bieber”, confessa. “No inicio minha gravadora queria apenas focar em divulgar minha música se eu estive usando roupas sugestivas e provocativas para vender mais discos, mas eu não quis teria de ser do meu jeito”, revela, sobre não usar sua beleza estonteante para vender mais discos. “Eu faço músicas para ouvidos e não para olhos”, polemiza, ele é mais bonito do que muitos príncipes do pop da atualidade – Justin Bieber, Jonas Brothers, One Direction e companhia. Mesmo não usando o artifício mais barato para vender discos ele já vendeu mais de 1 milhão de cópias mundialmente entre singles e álbuns – sua maior vendagem é pelo single “Beautiful Disaster” que vendeu 420 mil cópias digitais apenas nos Estados Unidos. “É um bom número”, revela. Imagina se tivesse usado sua estonteante beleza para vender mais discos como os outros príncipes do pop. “Bonito eu? Tem dias que não gosto do que vejo no espelho”, revela. “Talvez eles usam e abusam deste artifício é para esconder a falta do principal instrumento para se manter nesta indústria [ter uma bela voz]”, polemiza. “Prefiro ser conhecido pela minha voz do que apenas pela beleza que depois alguns anos vai embora”, desabafa.

Queridinho das Divas. Beyoncé e Demi Lovato foram duas das artistas que gravaram alguma música dele.
Queridinho das Divas.
Beyoncé e Demi Lovato foram duas das artistas que gravaram alguma música dele.

Atualmente Jon estar na estrada divulgando seu mais recente trabalho Holding My Breath. “Eu gosto de cair na estrada com vontade… Eu dou o melhor de mim em cima do palco para mim eu não vejo problema se canto para 10 pessoas ou duas mil pessoas.”, revela. “É tudo público para mim”, frisa. Jon está ensaiando ele transita por todas as fases de sua carreira e o telefone toca é assistente de Billy Joel querendo saber como anda seu pequeno repertório para shows mais logo – ele tem abrindo os shows da recente turnê do cantor. “Eu nunca imaginei que cantaria no mesmo palco do Billy… É tão surreal, pois ele é um dos meus maiores ídolos”, revela.

Sem apelação. Jon tem preferência de criar músicas para ouvidos e não para os olhos.
Sem apelação.
Jon tem preferência de criar músicas para ouvidos e não para os olhos.

Depois de mais ensaio para sua turnê. “Estou cansado”, confessa. “Estou ficando velho”, fala, rindo. Jon pega a alta estrada para sua belíssima casa no subúrbio de Los Angeles. “Eu sempre gostei de morar em lugares mais calmos, fora da agitação”, revela. Jon liga para seu restaurante favorito e em menos de 15 minutos são entregue duas pizzas de sabores mistos. “Eu adoro comer uma boa pizza após os ensaios, mas depois eu faço uns exercícios para manter o corpo em dia e ter fôlego para ficar em cima do palco”, fala, levantou a blusa para mostrar o escultural físico. “Isso dar um enorme trabalho!”.

Pai de família. Jon é casado e tem uma filha.
Pai de família.
Jon é casado desde 2005 e tem uma filha chamada Luca.

É tarde da noite e Jon recebe uma visita inesperada de sua amiga de longa data Sara Bareilles – ela chega com presente para filha de Jon. “Ela é uma amor de pessoa”, fala. “Por isso todo mundo gostar dela”, revela, rindo. Conversa vai e vem entre risadas e drinques de vinho. “Eu amo esse garoto”, revela Sara. Os dois se conheceram quando saíram em uma pequena turnê conjunta pelos Estados Unidos na época ambos estavam divulgando seus primeiros álbuns e desde então nasceu uma grande química musical – os dois são grandes pianistas e fazem um pop mais adulto – e uma amizade. “Nós durante anos conversamos sobre fazer uma parceira… Mais nunca dava tempo”, revela. “Tínhamos-nos que encontrar a música perfeita!”, revela Sara. “Quando ouvi “Summer Is Over” tocando no rádio nos bastidores de um show meu em Nova York. Eu pirei e liguei para ele hora, pois queria gravar essa música com ele”, confessa. “Ele topou na hora”, afirma Sara. Os dois sentam é um dos muitos pianos e teclados espalhado pela casa de Jon e tocam uma jam. “Eu amo improvisar!”, revela Jon. Sua esposa Amy assiste este pequeno show privado de duas estrelas e parece que ela estar se deixando levar pela música.

Poucos hits. Jon tem poucos hits nas paradas pop, mas domina as paradas de pop adulto.
Poucos hits.
Jon tem poucos hits nas paradas pop, mas domina as paradas de pop adulto.

São por volta de 2 da manha e Sara estar indo embora. “Estou cansada!”, revela Sara. “Também estou na rotina de uma grande turnê”. Jon e sua esposa estão indo dormir, sua filha já estar em sono pesado desde antes de Sara chegar. “Ela é muito calma!”, revela Amy. “Ela só consegue quando o pai toca alguma música para ela”, revela. Ele gosta de toca alguma música de seu próprio repertório ou algum clássico infantil. “Ela adora quando ele toca alguma música da Mary Poppins (1968). “Ela dorme na hora”. Ele também gostar de tocar “Magic” da cantora pop ainda desconhecida Charlotte Sometimes (ex participante do The Voice) para sua filha. “Eu queria ter gravando essa música”, revela.

Bonitão. Jon é mais bonitos do que outros príncipes do pop.
Bonitão.
Jon é mais bonitos do que outros príncipes do pop.

Jon vai continuar criando obras primas poucas conhecida pelo grande público e tendo poucos hits nas paradas pop (mas nas paradas de pop adulto ele reina absoluto), mas não se importa muito com isso. “Se minha mulher e filha foram minhas fãs não vejo problema nenhum”. Enquanto Justin Bieber vai perdendo seu reinando no mundo pop sua suas maluquices e atitudes de bad boy. Jon vem formando sua base de fãs pelo famoso “boca a boca” para depois exigir seu lugar no reino do pop que lhe pertence por direito. “Eu príncipe do pop?!”, fala incrédulo, então ele ri. Até sua filha ri sem saber do que seu pai está rindo.

*artigo inventado*

Norah Jones: A queridinha da América

Em 2007, Norah Jones estava com disco no topo das paradas e se lançando como atriz, mas por nenhum momento ela se sentiu pressionada para permanecer no topo

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Norah Jones, 29, não precisar provar mais nada para ninguém e hoje em dia é um nome consolidado no mercado – tudo que leva seu nome pode ter certeza será sucesso. “Batalhei muito para chegar a esse patamar”, revela. Norah despontou para fama com seu primeiro álbum Come Away With Me (2002) que vendeu 26 milhões de cópias mundialmente (destas 10 milhões foram vendidas apenas nos Estados Unidos) e ganhou oito prêmios Grammy. “Nunca imagine que meu álbum ser tornaria esse sucesso gigantesco”.

Atriz estreante. Norah em cena com Jude Law no filme My Blueberry Nights (2007).
Atriz estreante.
Norah em cena com Jude Law no filme My Blueberry Nights (2007).

De uma desconhecida (em partes, ela filha do Ravi Shankar, mas não tem contanto com pai)  ser tornou uma grande estrela do pop/jazz é tudo foi confirmando no seu segundo álbum Feels like Home (2004) que estreou no número 1 na Billboard 200 com inacreditáveis 1,047 milhões de cópias vendidas e mais ganhou um Grammy para sua coleção. “Eu ainda não me acostumei com essas proporções que minha carreira tomou”, admite. “Eu não estou tentando me superar”, fala. Querendo ou não a mídia e os fãs estão em sua cola de seu trabalho para saber seu próximo grande passo. Seu recém álbum Not Too Late (2007) selou seu nome no Olimpio do pop quando estreou no número 1 com 405 mil cópias vendidas – sendo seu disco mais autoral até agora, ela compôs todas as faixas. “Acho que não sou nenhuma moda passageira como falavam?”, pergunta incrédula do seu sucesso.

Premiada. Já ganhou nove prêmios Grammy com seus dois primeiros álbuns.
Premiada.
Já ganhou nove prêmios Grammy com seus dois primeiros álbuns.

Norah está em sua casa vendo pela primeira vez seu filme – sua estréia como atriz – My Blueberry Nights onde logo de cara vive protagonista Elizabeth, uma garota traída que saí pelo país encontrando pessoas diferentes uma das outras, mas cheias de problemas iguais ao delas. No filme dirigido por Wong Kar Wai, ela contracena Jude Law (Jeremy), David Strathairn (Arnie), Rachel Weisz (Sue Lynne) e Natalie Portman (Leslie) completam o time de protagonistas. “Levei o maior susto quando gravei com Rachel e Natalie”, revela. “O momento mais estranho foi quando tive que beijar o Jude logo na primeira vez que gravamos juntos… Depois tudo aconteceu mais naturalmente”, confessa.

No topo das paradas. Norah emplacou todos seus álbuns no número 1 na Billboard 200.
No topo das paradas.
Norah emplacou todos seus álbuns no número 1 na Billboard 200.

Norah então passou mais de dois meses filmando. “Tudo filmou naturalmente, pois eu tenho intimidade com a câmera”, brinca. Norah diz está preparada para criticas que irão surgir. “As criticas que constrói que nós somos”, revela. Mais Norah ainda não se sabe se irar investir mais no cinema para ser firmar como atriz. “Minha arte é cantar… Por enquanto não”, garante.

Jornada dupla. Norah divide seu tempo entre shows e compromissos de atriz.
Jornada dupla.
Norah divide seu tempo entre shows e compromissos de atriz.

Norah atualmente está com dois projetos ao mesmo – uma grande lucrativa turnê mundial e dará inicio a divulgação de seu primeiro filme. “Eu estou me preparando para estas duas grandes jornadas”. Um esquema foi montado pela sua equipe. Durante amanha ela irar fazer uma jornada de entrevistas sobre seu filme e novo disco. “Canso de sempre falar as mesmas coisas sempre”, confessa. “É um tédio!”, exclama. Na parte da tarde vai ensaiar para turnê e depois volta para hotel descansar um pouco. “Durmo umas duas horas para ficar relaxada para os shows”, revela. Quando chega a noite, Norah já está super aminada para mais um show inesquecível. “Cada show é único! Gosto de dar tudo de mim em cima do palco…”, revela. Norah ri de ponta a ponta. “A melhor parte é quando sinto que conquistei o público”, diz. Já são por volta de 01h30min da manha e Norah está acordada vendo um pouco de TV – está passando Freaks and Geeks. “Eu adoro ver programas adolescentes”, confessa. “É minha obsessão!”, exclama. “Não é só programas antigos. Eu também gosto de assistir Veronica Mars e Desperate Housewives aqueles mistérios me deixa louca para saber como serão resolvidos”, revela.

Sem hits. Norah emplacou poucos hits em sua carreira.
Sem hits.
Norah emplacou poucos hits em sua carreira.

Apesar de ser uma cantora muito popular e vender muitos discos, ela não conseguir emplacar muitos hits nos topos das paradas como a Beyoncé e Madonna. “Sempre foi assim tem pessoas tem consegui vender mais discos do que singles”, alfineta. “São poucos que conseguem transitar nestes quesitos”, continua. “Não vejo problemas em ter poucos hits nas paradas. Minha carreira não se baseia nisso!”, confessa, até agora seu maior single de sucesso é “Don’t Know Why” que chegou ao número 30 da Billboard Hot 100 e chegou ao top 10 em vários outros países. “Até hoje a música toca nas rádios do Brasil!”, revela. O primeiro single de seu novo álbum, “Thinking About You” chegou ao número 82. “Até que a música esta tendo desempenho razoável”, confessa. “O maior sonho de artistas que vendem muitos singles é estar na posição que faço parte, pois hits é passageiro que duram apenas algumas semanas”, fala. Norah ou não é sem sobras de dúvidas é do raro grupo de artistas que vendem mais discos do que emplacar hits – nas rádios alternativas é outra coisa suas músicas tocam sem parar. “Eu adoro ouvir minha voz no rádio… É uma sensação maravilhosa”, confessa.

Tipo raro. Norah vende milhões de discos.
Tipo raro.
Norah vende milhões de discos.

É por volta de 10h da noite, Norah pisa em cima do palco com uma poderosa versão de “Be My Somebody” depois desta Norah dispara todos singles dos álbuns anteriores, mas dar ênfase em seu novo disco onde o toca todo ao vivo. Depois de mais de uma hora de um show poderoso, Norah está pronta para selar a noite com chave de ouro com “Don’t Know Why” que leva ao delírio. “Eu adoro sentir essa sensação do inesperado… Aqui que meus maiores sonhos se realizam”, confessa.

Carreira no cinema. Norah não perdente deixar de cantar para virar atriz.
Carreira no cinema.
Norah não perdente deixar de cantar para virar atriz.

O show termina e Norah vai para hotel (ela estar hospedada no Hotel Café, em Hollywood, Los Angeles), diferentes de outros artistas que estende a noite indo a baladas. “Não gosto de ir a baladas. Eu sou velha presa no corpo de uma jovem!”, exclama. É mais o notório ainda ela gosta ter uma vida privada fora do radar do público e da mídia. “É minha vida privada. Não gosto de me expor para os outros”, confessa. “Só gosto de expor minha arte, apenas!”, fala. Apesar de levar uma vida privada, Norah deixou escapar que namora o músico da sua banda Lee Alexander. “Ele é o amor da minha vida… Ele foi meu primeiro amor, na verdade meu primeiro em tudo…”, revela. Antes de ir dormir Norah vai assistir ao show que estar sendo realizado no hotel da desconhecida Katy Perry. “Essa menina tem talento”, fala sobre a novata. O show de Katy é composto por baladas e músicas ácidas (“Ur So Gay”), mas é típico show de artista em inicio de carreira com poucas pessoas na platéia (na maioria nem estão atento ao show). “Meu inicio de carreira era sim. Meus shows tinha um público menor do que o dela”, revela. “Ela é a primeira famosa que ver meu show!!!”, exclama Katy Perry, bastante eufórica.

Norah está de malas prontas para ir para Paris promover seu novo álbum e filme. “É minha rotina atualmente…”. Então Norah embarca para mais um dia de sua interminável jornada – sem data ainda para acabar. “Essa é minha vida… Eu não trocaria em nada”.

*artigo inventado*

Raven-Symoné: O Que Deu Errado?

Em 2008, sua série That’s So Raven já tinha chegado ao fim e Raven buscava novos desafios em sua carreira – mas tentava entender seu fracasso no meio musical

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Raven-Symoné, 23, está com a cara fechada, pois seu quarto álbum Raven-Symoné (2008) passou despercebido nas paradas e ser tornou o maior fracasso do ano. “Eu não estou entendo essa recepção tão baixa”, fala. “É a péssima divulgação que está tendo”, avalia. O álbum é um R&B da melhor qualidade e com baladas poderosas que daria inveja na Beyoncé e Mariah Carey. Enquanto os álbuns de Hilary Duff e Lindsay Lohan estão no topo da paradas, os da Raven passam despercebidos – o álbum estreou no número 159 na Billboard 200 com 4,400 mil cópias vendidas, um péssimo número para estrela recém saída da Disney. “Eu sei é um péssimo número!”, avalia. “Todo artista quer seu álbum seja o mais vendido, comentando e produzido grandes hits”, desabafa. “Se falar que não se importa com charts e números… É pura mentira!!”, confessa.

Triste. Raven não gostou do desempenho se seu último álbum
Triste.
Raven não gostou do desempenho se seu último álbum

No álbum anterior, This Is My Time (2004), teve um sucesso relativo estreando no número 51 com 19 mil cópias vendidas (e até hoje já vendeu 250 mil cópias nos Estados Unidos e mais de 500 mil mundialmente) e emplacou várias músicas na Rádio Disney– subsequentemente elas foram usadas nos principais filmes do estúdio como The Lion King 1½ (2004), The Princess Diaries 2: Royal Engagement (2004), Ice Princess (2005) e Go Figure (2005). “Estava vivendo um sonho em minha carreira”, admite. A culpa do fracasso de Raven caiu sobre os ombros de sua gravadora que tendem preterir um artista para focar apenas em seletos artistas – Hilary Duff, Jonas Brothers e Miley Cyrus. “Eu ficou chateada com toda essa situação!”, confessa. Da safra de estrelas fabricadas pela Disney apenas Christina Aguilera, Britney Spears, Justin Timberlake, Lindsay Lohan e Hilary Duff tem tendo sucesso no meio musical – as duas últimas citadas são grandes estrelas do cinema. Raven não teve essa sorte é se juntou ao grupo de estrelas do canal que fracassaram ao tentar uma carreira musical – em situação pior que ela estão Christy Carlson Romano [das séries Even Stevens e Kim Possible] e Lalaine [da série Lizzie McGuire] que seus sequer conseguiram entrar na Billboard 200. “Bom para eles”, fala, com desdém.

Na memoria. Raven tem um carinho especial por That's So Raven.
Na memória.
Raven tem um carinho especial por That’s So Raven.

Antes de chegar ao fundo do poço pelo fracasso de Raven-Symoné ela era uma grande estrela adolescente por ser a protagonista da divertida e recordista de audiência da Disney, That’s So Raven, onde ela era Raven Baxter, uma garota paranormal com poderes de prever o futuro, mas sempre se via metida encrencas por suas visões. “Eu estou morrendo de saudades do programa. É uma parte muito importante da minha carreira”, fala. Quando estava com ar com That’s So Raven ela virou uma estrela maior ainda estrelando o filme musical The Cheetah Girls (depois virou um grupo, mas sem sua presença), cantando com Julie Andrews no The Princess Diaries 2: Royal Engagement (2004) , e uma cantora de sucesso – junto as trilhas sonoras de The Cheetah Girls e That’s So Raven venderam mais de 4,1 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos (e na sua carreira solo ela vendeu 314 mil cópias nos Estados Unidos). “Foi um sonho em cantar com Julie!”, revela, Julie não cantava desde 1997 quando fez uma operação na garganta. “Nem em meus sonhos mais louco sonhei com isso!”, revela, mostrando bastante alegre. “Eu chorei demais quando recebi uma ligação do produtor da trilha sonora propondo um dueto meu com a Julie”. Então Raven conseguiu fazer a transição de estrela mirim – pelos seus papeis nas clássicas séries  The Cosby Show e Hangin’ with Mr. Cooper  e nos filmes Dr. Doolittle – para estrela adolescente bem sucedida. “Tenho boas lembranças destas séries, mas já faz tanto tempo.”, fala. “Eu estou ficando velha!”, brinca.   

A Mulher de volta de U$400 milhões! Foi isso que a série That's So Raven arrecadou.
A Mulher de volta de U$400 milhões! Foi isso que a série That’s So Raven arrecadou.

Seu programa chegou ao fim em 10 de novembro de 2007 depois de quatro temporadas com saldo de 100 episódios – primeira produção da Disney a chegar esta marca e não os habituais 65 episódios. “Quando acabou eu chorei muito… Nesta vida tudo tem um fim”, revela, sua série fez a fortuna de 400 milhões de dólares (ela tem porcentagem). “Eles são minha segunda família e são meus melhores amigos”, fala, sobre os membros do elenco de That’s So Raven. Os executivos não queriam deixar passar essa mina de ouro puro que tinha em mãos, eles queriam criar um spin-off que se chamaria Raven Too!, mas não foi para frente e desde então saí varias notas de um possível filme. “Eu estou conversando com eles”, revela. “Não há nada de acertado ainda!”.

Oposto. Seu novo álbum é mais voltado para R&B urbano.
Oposto de This Is My Time.
Seu novo álbum é mais voltado para R&B urbano.

Diferente de This Is My Time que era mais pop este mais focado no R&B urbano. “Neste eu queria elevar meu som há outro patamar”, revela. Os críticos e seus fãs adoram o álbum gerando comparações com trabalhos da Beyoncé e Mary J. Blige. “Eu pus meu coração e alma neste trabalho”, confessa. Apesar do ter sido bastante elogiado, sua gravadora lançou como primeiro (e único) single a música mais pop e infantil possível, “Double Dutch Bus”, que também estava promovendo seu novo filme voltado para família College Road Trip (2008), a música fez um sucesso moderado e criou preconceitos em cima do álbum – sendo taxado de disco de músicas pop descartável e para apenas adolescentes. “Se era um álbum de voltado para R&B por que lançar uma regravação”, fala. “O descanso da Hollywood Records [sua gravadora] me deixou chateada… Por que eles não podiam divulgar meu álbum dignamente, eu não sou pior do que a Miley [Cyrus].”, desabafa, alfinetando sua antiga gravadora (ela terminou seu contrato devido o desleixo com seu álbum). “Eles não sequer montaram um esquema de divulgação em cima do álbum e não agendaram nenhum espaço na TV e nas rádios”, continua alfinetando. Em meio ao fracasso do álbum sua turnê de verão foi cancelada por “circunstâncias imprevistas”. “Foi uma decisão bastante difícil de ser tomar”.

Promovendo. Raven cantando no Disson Skating & Gymnastics Spectacular foi única apresentação televisona que o álbum teve.
Promovendo.
Raven cantando no Disson Skating & Gymnastics Spectacular foi única apresentação televisona que o álbum teve.

Diferentes de outras estrelas que gostar de bombardear a mídia a todos instantes por qualquer coisa, Raven gostar de levar uma vida privada e fora do radar da mídia. “É minha vida… Eu não sou obrigada mostrar com quem estou saindo e nem o que estou fazendo.”, fala. “Gosto dela assim!”, exclama. Até agora, ela não teve nenhuma polêmica em sua carreira e nem ficou doida como outras estrelas mirins quando chegam à fase adulta – as gêmeas Olsen e Britney Spears. “Eu tendo levar uma vida sem muito glamour e evito sair para baladas”, afirma.

 

Fora do grupo. Raven não quis fazer parte do grupo Cheetah Girls na vida real.
Fora do grupo.
Raven não quis fazer parte do grupo Cheetah Girls na vida real.

Raven está ensaiando para sua nova turnê. “Eu amo estar em cima de um palco”. Rvaen gosta de ensaiar as músicas de seus dois últimos trabalhos – como “Backflip”, o maior hit do disco anterior –, e sua assistente pessoal pergunta se irar incluir alguma música das The Cheetah Girls. “Sim!!”, exclama. Há vários rumores que ela não se dava bem com suas outras três colegas de elenco quando filmaram o piloto para série de TV, por isso não quis fazer parte do grupo na vida real e nem voltar para último filme da trilogia (The Cheetah Girls: One World). “Não gosto de falar mais neste assunto…”, fala, com certo desdém. “Desejo sorte a todas elas”, o grupo chegou ao fim em 2008. “Eu vi o filme, para ser sincera, eu gostei dos rumos que as historias tomaram”, revela. “É claro que eu queria ter feito parte do último filme. Fazer parte da minha história, mas não deu o filme tava sendo gravado na Índia e eu estava aqui em Los Angeles gravando meu álbum e o meu filme College Road Trip”, revela.

Ex-estrela mirim. Raven consegui fazer a transição para fase adulta.
Ex-estrela mirim.
Raven consegui fazer a transição para fase adulta.

Raven ri dos rumos que os ensaios estão tomando. “Estou gostando deste setlist!”, exclama. “Voltei nesta batida!”. Sua nova turnê terá entre 19 e 23 músicas por show. “Gosto de fazer shows longos…”, fala. “Terá bastantes números de danças”, revela. Foi confirmado que os shows terão um grande rodízio de atos de aberturas – Michael Musso [da série Hannah Montana], Jordan Pruit, B5 e Drew Seeley [ele que era a real voz do Troy (Zac Efron) no 1º filme de High School Musical]. Raven dança e canta como se não tivesse amanha, e repeti esses movimentos de dança e malabarismos várias vezes – sempre com sorriso na cara. “Nem estou cansada!”.

*artigo inventado*

Rebecca Ferguson: Ela Sim Tem O Fator X

Rebecca Ferguson está se consolidando no mercado, mas mesmo assim que ter sua liberdade

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Rebecca Ferguson, 27, gosta de ir aos badalados clubes e pubs de Londres acompanha de seus amigos – tem duvida olhe o Instagram dela –, para se divertir e esquecer por algumas horas seus momentos grande estrela da soul music (e dona de casa). “Amo essa sensação, lá ninguém me reconheci!”, afirma. Ela garante que apenas vai para se divertir e não para procurar um namorado. “Por enquanto estou meio cansada dos homens. Ainda não encontrei um que seja fiel. Não sei por que os garotos são assim. Acho que sou muito legal com eles e acabo deixando que eles façam coisas erradas”, desabafa. Seu último relacionamento foi com Zayn Malik (um dos One Direction) que durou 4 meses em 2011 que acabou falando que o relacionamento deles foi um erro e hoje eles não mantem contanto. “Fiquei tão chocada com o que ele disse! Mas não vou revidar”, desabafa. “Eu estou muito bem com minha solteirice!”. “Antes só, do que mal acompanhado”, fala, rindo ao citar este famoso ditado popular. Rebecca dança com suas amigas (ao som de “Just Another Night” da Icona Pop) e ri sem parar (ela não estar sobre efeito de nada, para esclarecer). E é tão belo de se ver.

Dama de vermelho. Rebecca tem promovido seu novo single
Dama de vermelho.
Rebecca tem promovido seu novo single “All That I’ve Got” para torna-lo um grande hit em sua carreira.

Rebecca despontou para fama quando brilhou e encantou há todos no Reino Unido com suas poderosas apresentações na sétima temporada no The X Factor de onde saiu como vice-campeã (o ganhador da temporada foi o apagado Matt Cardle)  – mas os três últimos colocados da temporada, ela, One Direction (3º lugar) e Cher Lloyd (4º lugar), têm tendo mais sucesso do que o vencedor dentro e fora do Reino Unido. “Foi uma experiência que irei levar por toda minha vida”, confessa. “O momento mais inesquecível foi quando cantei com a Christina Aguilera!”, revela, elas cantaram “Beautiful” em apresentação épica. Todos os momentos de Rebecca no The X Factor são inesquecíveis (da garota tímida da audição em “A Change Is Gonna Come” para mulher poderosa em “Show Me Love”) e fez dela ser tornar uma grande diva da soul music. “Eu não saiba o que estava fazendo, mas estava apenas seguindo meu coração para tornar meu sonho em realidade”, avalia. “Ser uma estrela pop”, fala. “Aquela audição era minha segunda chance”, frisa. “Quando ela fez sua audição estava nascendo uma grande estrela diante de nossos olhos”, fala Cheryl Cole, ex-Girls Aloud e sua mentora no programa. “Ela foi a minha melhor pupila que eu treinei no programa”, frisa Cheryl. “Ela é uma grande estrela e a voz da sua geração. Ela é daquele tipo raro que sua música irar perpetuar por toda eternidade”, fala Cheryl.

Brilhando. Todas suas apresentações no The X Factor são memoráveis.
Brilhando.
Todas suas apresentações no The X Factor são memoráveis.

Então a mídia criou uma alta expectativa para seu primeiro álbum antes de começar a ganhar forma e ser anunciado. “Foi um experiência de outro mundo todo aquele alarde em cima do álbum antes mesmo dele estar pronto”, revela. Heaven foi lançando em 5 de dezembro de 2011 e ela foi aprovada com louvor – os comentários da crítica foram de “brilhante” e “sublime” à “melhor estréia possível. Ela foi comparada com Amy Winehouse, Aretha Franklin, Joss Stone, Adele, Duffy e Corinne Bailey Rae. “As sessões de gravações foram fantásticas e poéticas… As músicas surgiram do nada e no final eu tinha um material incrível em mãos”, revela. Diferentes de outros ex-calouros que prefere ser guiado pela gravadora no processo de seleções das músicas e lançar o álbum poucos meses depois do fim da temporada que participou. Ela foi contra a maré escrevendo seu álbum com poucos colaboradores e passou quase todo ano de 2011 gravando seu então álbum Heaven. “Foi um processo longo, mas prazeroso”.

Aclamada. Dois álbuns de Rebecca foram bem aceitos pela criticas e são sucessos de vendas.
Aclamada.
Dois álbuns de Rebecca foram bem aceitos pela criticas e são sucessos de vendas.

O álbum chegou ao número 3 na parada de seu país (e no número 23 nos Estados Unidos) – já vendeu mais de 1,5 milhões de cópias mundialmente (destas foram vendidas 650 mil cópias apenas no Reino Unido) –, e emplacou duas músicas do álbum no top 20  – “Nothing’s Real but Love” e “Backtrack” chegaram ao número 10 e 15, respectivamente (e os outros singles extraídos do álbum – “Too Good to Lose”, “Glitter & Gold” e “Teach Me How to Be Loved” – tiveram posições mais modestas chegando ao número 186, 116 e 128, respectivamente). “Para falar a verdade eu não tinha expectativa nenhuma sobre meu disco.”, afirma. “Eu estava prepara para o sucesso ou fracasso”, revela.

Fator X. Rebecca foi a vice-campeã do The X Factor.
Fator X.
Rebecca foi a vice-campeã da sétima temporada do The X Factor.

Dois anos separam seu álbum de estréia para seu onipresente segundo álbum, Freedom (2013), onde ela teria provar que não era apenas mais uma ex-caloura que teve sorte em seu primeiro álbum – o álbum estreou no número 6 no Reino Unido (e já vendeu mais de 150 mil cópias) e foi acalmado pela critica e pelos fãs. Assim como anterior, este repleto de baladas poderosas (É aquele tipo de música que toca no filme quando o mocinho conhece a mocinha ou se beijam pela primeira vez) e este é mais pop (dos moldes da old school). “Não é um pop que Beyoncé, Christina [Aguilera] ou Lily [Allen] fazem”, revela, dando enfase. “Eu não estou tentando ser a nova Adele e nem a Leona Lewis”, esclarece. “A gravadora ficou em cima de mim perguntando como o álbum estava ficando”, revela. “Eu sempre dava pistas falsas para eles, mas falavam para eles confiar em mim”, confessa, rindo. “Isso estava me deixando louca”, confessa. “Mas no final deu tudo certo”, revela.

Star quality. Rebecca é também um ícone da moda.
Star quality.
Rebecca é também um ícone da moda.

O álbum foi todo escrito quando ela estava em turnê e foi gravado em dois meses entre os Estados Unidos e Londres. “O processo criativo deste álbum foi mais fácil, pois eu sabia a direção que eu queria e onde eu queria chegar”, afirma. Muitas foram escritas pela depressão que passou ainda e seu colapso nervoso. “Nem tudo são era um mar de rosas… Hoje eu estou bem, compor é uma ótima terapia”, revela. Entre músicas introspectivas há também possíveis candidatas para serem hits. “Muitas músicas foram feitas para virar hits”, confessa, até agora apenas “I Hope” virou um grande hit chegando ao número 10 nas paradas e “Light On” passou despercebida nas paradas do Reino Unido. Recentemente ela lançou “All That I’ve Got” como terceiro single do álbum e tem apostado alto para virar um hit maçante de sua carreira. “Em casa, sempre me deparo com pessoas perguntando sobre paradas de singles e, se você não está na indústria, não entende esse aspecto. Espero que essa música se saia bem nas paradas. Quero um single de sucesso agora”, desabafa. “É engraçado, porque algumas pessoas não entendem que algumas pessoas vendem mais álbuns que singles. Quero que essa música realmente decole, porque acho que é um hino de poder de uma mulher e quero que seja bem recebido. Espero que seja”, desabafa, em tom de brincadeira só como os ingleses tem.

Trabalhando. Rebeca gostar de compor seu próprio material.
Contra a maré.
Rebeca gostar de compor seu próprio material.

Rebecca acorda todos os dias por volta das 7 horas da manha e toma um reforçado café da manha com sua família – ela é mãe de duas crianças (Lillie e Karl). “Eu como de tudo um pouco!”, revela. Depois saí para academia e faz exercícios por volta de 1h30 todos os dias (exceto sábado e domingo, mas quando está em turnê improvisa seus exercícios em hotéis e nos camarins do local de seus shows). “Eu fico morta!”, confessa. Depois vai ensaiar para sua turnê do álbum. “É uma imensa rotina que tenho de conciliar como minha vida de mãe”, admite. “Mas eu não mudaria nada”, revela. “A melhor parte é ver minha música na boca das pessoas quando estou cantando em cima de palco”, admite. “Eu gosto de fazer shows mais intimistas”, revela. “Minha música é assim simples e vem da alma”, confessa em tom de confidencia como ninguém poderia saber disso.

Sucesso. Rebecca tem tido sucesso tanto nas paradas de discos e singles.
Sucesso.
Rebecca tem tido sucesso tanto nas paradas de discos e singles.

Rebecca todos os dias por volta de 10 horas da noite está voltando para casa depois de mais um dia de ensaios e durante seu pequeno trajeto de meia hora gostar de ir ouvindo uma boa música pop. “Eu estou amando o Prism (2013) da Katy Perry, aquilo ali é uma perola do pop”, revela, ela é tão fã de Katy que gravou sua própria versão de “Roar” como parte divulgação de seu novo álbum. “Sabe é aquela música que você para e pensa que queria ter escrito e gravado aquela música… É uma música muito poderosa e popular”, fala. “A Katy me ligou e falou que adorou minha versão para música dela!”, revela. “Eu quase caí para trás!”.

Mais pop.
Freedom é mais pop do que o álbum anterior.

Rebecca assim como gostar de clubes e aos pubs ela também gostar de ficar com seus filhos. “Eles são as minhas razões para viver”, confessa. Diferentes de outras divas, Rebecca não gostar de usar de sua sensualidade para vender mais discos e emplacar mais hits. “Eu faço música para ouvidos e não para olhos”, polemiza. “Mas não vejo problema quem faz isso”, esclarece.

Rebecca está pronta para mais um dia de exaustivo de ensaios e durante uma música e outra ela ri. “Estou gostando disso!”, exclama, para os membros de sua banda. “Continuei assim!”, continua exclamando. “Aqui ela é chefe. Do repertório as luzes usadas no shows, tudo tem que ter aprovação dela”, fala Jessica, sua assistente pessoal. “Ela é uma ferra quando algo não saí de acordo com planejado”, fala. Rebecca está com planos de estender sua turnê para várias partes do mundo além dos Estados Unidos e da Europa. “Eu quero ir conhecer lugares que nunca fui!”, revela. Ainda é muito cedo para saber por onde  sua turnê irar passar, pois seu álbum ainda não foi lançando em várias partes do mundo –incluindo o Brasil e o Estados Unidos. “Eu ainda não entendi por que da demora para ser lançando nas outras partes do mundo”, revela.

Rebecca vai vivendo sua vida dia após dia entre exaustivos ensaios, espetaculares shows e intermináveis deveres de mãe. “Eu sei… Eu sou assim mesmo!”.

**artigo inventado**

Aimee Teegarden: A Musa dos E.T.

Aimee Teegarden está focada em algum dia ganhar um Oscar e Emmy, mas ainda é apenas uma estrela em ascensão buscando seu espaço

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Aimee Teegarden, 24, chega ao salão de beleza de seu bairro na ensolarada Califórnia. “Eu não terei mais momentos assim pelos próximos meses.”, revela, pois sua nova série, Star-Crossed, acabou de estrear na TV. “Estou amando em fazer parte disso!”, afirma. Star-Crossed é não mais uma típica serie adolescente, nela retrata o amor de uma humana com alienígena – algo inédito na TV, que sempre explorar o batido tema de amor de um humano e um vampiro – Buffy the Vampire Slayer, True Blood e The Vampire Diaries, são as mais cultadas e celebradas séries do gênero. “Eu tentei a todo custo em ganhar o papel.” Mesmo assim com essa temática inédita na TV, a série estreou com apenas 1.28 de telespectadores – um péssimo número para padrões da The CW. “Estamos todos preocupados por causa desta baixa audiência”, afirma.

Amor de outro mundo. Em Star-Crossed personagem de Aimee é apaixonada por Romam (Matt Lanter);
Amor de outro mundo.
Em Star-Crossed personagem de Aimee é apaixonada pelo extraterrestre Romam (Matt Lanter), mas ela já tem um namorado.

Na série, Aimee é Emery Whitehill, uma típica estudante do ensino médio – morena, bonita e estudiosa –, que namora o Grayson (Grey Damon), mas mesmo assim conquistará o coração do bonitão alienígena, Roman (Matt Lanter, estrela da 90210), e tudo na série gira a sua volta. “Eu adoro trabalhar com Matt, ele é bastante divertido… Mas ele já tem dona [ele é casado com Angela Stacy]”, fala, para evitar os comentários maldosos da mídia. “Cada dia é uma bença em minha vida”. Um fato curioso que Aimee não se deixou a fama subir para sua cabeça durante as gravações da segunda temporada de Friday Nights Lights e resolveu-o procurar um emprego de verdade. “As pessoas me via e fala: “Você é a menina de FNL? Sou! Não é não! Então não sou!”, conta, ela trabalhou na Hollister.

Estrela Adolescente. Aimee em cena do filme Prom (2011) da Disney.
Estrela Adolescente.
Aimee em cena do filme da Disney, Prom (2011) .

Aimee esta bastante animada por viver sua protagonista propriamente dita em uma série – além desta ela também faz o papel principal em Aim High uma web-série exibida entre 2011 e 2013, outra série ambientada no ensino médio. “É um sonho que ser tornou realidade.”, revela. Ela já teve um papel de bastante destaque na clássica série adolescente (mas com uma carga altamente dramática), Friday Night Lights, exibida entre 2006 e 2011, nela era Julie Taylor, filha dos protagonistas, Eric (Kyle Chandler) e Tami (Connie Britton), a série girava em torno desta família e de suas perspectivas. “Bons tempos, mas não sabia onde eu estava me metendo! Tudo era uma grande novidade para mim e maioria do elenco”, afirma. “Eu sou bastante grata por tudo que a série fez em minha carreira.”, confessa.  Assim como maior parte do elenco jovem eram desconhecidos, eles foram lançados ao estrelato após a estréia – Minka Kelly, Gaius Charles, Scott Porter, Michael B. Jordan, Matt Lauria e o mais conhecidos de todos, Taylor Kitsch, há relatos que dois tiveram um affair. “Pura mentira, mas adoro o Taylor. Ele é um gato!”, revela, rindo. “Nós do elenco criamos uma regra de ninguém podia namorar entre si ”, brinca. “Acho que não valeu!”. Antes de chegar ao estrelato ela tinha feitos pequenas aparições em séries como Cold Case e Hannah Montana. “Não tenho vergonha do meu passado”. Enquanto um nuvem de incertas pairava sobre Friday Night Lights  que podia ser cancelada a qualquer momento. Então nesse meio tempo Aimee fez uma curta aparição de  3 episódios em 90210 como Ronda. “Eu já conheço o Matt desde daquele tempo”, revela, inclusive o segundo episódio em que Aimee apareceu foi a estreia de Matt na série como um bad boy que fez tanto sucesso que ficou até o último episódio.

Sonhos. Aimee sonhar em ganhar o Oscar e o Emmy algum dia.
Sonhos.
Aimee sonhar em ganhar o Oscar e o Emmy algum dia.

Após alcançar fama, ela fez conseguiu fazer sua transição [estrela adolescente da TV] para o cinema, estrelando alguns sucessos como Prom (2011), Beneath the Darknes (2011), Scream 4 (2011), Beautiful Wave (2011) e Love and Honor (2013), e claro sua participação no Miss Teen USA 2007 onde fez uma pergunta à Caitlin Upton e recebeu uma resposta infame (e virou meme na internet) –procure na Wikipedia para ler a pergunta e a resposta altamente infame. “As pessoas falavam sobre isso sem parar… Era até engraçado.”, fala. “As pessoas nas ruas me paravam para fazer a mesma pergunta… Eu morria de rir!”, revela.

Aimee chega a sua luxuosa casa com sua melhor amiga Yin Chang (a Nelly Yuki de Gossip Girl) – ambas se conheceram durantes as filmagens do filme Prom e vivaram BFF (“Somos quase gêmeas siamesas”, fala Yin Chang)–, e rapidamente liga a TV para ver The Big Bang Theory uma de suas séries favoritas – além desta citada ela gosta assistir, Glee, Awkward, Veronica Mars, Supernatural, Smallville, Gilmore Girls (‘Minha grande paixão, já vi e revi várias vezes… Quem dera se eu tive feito parte deste clássico’). “Eu morro de rir, eu gostaria de participar de alguma comédia algum dia.”, revela, pois a maioria de seus papeis são em séries de TV destinada ou publico adolescente e filmes dramáticos. “Acho que estou convencendo!”, brinca. “Eu sei minha carreira é focada em bom drama”.

Na cama do Aimee. Carreira de Aimee é marcada por projetos adolescentes.
Na cama com Aimee.
Carreira de Aimee é marcada por projetos adolescentes.

Nos dias de folgas, ela gosta de praticar qualquer esporte ou viajar. “Adoro essas coisas fazer um bem enorme, mas ultimamente por contas das gravações não está tendo muito jeito”, garante. Aimee recebe uma mensagem de uma amiga sua que terá um show da Lorde na cidade. “E claro que eu vou!!!”, ela, mostra a mensagem que enviou para sua BFF Yin Chang. “Adoro a ir um bom show e pegar um cineminha… Essas são minhas grandes obsessões”, confessa, entre os shows que já foi e adorou são da Beyoncé, Avril Lavigne, Katy Perry, Aly & AJ, Madonna, Kiss, Rolling Stones, Christina Aguilera (‘O melhor que já fui’, diz), Kate Nash, Whitney Houston, Dido, Carly Rae Jepsen, Colbie Caillat, Miley Cyrus, Charli XCX, Glee.  “Eu to louca para ver a Carly Rae Jepsen como Cinderella mas só quando tiver uma folga das gravações”, revela, sobre ir para Nova York assistir ao musical Rodgers + Hammerstein’s Cinderella. “Eu sou apaixonada por grandes musicais”, admite.

Estrela do Cinema. Aimee teve alguns papeis de destaque no cinema.
Estrela em ascensão.
Aimee ganhou fama mundial por conta de Friday Night Lights e até participou do videoclipe de “Made in the USA” da cantora pop Demi Lovato.

Aimee chega para mais um dia de trabalho. “As gravações são intensas”, revela. “Demora mais por conta dos efeitos especiais”, rebate Matt Lanter. Os atores ensaiam e meio os ensaios não conseguem controlar o riso. “Já viramos uma grande segunda família.”, revela Malese Jow (Julia). “Corrigindo minha terceira família!”, brinca Aimee sobre o fato do elenco de Friday Night Lights ser sua segunda família. “Amo todos eles… Tenho boas memórias de todos eles.”, revela. “90210 é também minha segunda família!”, fala Matt Lanter. Então por alguns instantes eles ainda continuam rindo, mas rapidamente o tom profissional começa a tomar conta do lugar invés de risos temos atuações bastante dramáticas. “Não é outro drama adolescente banal”. Em um mar televisivo repleto de dramas adolescentes bobos e dramáticos. “Este é bastante diferente e mais ousado.”, revela. “Eu não tem medo de ficar marcada por sempre está envolvida nestes projetos voltados para público adolescente”, confessa. “É ótimo ser uma eterna estrela adolescente”, admite. “Para que eu vou cuspir no prato que comi por vários anos. Uma coisa que não sou é ser ingrata”, frisa. “Mas eu dia espero ter papeis mais adultos… Eu tenho o sonho de ganhar algum dia um Oscar e um Emmy”, revela, dois grande objetivos de sua carreira.

Tempo livre. Nos dias de folgas Aimee gosta de praticar esportes.
Tempo livre.
Nos dias de folgas Aimee gosta de praticar esportes.

Aimee tem tendo uma enorme rotina de estrela de TV – gravações, ensaios fotográficos, malhação, caminhar na praia, dormir bem. “Eu não fico cansada, mas antigamente por conta de Friday Night Lights ficava morta. Eu era tão nova e inexperiente.”, revela. “Hoje eu tiro de letra!”, exclama. Então por alguns minutos vejo jovens atores se transformar em uma grande família. “Espero fazer isso por muito tempo”. Então a gravação começa e alguns instante Aimee rouba a cena para si e deixa nenhum outro a não ser ela brilhar em cena – algo que as protagonistas deveria fazer, mas muitas não conseguem. “Eu ganho para fazer isso”, brinca. “Eu sou rainha do drama!”, fala, rindo.

**artigo inventado**

Colbie Caillat: Pronta para Batalha

Colbie Caillat está buscando novos desafios em sua carreira com seu novo álbum e não ver a hora de colocar  “essa batida” para se espalhar pelo mundo

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Colbie Caillat, 28, está gravando em uma sala isolada com seu produtor (e pai) Ken Caillat. “Isso esta ficando incrível”, grita Ken para filha. “Em dois takes ela já gravou tudo…”, revela. “O que achou?”, pergunta para todos na sala.

Sucesso mundial. Colbie na gravação da novela brasileira, Três Irmãs, em 2008 da TV Globo.
Sucesso mundial.
Colbie na gravação da novela brasileira Três Irmãs (2008) da TV Globo.

Colbie tem tido altas sessões de gravações para seu quarto álbum – seu quinto álbum se incluindo o natal, Christmas in the Sand (2012). “Esse álbum é o mais inovador em minha carreira.”, afirma. “Esse álbum marca um novo capítulo em minha carreira.”, confessa. “É mais pop e ousado dos anteriores…”, admite. “Mas não espere que ele tenha o pop feito pela Katy Perry e Jessica Simpson.”, frisa. “É bastante diferentes dos meus álbuns, mas ao mesmo tempo tem uma mistura deles”, fala seus trabalhos anteriores – Coco (2007), Breakthrough (2009) e All of You (2011).

Sempre alegre. Colbie gosta de ver o lado bem das coisas.
Sempre alegre.
Colbie gosta de ver o lado bem das coisas.

Colbie ri com resultado alçando. “Ta gostando? Não vejo à hora destas músicas vejam a luz do dia.”, fala, mostrando uma inquietação. “Quando uma música minha saí é como se fosse eu tivesse ganhado na loteria”, admite, rindo. Colbie entra em um intervalo de 15 minutos e do nada começa a entoar as músicas de – Paula Cole, Fiona Apple, Lauryn Hill e Sonny & Cher – pelos alto falantes do estúdio. “Essas estas as influências que estou tendo para meu novo álbum”, revela. “Mas ele não será depressivo e nem baixo astral”, garante.

Jack Johnson de saias. Colbie ganhou este apelido pela mídia por causa de seu estilo musical.
Jack Johnson de saias.
Colbie ganhou este apelido pela mídia por causa de seu estilo musical.

Colbie surgiu em 2007 com seu álbum de estréia, Coco – seu apelido de infância –, após ter estourado no MySpace na mesma época que a Lily Allen e foi chamada pela mídia de Jack Johnson de saias. “Naquela época eu queria me firmar por mim mesma é não pelo meu pai”, revela, seu pai é o famoso produtor dos clássicos álbuns da banda Fleetwood Mac (e tantos outros como The Beach Boys) – Rumours (1977), Tusk (1979) e Mirage (1982). O álbum de estréia foi um sucesso em todo mundo por causa do primeiro single, “Bubbly”, uma baladinha chiclete que agradou a todos. “Compus ela tão rapidamente e não dei muita bola para ela.”, revela. Primeiramente a musica explodiu no MySpace e para depois explodiu na Billboard Hot 100 – chegou ao número 5– que ajudou espalhar a musica pelo resto do mundo. “Inicialmente eu fiquei em duvidas se publicava ou não na minha pagina… Só depois de ter sido convencida pelos meus amigos e então resolvi arriscar postando.”, confessa. Por conta de “Bubbly”, seu álbum vendeu mais de 5 milhões de cópias mundialmente e então a Billboard resolveu criar o prêmio Estrela em Ascensão para premiar as mulheres que movimentaram a mídia e causaram grande impacto no mundo da música em determinado ano – entre as outras ganhadoras estão Lady Gaga (2009), Jazmine Sullivan (2010), Nicki Minaj (2011), Carly Rae Jepsen (2012) e Janelle Monáe (2013). “Foi um grande honra”, revela. “O mundo da música é dominado pelas mulheres, antigamente quem ditava as regras eram os homens hoje eles são minorias”, avalia. “Observe bem a maioria das músicas e discos que domina as paradas de sucesso atualmente são de mulheres”.

Garota da Califórnia. Colbie gosta de morar na ensolarado Califórnia.
Garota da Califórnia.
Colbie gosta de morar na ensolarado Califórnia.

A Billboard não errou todos seus álbuns e os singles foi sucessos de vendas – seu segundo álbum, Breakthrough (2009), estreou no número 1 com 106 mil cópias vendidas e já emplacou onze músicas na Billboard Hot 100 (além disso Colbie se transformou em uma maquina de emplacar hits nas paradas Adult Top 40 e Adult Contemporary todos seus singles lançados chegaram ao top 20) –, que lhe rendeu um prêmio Grammy pela sua colaboração em “Lucky” com Jason Marz . “Foi um sonho se realizando quando ganhei meu primeiro Grammy!”, revela, no total ela já teve mais 4 indicações, mas tecnicamente ela ganhou o Álbum do Ano por sua colaboração em Fearless (2008) da Taylor Swift. “Quando meu álbum estreou no número 1, eu não acreditei de inicio, pois a gente esperar o melhor, mas nunca pensa que irar ser tornar realidade.”, frisa. “Eu tento não criar expectativas sobre meus trabalhos”.

Premiada. Colbie com seu primeiro Grammy pela sua colaboração em
Premiada.
Colbie com seu primeiro Grammy pela sua colaboração em “Lucky” com Jason Marz.

Colbie sabe que não é mais uma novidade no mundo do pop e seu primeiro single do novo álbum, “Hold On”, ainda não emplacou nas paradas, mas é sucesso nas paradas de pop adulto e o videoclipe já tem quase 2 milhões de visualizações no YouTube. “Se eu fosse viver de charts, eu já estaria louca”, revela. “Há coisas mais importantes do que isso.”, admite. “O topo das paradas é uma grande ilusão, pois hoje você está no topo e no outra semana você esta fora”. “Mas eu não estou sendo ingrata pelo sucesso que tive até agora.”, frisa, para não ser mal entendida. “Eu não foco muito nessas coisas, mas caso tenha sucesso comercial não vejo problema”. “Eu não estou tentando ser a nova princesa do pop”.

Saída do MySpace. Colbie ser tornou um fenômeno primeiramente no MySpace.
Saída do MySpace.
Colbie ser tornou um fenômeno primeiramente no MySpace.

Em todas as sessões de gravações, Colbie, chega alegre e espalha sua alegria para todos os presentes na sala. “Gosto de estar sempre alegre… A vida é bela!”,exclama. Quando uma gravação saiu errada ou ela não gostou do resultado final. Ela ri e pede para “trazer a batida de volta”. “Hoje talvez não seja meu dia”, brinca. Quando a inspiração não bate, ela gosta de ir para praia para surfar. “Alivia o estresse… Muitas das músicas foram compostas na inda para casa.”, revela. Todos já estão cansados de saber disso o que predomina em suas músicas é esse clima de verão e praia o ano inteiro. “Eu sei minha música é muito solar”, admite. “Uma boa música  sempre encontrara ouvintes”. Ela não poderia estar mais certa em mundo dominado pela Katy Perry e companhia, seu som se sobressai e ser tornar único nas rádios. “Estou tentando ir contra a maré!”.

Livre, Leve e Solta. Colbie em uma das suas inúmeras turnês.
Livre, Leve e Solta.
Colbie em uma das suas inúmeras turnês.

Colbie chega a sua casa após mais um dia de gravações e rapidamente liga a TV. “Adoro esse programa, pena que durou pouco [apenas uma temporada].”, confessa sobre sua paixão recém descoberta Jane by Design. Além de Jane by Desing, ela adora ver outras séries – Desperate Housewives, Veronica Mars, One Tree Hill, Hart of Dixie, Greek, Friday Nights Ligths, Glee, How I Met Your Mother. “Eu sei são meus guilty pleasure”, afirma, rindo. “Já vai começar o American Idol”, fala, ela inclusive fez uma audição para programa, mas não foi aprovada. “DEUS escreve por linhas tortas.”, admite. “Talvez se eu tivesse sido aprovada não teria o sucesso que tive até agora.”, diz, dando de braços. Quando está em turnê ou gravado ela gosta de ir para cama bem cedo. “As coisas fluem melhor”. “Então ficou pronta para mais um dia.”, revela, ela também gosta de correr na praia de manha ou no fim da tarde. “Acho que nunca vou ir morar em Nova York”, afirma. “Meu lugar é aqui – sol, mar e esse clima”.

Seis meses. Colbie já está seis meses dentro do estúdio gravando.
Seis meses.
Colbie já está seis meses dentro do estúdio gravando.

Colbie está de pé bastante feliz para mais um dia de gravações e durante o trajeto para o estúdio liga o rádio em estação de hits antigos. “Eu estou me inspirando no pop dos anos 80 aos inicio dos anos 2000”, confessa. “Será um álbum alegre com bastante pop rock”, revela. “Eu jamais e nem estou tentando copiar esses anos”, frisa.

Nem charts e nem princesa do pop. Colbie não importa com essas coisas.
Nem charts e nem princesa do pop.
Colbie não importa com essas coisas.

Já se foram mais de seis meses de trabalho em cima de seu novo álbum – ainda sem previsão de lançamento e sem titulo. “Não estou com pressa”, afirma. “Acho que ainda terei mais uns dois meses de gravações ou talvez menos”, confessa. “Estou com algo em mente”, revela, fazendo mistério sobre o titulo do novo álbum. Colbie ri quando ouve três novas músicas tocarem pelos alto falantes do estúdio. “É isso!”, exclama. Então ri sem parar e repeti essa expressão a cada nota. “Traga a batida de volta!”, grita. Então eles trazem  de volta mais de 10 vezes e ela ri novamente sem parar.

**artigo inventado**

Iggy Azalea: A Rapper do Momento

Iggy Azalea está pronta para dominar o mundo com suas rimas – e sua estonteante beleza –, e ser tornar a nova sensação saída da Austrália e uma das maiores rapper que o mundo já viu e ouviu

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Iggy Azalea, 23, está em cima do palco e poucos minutos em cima dele ela se transforma em uma (grande) estrela. “Meu lugar é em cima de um palco… Eu não me vejo em outro lugar”, afirma. Entre uma música é outra, Iggy faz a platéia delirar com sua potente música e sua beleza –  1,78 de altura,  loira, exalando sensualidade e todos atributos dignos de uma modelo (o que ela foi)  –, como todos já devem saber Iggy pegou o mundo de surpresa com lançamento do EP, Glory (2012), fazendo relativo barulho na mídia, o EP continua seis faixas entre elas tinha parcerias com B.o.B, T.I. (seu mentor no meio musical), Pusha T e Mike Ponser. “Tudo surgiu naturalmente, não tinha pressão nem por minha parte e nem da gravadora.”, admite. “Antes era apenas por diversão… Agora é mais trabalho.”, confessa. “Ainda me divirto muito quando estou compondo ou indo fazer um show”, garante.

Sendo Fancy. Videoclipe é inspirado no clássico, Clueless (1995),
Sendo Fancy.
Videoclipe é inspirado no clássico, Clueless (1995).

Mas Iggy queria ser uma estrela do rapper e não uma cantora pop. “Muitas pessoas a minha volta falavam para eu investir no pop do que o rapper, pois na cabeça deles o rapper é apenas para homens… Como uma loira queria fazer parte desta turma?”, revela, então Iggy se juntou ao seleto grupo de rappers femininas: Missy Elliot,Nicki Minaj, Lauryn Hill, Kesha, M.I.A. e sua rival Azealia Banks  – ambas vira e mexe tem discussões nada privada pelo Twitter. Iggy ficou trançada no estúdio trabalhando por dias (e horas) a fio. “Eu não tinha uma vida social naquela época.”, revela. “Meus amigos me ligavam para sair e eu falava: Não posso, estou trabalhando em uma música agora!”, revela, dando de ombros. “Valeu a pena no final”, admite. “No último dia de gravações foi bastante agridoce, mas com sensação de dever comprido e com dúvidas se o álbum será sucesso ou fracasso”, revela. “Eu estou pronta para tudo”, confessa.

Fashionista. Estilo de Iggy chama atenção.
Fashionista.
Estilo de Iggy chama atenção.

Então sua ascensão começou quando lançou seu primeiro single, “Work”, música de trap misturado com hip hop e batida eletronica pronta para invadir as pistas de danças (dignas das canções da Kesha e Lady Gaga). “Foi uma das últimas musicas que gravei.”, revela. A música atraiu um buzz enorme da mídia (até a ex-princesa da Disney Selena Gomez estava cantando em sua Stars Dance Tour) e todos queriam saber quem era voz por trás daquilo que citava várias marcas famosas como Louboutins – e que ameaçava o reinado absoluto da Nicki Minaj. “Nunca esperei que a música fosse fazer aquele sucesso todo.”, admite.

BFF. Iggy e Rita Ora são grandes amigas e divide os vocais em música escrita por Katy Perry.
BFF.
Iggy e Rita Ora são grandes amigas e divide os vocais em música escrita por Katy Perry.

Então sua gravadora viu o potencial que eles tinham em mãos e rapidamente mudaram os planos do disco de estréia dela que estava pronto mandando ela novamente entrar em estúdio. “As primeiras sessões de gravações foram ótimas… Mas quando comecei a receber várias músicas incríveis e vários pedidos de cantores incríveis que eu admiro querendo participar do meu disco… Eu topei em voltar novamente ao estúdio”, confessa, rindo. Destas novas sessões saíram outros três singles do álbum – “Bounce”, “Change Your Life” com T.I., e “Fancy” com Charli XCX –, e tendo parceiras com Rita Ora, Mavado, Watch The Duck, e algumas músicas produzidas pelo Benny Blanco e Stargate, responsáveis por entupir as rádios com hits pegajosos. Foram dias inesquecíveis.”, revela. “Há. Muitos. Hits. Espelhado. Pelo. Disco”, fala, assim mesmo, em pausas.

Sensação. Iggy ser tornou umas das principais do hip-hop.
A nova princesa do hip-hop.
Videoclipes de Iggy já acumula mais de 1 bilhão de visualizações no YouTube.

O álbum ainda conta com a presença ilustre de Katy Perry na composição de “Black Widow” – Iggy divide os vocais com Rita Ora na música. “É música é incrível e sensacional… Tem cara de hit de algo que a própria [Katy] gravaria.”, admite. “Eu até convidei ela [Katy] para gravar a música comigo, mas não deu, pois estava bastante ocupada e ainda está.”, revela, mas não desmerece a participação da Rita Ora. “A Rita foi um amor em aceitar divide essa música comigo.”, fala, as duas são amigas desde 2012 quando Iggy abriu os shows de Rita Ora nas turnês – MTV Presents: The ORA Tour e Radioactive Tour.” Nós compartilhamos as mesmas idéias e opiniões.”, revela, rindo. “Ela é minha melhor amiga [entre os famosos].”, revela. “Eu não deveria falar, mais já estamos escolhido o próximo single do álbum e nossa parceira tem grandes chances de ser escolhida.”, revela, sobre o provável novo single com sua amiga de longa data Rita Ora. “Eu espero que sim. A gravadora esta indecisa entre três músicas.”, revela, o álbum terá no mínimo mais quatro singles extraídos do álbum. “Será divulgado massivamente e bastante explorado”, prevê.

Modelo. Iggy era modelo antes de virar cantora.
Modelo.
Iggy era modelo antes de virar cantora.

Então durante essas sessões surgiram músicas incríveis – e videoclipes cada vez mais super produzidos: “Bounce” foi inspirado na Índia e na poderosa Bollywood, “Change Your Life” recriava as cenas clássicas dos clássicos filmes Casino (1995),  Blade Runner (1982) Showgirls (1995)–, e então seu disco de estréia, The New Classic, começou a tornar forma – o álbum será lançando em 18 de abril. “Poucas músicas das primeiras gravações permaneceram…”, revela. Durante o processo gravação foram gravadas mais de 70 músicas (mas apenas 15 foram escolhidas para tracklist final). “Eu queria que fosse um disco duplo pois havia músicas incríveis, mas a gravadora achou muito arriscado e pretencioso demais para um álbum de estréia”, admite. “Na seleção final escolhemos as músicas que casavam entre si, mas foi muito doloroso deixar muitas músicas de fora”, revela. “Quem sabe talvez um dia elas vejam a luz do dia em um possível relançamento ou edição especial.”, fala.

O mundo resolveu abraçá-la de vez quando saiu videoclipe do 4º single do álbum “Fancy” com Charlie XCX (famosa pelo single “I Love It” do duo Icona Pop) onde recriam as várias clássicas cenas (e as roupas) do clássico cult adolescente dos anos 90, Clueless (1995), estrelado pela Alicia Silverstone (Cher Horowitz) e pela saudosa Brittany Murphy (Tai Frasier) – no videoclipe Iggy é Cher e Charlie é Tai. “Eu amo esse filme!”, afirma, inclusive a própria Alicia foi convidada para aparecer, mas por conta de sua agenda não teve como.”Ela foi um amor, mas pena que não deu para aparecer. Assim que o videoclipe ficou pronto minha equipe mandou o vídeo para ver e dar sua opinião”, esclarece, sobre a recusa de Alicia. “Primeiro pensamos em recriar o filme Mean Girls (2004) no videoclipe, mas pensamos qual filme do gênero é mais icônico… Eu fique me perguntando qual filme marcou minha infância?”, revela, o videoclipe foi filmado na mesma escola do filme e com dezenas de fãs do filme. “Um clássico pop.”, define. “Eu sabia que as pessoas iam adorar… Estou tentando trazer de volta os anos 90!”, brinca.

Nicki Minaj que se cuide! Iggy tem chamado atenção da galera do hip hop.
Nicki Minaj que se cuide!
Iggy tem chamado atenção da galera do hip hop.

Querendo ou não Iggy explodiu no mundo pop (e do R&B, sua música transita entre os dois gêneros). “Não tenho problemas de fazer parte da cultura pop, mas quero me manter fiel ao meu estilo que é o hip hop.”, afirma, com certo desdém. Após explosão em cima de “Fancy” a música conseguiu chegar ao número 9 nas paradas da Austrália – seu maior sucesso até agora por lá e no resto do mundo –, e fez a primeira entrada de sua carreira na Billboard Hot 100 chegando ao número 17 – um número bom para ela que nunca teve uma música na parada, apenas em paradas menores derivadas por gêneros indo do dance ao R&B. “Não me importo se minha música chegou apenas no número 100, o que me importa que estou sendo ouvida.”, revela, dando outra vez de ombros. Na Inglaterra ela é um sucesso os três primeiros singles  do The New Classic figuram entre as 20 músicas mais tocadas no país – “Work”, “Bounce”, “Change Your Life” nas posições 17, 13 e 10, respectivamente. “Tomei um susto quando recebi uma ligação do pessoal da gravadora para falar que “Change Your Life” tinha chegando ao número 10 por lá.”, revela, com expressão de alegria. “Foi um sonho ser tornando realidade.”, revela.

Retrabalhado. Disco de estreia foi todo reformulado após o buzz gerado por
Retrabalhado.
Disco de estreia foi todo reformulado após o buzz gerado por “Work”.

Apesar de seu primeiro grande sucesso até sido apenas “Fancy” em termos de vendas e posições nas paradas. Iggy já foi indicada (e ganhou) para vários prêmios importantes como Mtv Music Video Awards, MTV Europe Music Awards, MOBO Awards, e tantos outros. “Ainda não acredito nisso… Está mostrando que estou no caminho certo.”, afirma.

Glee, Grammy e Rolling Stone. Estes são os sonhos de Iggy.
#1, Glee, Grammy e Rolling Stone.
Estes são os sonhos de Iggy.

Iggy chega acompanha de sua assistente pessoal ao local onde está ensaiando para sua The New Classic Tour uma pequena turnê de 14 shows pelos Estados Unidos – a turnê irar começar em 23 de abril e chegara ao fim em 22 de maio. “Essa será bem pequena mesmo, mas a próxima será imensa.”, revela. Para esta pequena turnê ela passa mais de 5 horas por dia ensaiando. “Quero que tudo seja perfeito… Quero que digno de uma super produção como shows da Katy Perry”, afirma. “Quero dar o melhor de mim ao vivo… Quero que as pessoas saiam satisfeitas dos meus shows.”, revela, mostrando bastante alegre por essa ser sua segunda turnê solo em anos – sua primeira foi TrapGold European Tour em 2012 que teve 8 shows passando apenas pela Europa antes dela ter estourado nos resto do mundo. “Estou bastante amimada e não vejo à hora.”, revela, ela já abriu shows da The Mrs. Carter Show World Tour [da Beyoncé], Life Is Good Tour [do Nas]. “Um grande passo em minha carreira…”, brinca.

De volta aos anos 90.
De volta aos anos 90.
“Fancy” explodiu nas paradas pop.

Iggy move com sua recente ascensão (no mundo pop) sem parar, mas vai vivendo sua vida dia após dia. “Eu não foco muito no futuro.”, revela. “Eu foco no hoje… Meu maior objetivo é ser escutada e ser uma popstar.”, confessa. Do jeito que está indo seu objetivo já foi alçando só ela ainda não percebeu. “Eu não estou sendo esbone… Só não ficou iludindo as pessoas para parecer que não tem objetivos, claro que eu tenho.”, frisa. “Quando o pessoal do Glee gravar uma música minha, ganhar um Grammy, ter uma música e um álbum no #1, e eu sair na capa da Rolling Stone… Aí eu vou ter minha confirmação!”, e completa, “Que chegue eu onde queria”. Não apenas para ela. “Caso não, eu vou tentando até conseguir, tenho todo tempo do mundo e muita paciência.”

**artigo inventado**

Veronica Mars: Ressurge das Cinzas

Veronica Mars chega aos cinemas com ajuda dos melhores fãs do mundo – palavras da Kristen Bell –, e reafirma seu lugar na cultura pop moderna

Veronica Mars

Kristen Bell, 33, está sorridente, pois seu novo filme, Veronica Mars, estreou nos cinemas é um sucesso sem precedentes (e o principal foi aceito positivamente pela critica e público). “Um sonho que ser tornou realidade.”, fala. Como todos já estão carecas de saber o filme é baseada na série homônimo exibida entre 2004 e 2007 pela rede UPN (e depois na The CW, devido à fusão da UPN com The WB) durando miseras 3 temporadas e o pior disso não teve um episódio final – deixando todas as tramas em aberto. “Foi um saco”, frisa. “O episódio “The Bitch Is Back” nunca foi feito com intenção de finalizar a série era apenas um episódio de final da temporada, nós nunca imaginamos que seriamos cancelados sem um aviso prévio”, revela, pouco tempo depois ainda em 2007 “vazou” na internet 12 minutos do inicio da 4ª temporada onde mostrava Veronica no FBI – essa cena foi incluída no DVD da 3ª temporada. “Assim que filmamos o último episódio da 3ª temporada, nós resolvemos gravar o inicio da 4ª temporada. Mas fomos pegos de surpresa pelo cancelamento.”, avisa “Havia tantos programas com audiência pior que o nosso em exibição na época”, alfineta os outros programas da The CW. É verdade a série nunca foi um estourou de audiência, mas tinha o publico fiel – durante toda sua exibição a série conseguiu manter média 2.5 milhões de pessoas assistindo. “Nossos fãs eram fies ao programa”, fala, atualmente é série uns dos sucessos de vendas de DVD dentro e fora dos Estados Unidos.

Relacionamento yoyô. Veronica e Duncan tiveram relacionamento de idas e voltas durante as duas primeiras temporadas da série.
Relacionamento ioiô.
Veronica e Duncan tiveram relacionamento de idas e voltas durante as duas primeiras temporadas da série.

Como todos devem saber a série não era mais uma típica série adolescente. “Não tinha nada igual a ela na TV naquela época, era totalmente fora dos padrões de série adolescente”, afirma. Veronica Mars era uma série de drama adolescente que envolvia mistério e neo-noir e em cada temporada havia um grande mistério (e outros mistérios menores aos longo dos episódios) a serem descoberto pela Veronica – ela era filha do ex-xerife da cidade e agora trabalhava por conta própria como detetive particular. A série girava em torno da personagem titulo (que era uma detetive nas horas vagas) que teve uma grande queda social por conta do assassinato de sua melhor amiga Lily Kane (Amanda Seyfried) – ela acaba perdendo o namorado Duncan Kane (Teddy Dunn) e sua popularidade na escola Neptune –, então ela saiu em busca de pistas para encontrar o verdadeiro assassino e descobrir quem a drogou e a estuprou. Já na segunda e terceira, os mistérios são a queda do ônibus da escola de um penhasco e uma série de estupros no campus da universidade Hearst – durante última temporada houve mais dois grandes mistérios: o suposto suicido do reitor e o vazamento da fita de sexo de Veronica e Piz (Chris Lowell) –, respectivamente. “Era genial”, afirma. “Foi uma pena que durou pouco”, confessa.

Cancelada. Kristen em cena do último episódio de Veronica Mars.
Cancelada.
Kristen em cena  no último episódio de Veronica Mars.

Depois do cancelamento da série, Kristen virou uma estrela maior ainda do que era quando começou narrar a série adolescente Gossip Girl e uma das protagonistas do ex-fenômeno de audiência Hereos, e de quebra conseguir pular para cinema. Em meio a isso, o produtor Rob Thomas tentava produzir um filme para encerrar a série com dignidade. “Eu me conformei e nem mais prensava nisso.”, admite.  Os anos foram passando e a série ser tornou “Cult” na cultura pop moderna. Então no inicio de 2013, o Rob e a Kristen foram ao escritório da Warner tentar mais uma vez produzir o filme, mas receberão outro sonoro não. “Eles falaram que não queria tocar neste assunto. Mas não nós damos por vencidos.”, admite Kristen. Por sorte do destino, eles descobriram o site Kickstarter – um site de financiamento coletivo –, outra vez eles voltaram à Warner, então eles deram bênção para projeto, mas avisam. “Se tive o público, nós bancamos todo resto [divulgação e distribuição].”, relembra a fala de um dos executivos da Warner. Em 13 de Maio de 2013, a campanha em entrou no ar com objetivo de arrecadar U$2 milhões para produzir o filme – e com recompensa aí de DVDs da série a uma participação (com fala e tudo). “Pensamos que chegaríamos à neta apenas no final da campanha.”, confessa. 10 horas no ar o objetivo foi alcançando. “Gritamos sem parar, nós estávamos acompanhado minuto a minuto.”, revela. A arrecadação quebrou vários recorde no site.

Amor colegial. Amor de Veronica e Logan (Jason Dohring) teve um final feliz.
Amor colegial.
Veronica e Logan (Jason Dohring) tiveram um final feliz no filme.

Então em meio a isso várias séries canceladas viram uma esperança no fim do túnel. Em 13 de Abril de 2013, campanha chegou ao fim com impressionantes U$5,7 milhões dados por 91,585 doadores. “Foi uma sensação incrível.”, fala. Só isso a Warner viu o poder dos fãs quando se une por boa causa. “Eles queriam ter certa se o projeto valia a pena e ser teria público”, alfineta. “Foi uma sensação ótima, quando fomos ao estúdio levar o dinheiro arrecadado e o número de pessoas que contribuiu para isso acontecer.”, admite, rindo com expressão de deve comprido.

Elenco reunido. Maior parte voltaram.
Elenco reunido.
A maioria do elenco voltou assim que soube.

O filme foi filmado em 28 dias – entre 17 de junho de 2013 à 23 de julho de 2013 –, e a equipe conseguiu reunir a maior parte do elenco. “Teve algumas pessoas que não queriam voltar, mas tirando isso foi tudo maravilhoso e gratificante.”, fala.

No trabalho. Kristen em uma das muitas gravações do filme Veronica Mars.
No trabalho.
Kristen em uma das muitas gravações do filme Veronica Mars.

Meio tão esperando volta de Veronica Mars ela podia ser vista na comédia House of Lies – a série está em sua terceira temporada –,e era voz da Anna na super produção da Disney, Frozen (2013), que fez uma bilheteria invejável de U$1 bilhão mundialmente e venceu nas duas categorias que concorria ao Oscar (Melhor Animação e Melhor Canção Original para “Let It Go” – além disso trilha sonora chegou ao número 1 da Billboard 200 e emplacou três músicas (com sua voz) na Billboard Hot 100. “Nunca imaginei faria um filme bilionário!”, brinca, mostrando se bastante espantada.

Feliz. Kristen na estreia do filme Veronica Mars, em Los Angeles.
Feliz.
Kristen na estreia do filme Veronica Mars, em Los Angeles.

Kristen está de volta a sua rotina pela manha caminha e sempre quando chega a sua (bela) casa recebe o roteiro de mais um episódio da série House of Lies. “Rio demais”, admite. Ela resolve checar o site Box Office Mojo e leva uma surpresa o filme Veronica Mars fez U$3,474,314 na bilheteria – levando conta o valor da produção e o filme tendo uma exibição limitada (ou seja está em cartaz apenas 291 cinemas espalhados pelos Estados Unidos), e ainda mais o filme também foi lançando no formato digital para venda em várias lojas espelhadas pela internet como iTunes (ficando varias semanas dentro do top 10) no dia do lançamento do filme nos cinemas – algo raro e inédito para um filme de um grande estúdio sair para compra no formato on demand  no mesmo dia da estreia no cinema. “O filme foi feito para fãs e para concluir a história da Veronica.”, admite. “Nós nunca esperamos que ele irar fazer 1 bilhão de dólares na bilheteria”, afirma. “Nós não estamos importando com essas coisas.”, completa. “So queríamos dar um final adequado ao universo de Veronica Mars”.

Mentirosa. Kristen é tem o papel principal feminino em House of Lies.
Mentirosa.
Kristen é tem o papel principal feminino em House of Lies.

Kristen volta a seus afazeres de estrela e de dona de casa – sua filha está com baba –, e então alguns minutos ela saí para ir para gravações de sua série. Kristen entra em seu carro e liga o rádio em uma estação pop –”I Got You Babe” do Sonny & Cher, “Happy” do Pharrell Williams, “Fancy” da Iggy Azalea com Charlie XCX, “Say Something” da Christina Aguilera & A Great Big World, “Dark Hose” da Katy Perry, tocam durante o trajeto até sua casa –, então faço uma pergunta inevitável se o filme terá uma segunda parte. “Ninguém sabe ainda. Talvez?”, afirma. Por enquanto a serie irar continuar no mundo literário, o primeiro foi lançando Veronica Mars: The Thousand Dollar Tan Line é um grande sucesso de vendas. “Espero que sim! Veronica é minha obra prima, minha cara metade… O mundo da TV e do cinema precisa de mais pessoas como ela”, confessa, pelo papel ganhou Teen Choice Awards e Saturn Awards. “É um papel desafiador, mas me divirto muito interpretando ele.”, admite.

Clássica. Kristen vestida como Madonna em cena clássica (da 1ª temporada) da série Veronica Mars.
De volta aos anos 80.
Cena clássica da série, Madonna (Veronica Mars) e Joel Goodson (Logan) do filme Risky Business (1983).

A gravação de House of Lies começa todos estão todos em silencio e então o silencio é quebrado quando a Jeannie van der Hooven (personagem de Kristen) entra em cena e rouba a cena para si. “Ela é bastante provocativa, mas é muito divertida e mentirosa.”, revela. Todos riem e assim todos os dias. “Eu estou vivendo um sonho. Não quero que nunca acabe.”. Então Kristen está voltando para casa e durante o trajeto ver um enorme poster do seu mais recente filme. “Conseguimos!”, fala, mostrando bastante feliz pela conquista.

**artigo inventado**

Michelle Williams: No Topo do Mundo

Michelle Williams como umas das estrelas de Dawson’s Creek chegou ao topo e não pretende deixa-lo tão cedo

001Michelle Williams, 33, está sentada em um grande sofá de luxuoso apartamento em Nova York lendo o roteiro de seu próximo filme The Awakening, onde será Roxy  – além deste ela está com filme preste a estrear Suite française, um romance durante a Segunda Guerra Mundial, onde vive Lucille, uma mulher casada que apaixona pelo comandante alemão.”É um papel desafiador.”, revela. Alguns instantes sua filha com seu falecido ex-noivo Heath Ledger, Matilda, chega da escola empolgada. “Ela é tão inteligente e inocente.”, revela. Então Michelle volta para seus afazeres de uma estrela do cinema (e dona de casa) – ler, reler e estudar tudo sobre o personagem. “Eu entro de cabeça.”, revela, rindo. “Eu aceitei fazer Oz the Great and Powerful (2013) apenas por causa da minha filha, pois filmografia está repleta de filmes sobre amor e dramas.”, confessa, rindo. “Ela é minha maior fã!”, afirma. “Só aceito papeis que me agrada e tento ao máximo escolhes papeis diferentes.”, revela. Michelle corre para atender o telefone que esta tocando. “Eu sei que estou atrasada!”, fala para um dos produtores de Cabaret. “Me der mais 30 minutos?”, pede ao produtor. 30 minutos se passam e Michelle chega aos luxuoso estúdio de dança no centro de Nova York para mais um dia de intenso ensaios para nova montagem da Broadway onde ela vivera a icónica Sally Bowles. “É um sonho estar em musical da Broadway! Eu sempre recebi convites para estar em um musical, mas sempre recusava… Desta resolvi aceitar por vários fatores… Eu cheguei ao ponto de minha carreira que eu devia me arriscar mais e fazer coisas que nunca tinha feito”, revela. “Esperei por algo grande!!”, afirma, a nova montagem tem estreia prevista para 24 de abril. “Não vejo agora de estrear após tantos meses de ensaios secretos”, fala, eufórica. “Talvez seja a coisa mais louca que já fiz?”.

Estrela. Michelle no set do episódio final de Dawson's Creek.
Rumo ao desconhecido.
Michelle no set do episódio final de Dawson’s Creek exibido em 14 de Maio de 2003.

Antes chegar na posição que ocupa, ela trilhou um longo caminho de pequenos papeis – aparecendo em séries e filmes: Baywatch (sua estreia como atriz profissional), Step by Step, Home Improvement, Lassie (1994), Species (1995) e tantas outras produções –, Michelle chegou ao estrelato quando passou no teste para viver uma das protagonistas de Dawson’s Creek, um drama adolescente onde interpretava a solar e ex-garota problema Jennifer “Jen” Lindley, que foi exilada de Nova York para Capeside,  Wilmingtonem, uma cidade pequena litorânea para viver com sua avó após ter sido pega pelos pais fazendo sexo e usado drogas, devido a negligência dos seus pais que resultou em graves problemas psicológicos, mas apesar disso era boa garota que buscava encontrar sua paz interior  e sua redenção. “Era um papel grande e empolgante. A Jen queria deixar o passado no passado.”, afirma, sua personagem passou por altos e baixos durante as seis temporadas da série, e sua personagem teve um final trágico – a única personagem que não teve um final feliz (uma decisão bastante ousada até hoje para qualquer série). “Bota ousado nisso. Eu fique surpresa quando recebi o roteiro do episódio e vi o fim que minha personagem teria.”, afirma.

Bombshell. Michelle era uma loira fatal e inicialmente a personagem feminina principal.
Bombshell.
Michelle era uma loira fatal em Dawson’s Creek.

“Foi uma experiência incrível que vive em minha carreira.”, confessa. “Ela era bem dramáticas às vezes. O fim da minha personagem foi bastante agridoce.”, fala. Inicialmente Jen era principal personagem feminina da série, mas no incio da segunda temporada foi substituída pela Joey Potter (Katie Holmes). “O foco na 1ª temporada era o amor do Dawson pela Jen da segunda temporada até a última foi relação ioiô entre Joey e Dawson.”, frisa. Na época Michelle e Katie não se davam bem (O Joshua declarou que não era amigo do James fora das telas)  e vivia uma grande rivalidade de quem aparecia mais na mídia (quando a série estava no ar, Katie era sempre vista nos principais blockbuster e  nas principais capas de revistas como Rolling Stone), devido Katie aparecer mais do que o próprio protagonista – ela foi a única aparecer em todos os 128 episódios –, e ter roubado o posto de personagem feminina principal de Michelle. “Pura mentira!”, afirma. “Sobre a rivalidade com Katie[Holmes] prefiro nem comentar já faz muito tempo isso.”, confessa. “Eramos duas crianças na época.”, admite. “São águas passadas, é melhor deixar o passado no passado!”, completa. Além dela a série apresentava outros protagonistas – James Van Der Beek (Dawson Lerry), Katie Holmes (Joey Potter), Joshua Jackson (Pacey Witter), Kerr Smith (Jack McPhee), Meredith Monroe (Andie McPhee) e Busy Philipps (Audrey Liddell). “Hoje em dia nós não matemos contato como antes.”, revela. “Mas espero velos em breve, já tem mais 11 anos que não os vejo.”, admite, ela mantém contato com Busy Philipps. “Uma grande amiga… Divertimos muito as gravações da série e fora dela.”, fala, sobre relação com a madrinha de sua filha. “Minha filha ainda não viu a série, mas tenho a coleção completa [quando a série foi lançada em DVD, ela e todos do elenco ganharam o box da série de presente]… Vou esperar ela crescer mais um pouco.”, afirma, pois sua série envolviam bastantes temas polêmicos. “Eu não tenho vergonha do meu passado.”, admite. “Tenho boas lembranças da série e de todos.”, afirma.

Bem-sucedida. Michelle é única que consegui fazer a transição para o cinema e ser indicada ao Oscar.
Bem-sucedida.
Michelle é única do elenco de Dawson’s Creek que consegui fazer a transição para o cinema e ser indicada ao Oscar.

A série estreou em 20 de janeiro 1998 na The WB como tapa buraco da programação do canal – virando sucesso absoluto de audiência durante todas temporadas –, e chegou ao fim em 14 de Maio 2003 com episódio duplo  – como melhor série adolescente feita pelo canal e definiu toda uma geração –, após os constantes rumores que Katie e Michelle queriam deixar o programa no fim de seus contratos (que era de seis temporadas), pois ambas queriam construir uma carreira voltada para cinema do que à TV. “Na época eu contava o tempo para chegar ao fim, hoje eu me arrependo de algumas atitudes que tomava. Hoje em dia tem uma gratidão enorme com a série. Eu espero ansiosa para um episódio de reunião!”, admite, há vários saí especulações sobre tão sonhado episódio de reunião, mas até hoje ainda não saiu do papel. Desde então junto com outro clássico adolescente Beverly Hills, 90210 ambas se tornaram peças importantes na cultura pop e influenciou todas as futuras produções do gênero  – One Tree Hill, The O.C., Glee, Veronica Mars, Gossip Girl e tantas outras. “Dawson’s Creek soa mais atual do  que há 16 anos atrás e não ficou datada.”, fala. “É atemporal… É um clássico moderno! “, defini.

Casal dentro e fora das telas. Michelle com ex-noivo Heath Ledger no filme Brokeback Mountain.
Casal dentro e fora das telas.
Michelle com ex-noivo Heath Ledger no filme Brokeback Mountain.

Antes de chegar ao estrelato mundial por conta de My Week with Marilyn (2011) ela se aventurou em produções indie, alternativas, de terror, adolescentes e blockbuster – tendo destaque em Halloween H20: 20 Years Later (1998), Dick (1999), If These Walls Could Talk 2 (2000), The Station Agent (2003), Land of Plenty (2004), e tantos outros. “Foram escolhas sensatas.”, afirma. “Só fazia os papeis que não terei vergonha de ver daqui uns anos.”, confessa. “Até hoje riu quando vejo Dick passando na TV… Minha filha ama esse filme!”, revela, o filme era co-estrelado pela brilhante Kirsten Dunst. Após o fim de sua série, a maioria dos protagonistas caiu no ostracismo, apenas Katie Holmes estava tendo sucesso, mas Michelle estava estrelando filmes indie/alternativos e poucos comercias. “Eu não me importava com essas coisas… Prefiro agradar a critica e criar algo atemporal.”, revela.

Ícone Pop. Michelle como Marilyn Monroe, o papel foi recusado por várias atrizes.
Ícone Pop.
Michelle como Marilyn Monroe, o papel foi recusado por várias atrizes.

Sua sorte começou a mudar novamente quando foi convidada para viver Alma no polêmico filme, Brokeback Mountain (2005), onde contava a história de dois gays – Ennis Del Mar (Heath Ledger) e Jack Twist (Jake Gyllenhaal)–, no filme ela era casada com Ennis e Jack era casado com Lurren (Anne Hathaway), apesar de toda polêmica em cima do filme, ele consolidou a carreiras deles e abriu várias portas. O filme foi um sucesso absoluto entre os críticos e fez uma bilheteria invejável (mais de 200 milhões de dólares), rendendo à Michelle sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, mas perdeu para Rachel Weisz pelo papel em The Constant Gardener (2005). “Fui um honra esta indicada.”, admite. Além de sua primeira grande conquista no cinema, nos bastidores ela conheceu seu futuro noivo e foi paixão a primeira vista. “Ele foi o meu primeiro grande amor…”, revela. “Eu não gosto de tocar neste assunto em respeito a ele e a minha filha.”, fala. Eles nunca se chegaram a casar, ele veio falecer em 22 de Janeiro de 2008, o relacionamento deles já havia chegando ao fim em 2007. “Mas eram amigos, pois nós tínhamos algo em comum nossa filha.”, revela.

Seletiva. Michelle só escolhe papeis que lhe agrada.
Seletiva.
Michelle só escolhe papeis que lhe agrada.

Então após vários colecionados papeis de protagonistas ora coadjuvantes em filmes indie e alternativos, ela consegui outra grande sucesso em sua carreira Blue Valentine (2010) estrelado ao lado de Ryan Gosling, o filme lhe rendeu sua segunda indicação ao Oscar desta vez de Melhor Atriz, mas perdeu para Natalie Portman pelo papel em Black Swan (2010) . “Eu e Ryan moramos um mês juntos… Tinha hora que agíamos como fosse casal de verdade.”, revela. Então começou sair por toda impressa que irar ser filmado um filme sobre a vida iônica Marilyn Monroe quando foi a Londres filmar The Prince and the Showgirl (1959) e teve um caso com seu assistente Colin Clark (Eddie Redmayne). Michelle não era a primeira escolha para viver a encarar a diva do cinema, as primeiras escolhas eram Scarlett Johansson, mas recusou em 2009 e novamente quando estava preste a ser filmado então o papel caiu no colo de Kate Hudson, Amy Adams, Lindsay Lohan, todas recusaram (todas estavam com agenda cheia) e apenas Michelle foi chamada para seleção e achou assustadora em viver a personagem, mas ao ler o fim roteiro ela queria  o papel. “Fui um experiência surreal em ver o encarar.”, revela. Michelle após ganhar o papel começou a circular pelas ruas de Nova York vestida com roupas típicas por Marilyn e estudando em  todas mídias possíveis sobre sua vida e vendo todos seus filmes. “Foi um trabalho puxado, mas valeu a pena no filme.”, revela. O filme foi sucesso de bilheteria  e agradou todas as mídias possíveis, o papel lhe rendeu sua terceira indicação ao Oscar outra vez como Melhor Atriz, mas perdeu para Meryl Streep pelo papel em The Iron Lady (2011). “Nunca imaginei que um dia seria indicada ao Oscar… Mas três indicações ainda é algo bastante surreal para mim”, admite, olhando para trás Michelle ser tornou a estrela mais bem sucedida que saiu da série deixando para trás Katie Holmes que ser tornou apenas conhecida como ex-mulher do Tom Cruise e mãe de Suri Cruise e tem uma carreira repletas de indicações ao prêmio Framboesa de Ouro (o posto do Oscar). “Sou grata por todas as oportunidades que tive até agora.”, confessa. “Marilyn é o maior ícone [da cultura] pop!”, define.

Garota problema. Personagem de Michelle era termômetro oscilante da moral e apareceu em 118 episódios da série Dawson's Creek.
Garota problema.
Personagem de Michelle era termômetro oscilante da moral da série e apareceu em 118 episódios.

Michelle está andando pelas ruas de Nova York, hoje não é uma típica sexta-feira está fazendo muito calor e Michelle senta em pequeno café e pede Coca-Cola para nós. “Amo sair para passear… Eu voltado para casa com a mente aberta e relaxada.”, revela. Entre um papo e outro, várias adolescentes a reconhecem e gritam olha a Jen Lindley ali. “Eu adoro quando sou reconhecida pelos fãs nas ruas. Mostra que estou fazendo um bom trabalho.”, fala. “Eu não me importo de ser reconhecida pelo meu papel em Dawson’s Creek foi ele que me trouxe aqui, eu não sou ingrata.”, confessa, atualmente sua série é apenas reprisada fora dos Estados Unidos (mas está disponível em DVD no país e resto do mundo). “Mas por enquanto eu não pretendo me envolver em outra série tão cedo.”, garante. “Você sabe o ditado Nunca diga nunca.”, brinca, seu último trabalho na televisão foi uma pequena participação na série Cougar Town como irmã da Laurie (Busy Philipps ) em 2013 após 10 anos que o último episódio de Dawson’s Creek foi exibido. “E claro que sempre fui convidada a voltar a TV, mas eu não quero ficar novamente presa seis anos ao único personagem.”, revela. Nos seus dias de folgas prolongada ela gostar de cozinhar para sua filha, viajar com sua filha – sua última grande viagem foi para Wilmingtonem,  Carolina do Norte onde Dawson’s Creek foi filmada que ela não ia lá desde do encerramento da série em 2003 –, ver um bom filme (seus preferidos são The Chronicles of Narnia e Back to The Future) e séries de TV – Veronica Mars, Revenge, Dallas Glee. “Veronica Mars é uma excelente série e bastante inteligente”, afirma.

Amigas e Rivais. Katie e Holmes tiveram uma relação conturbada fora das telas.
Rivais.
Katie e Holmes tiveram uma relação conturbada fora das telas.

Michelle se levanta e pega seu celular, quando passa por uma banca de jornal resolver comprar a revista Rolling Stone com a cantora Lorde na capa e ver uma revista com ela na capa. “Amo essa menina, espero ver ela ao vivo.”, confessa. Além de Lorde, Michelle adora as cantoras Amy Winehouse, Katy Perry, Sara Bareilles, Regina Spektor e Cyndi Lauper. “Eu amo a Cyndi de paixão… Eu estou escutando todos os dias o álbum, She’s So Unusual (1983).”, revela. Então Michelle chega a sua casa e sua fã número 1 está lhe esperando sorridente. “Amo minha profissão, mas amo ser mãe acima de tudo.”, confessa.

**artigo inventado**

Supernatural: Sem Censura

Mesmo tendo chegando ao seu ápice criativo e não tendo uma alta audiência série ainda não tem data para acabar 

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Jared Padalecki, 31, está rindo de um vídeo no YouTube onde mostra suas piores expressões fáceis ao longo das nove temporadas de Supernatural exibida desde 13 de setembro de 2005 (e ainda não tem data para acabar; já foi renovada para décima temporada), na série ele vive, Sam Winchester, ora mocinho ora vilão. “Hilário!”, define. “Eu acho graça disso tudo… Não vejo problemas em assumir que muitas cenas são bastante canastronas e dão até certa vergonha alheia.”, confessa. “Mas não estou sendo ingrato ao programa e nem tudo mais.”, esclarece.

Charmosos. O programa atrai um publico composto de gays e mulheres.
Bonitões.
O programa atrai um publico composto de gays e mulheres pela beleza dos dois protagonistas.

Passam-se 10 minutos e Jensen Ackles, 36, o Dan Winchester, chegou ao estúdio com cara fechada. “Hoje não é um bom dia.”, afirma, pois sua filha Justice está doente e está com a mãe famosa em casa – ele é casado com estrela de One Tree Hill Danneel Harris. “Hoje eu não estou com a cabeça para trabalho, mais darei meu máximo possível.”, admite. É dado inicio as gravações a mais um episódio da nona temporada de Supernatural. “É um grande episódio e mudara alguns rumos na historia.”, revela Jensen. Inicialmente o plano do criador (e principal produtor) da série era de encerrar o programa na quinta temporada – após renovação da série para sexta temporada contra sua vontade ele deixou a série. “Nunca imaginei que participaria de algo tão grande.”, admite. Entre uma cena e outra, Jensen, arranca risos (e suspiros), seu personagem está mostrando seu físico. “Eu tenho malhado bastante, mas estou bombado como Jared.”, admite. “Jared na primeira temporada era um franguinho, hoje ele parecendo um monstro.”, revela, rindo. Como todos já estão cansados de saber, Supernatural, narra a historia de uma ex-caçadora que busca criar seus filhos fora desta, mas por pacto que ela fez com diabo e ela morta por ele, então seu marido vira caçador e saí em busca de vingança arrastando seus dois filhos nesta jornada – esse foi à trama central durante as cincos primeiras temporadas. “É uma historia bastante batida, mas inovadora em certos pontos… Tinha manchas de Arquivos X e Rota 66.”, fala Jared. “Eu agradeço todos os dias pela série está sempre sendo renovada por mais um temporada, é uma bença em minha carreira.”, fala Jensen. A série está prestes a chegar a incrível marca de 200º episódios  – os produtores avisaram que  será um episódio especial e sendo o quinto episódio da 10ª temporada. “Espere por algo grande… Não é sempre que isso acontece.”, fala Jensen, sobre o acontecimento histórico da série. “Tem séries incríveis que não consegue chegar à completar uma temporada.”, admite Jared. “Será um episódio musical com músicas originais e covers (dos moldes de Glee)”, revela. “O episódio é uma grande carta de amor aos nossos fãs”.

Sossegados. Jared e Jensen querem esquecer todas as farras do passado.
Sossegados.
Jared e Jensen querem esquecer todas as farras do passado.

Inicialmente, os dois foram escolhidos por serem bonitões e conhecidos entre o publico adolescente, Jared era Dean, o certinho namorado (e posteriormente seu amante) de Rory Gilmore em Gilmore Girls e fez alguns filmes de sucesso como No Pique de Nova York (2004) e Casa de Cera (2005). “Foram sem sobras de duvidas uma das melhores experiências da minha carreira, foi uma oportunidade única.”,admite, em ter feito parte de Gilmore Girls. “O papel nem era meu era de outro ator [Nathan Wetherington], graças a DEUS o papel caiu em minhas mãos.”, revela. Já Jensen Ackles era o mais conhecido por ter feito parte da clássica novela Days o four Lives como Eric Brady – papel que lhe rendeu três indicações Daytime Emmy –, além disso, apareceu em Dark Angel, Dawson’s Creek e Smallville. “Nunca tive vergonha de meu passado.”, fala. Apesar de incerteza de serem os protagonistas, os dois tiveram que abandonar seus trabalhos Jensen largou Smallville e Jared largou Gilmore Girls. “Eu fiquei com pé atrás… É se desse errado.”, revela Jared.

Grande amigos. Jared e Jensen ser tornaram grandes amigos após a intervenção de Tom Welling.
Grande amigos.
Jared e Jensen ser tornaram grandes amigos após a intervenção de Tom Welling.

A série estreou como sopro de novidade atraindo 5.69 milhões de pessoas assistiu à estréia (e conquistou uma legião de fãs). “A emissora estava com pé atrás com série, pois era uma série masculina demais tendo muitas citações de pornografia, cenas de sexo (mas nenhuma nem chega perto das exibidas em Spartacus) e a trilha sonora era composta de clássicos do rock, talvez não fosse atrair o publico feminino do canal.”, admite Jared. Desde estréia a fã base do programa é composta de gays e mulheres. “Morro de vergonha quando alguém me chama de Padacock.”, confessa, fazendo referência nome dado pelos fãs ao seu volumoso pênis. “Algumas pessoas já viram [Padacock] é não tão enorme assim, é bem maior do dizem.”, revela, rindo. “O [pênis] do Jensen é enorme!”, revela Jared, sem pudor. Supernatural ser tornou um dos programas da emissora que goza de estabilidade em termos de audiência e sempre gera um grande buzz na mídia. “Se você olhar bem é a historia dos irmãos Caim e Abel / Miguel e Lúcifer de outro ponto de vista e modernizada para dias de hoje.”, revela Jensen. “Os dois vivem brigando e sempre fazendo as pazes, apesar de todas as palhaçadas e burradas ao longo caminho.”, fala Jared. Inicialmente os dois não eram amigos fora da tela. “Fazíamos apenas nosso trabalho. Tudo era na nossa relação era apenas profissional – conversamos apenas sobre as cenas e durante as gravações.”, afirma Jared. Então por mera coincidência o astro fortão Tom Welling na época viva também na Vancouver, Columbia Britânica no Canadá por conta das gravações da série Samllville chamou-os para sair, mas sem avisar que era a pessoa que Tom irar apresentá-los. “Foi assim, eu sabia que os dois não gostavam um do outro então chamei cada um separadamente para sair e deu certo.”, confessa Tom Welling. “Foi nossa primeira conversar seria de verdade da gente… Então resolvemos investir nesta amizade por nós teríamos ainda mais quatro anos de contrato pela frente.”, confessa Jensen. “Nós não queríamos tornar o clima nos bastidores pesado e prejudicar o andamento da série.”, admite Jensen.  Ao passar dos anos eles ser tornaram grandes amigos devido às constantes idas as premiações e a turnê de divulgação da série. “Nossos filhos brincam juntos.”, revela Jensen.

Fortão. Jared passou de magricelo para fortão musculoso.
Fortão.
Jared passou de magricelo para fortão musculoso.

É tarde da noite, os dois estão se arrumando, pois será gravada uma cena em um cemitério abandonado na cidade. Está cheia de zumbis. “Ta parecendo The Waliking Dead.”, brinca Jesen. Alguns minutos depois, eles estão cobertos de sangue falso e os zumbis estão todos mortos. “Um grande campo de batalha.”, define Jared. Após uma grotesca cena de luta entre zumbis cada um vai para seu trailer tomar um banho. Jensen toma um banho de 10 minutos e já Jared fica 45 minutos. Enquanto esperar o retorno das gravações, Jensen, liga sua enorme TV de 40 polegadas e começar assistir Glee. “Eu sei é tão gay.“, confessa, rindo.

Duradoura. Série já está 9 anos no ar e não tem previsão para acabar.
Duradoura.
Série já está 9 anos no ar e não tem previsão para acabar.

Brincadeiras destes tipos são bastante comuns entre os dois. “Rimos muito… É coisa de homem.”, fala Jensen. Antes de cada um se casar – Jared é casado com Genevieve Cortese (Ruby), eles se conheceram nos bastidores da série e foi amor a primeira vista –, eles aprontavam bastante nas suas noites de folgas. “Íamos beber e você uma coisa leva a outra, nunca voltamos para casa sem estar acompanhado [de garotas].”, revela Jared. “Fazíamos muito Ménage à trois”, revela. Então ao passar dos anos os dois sossegaram e virão pais de família. “É nossa vida agora essa, antes ficavam loucos para terminar as gravações para ir beber e transar com qualquer uma, hoje nós contamos as horas para gravações acabarem para pode ir para casa ficar com nossas famílias.”,admite Jerad. “As vezes eu tenho vergonha de meu passado de solteiro.”, confessa Jared. “Eu também.”, completa Jensen. “Nós eramos piores do que o Dean no quesito safadeza.”, admite Jared.

Astro. Jensen era o famoso dos dois.
Astro.
Jensen era o mais famoso dos dois por ter sido namorado de Jen  Lindley (Michelle Williams) em Dawson’s Creek, e Lana Lang (Kristen Kreuk) em Smallville.

Então essa rotina já dura nove anos e nem tem previsão de acabar. “Não vejo problema nenhum.”, admite Jensen. Então Jared está ao fundo do estúdio matando um zumbi sem menor pudor – o corpo está estraçalhado no chão –, Jensen observa tudo calado. “Corta!”, grita o diretor do episódio. Os vão embora para suas casas (os dois são vizinhos) encontram suas famílias. “Chegou à melhor parte do dia!!”, ambos afirmam.

**artigo inventado**

Dianna Agron: A Garota Mais Popular de Glee!

Dianna Agron faz um balanco de sua vida antes e após Glee e como ela ser transformou nesta em enorme sensação e estrela que ela é hoje em dia

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Dianna Agron, 27, liga o rádio de seu carro em uma estação qualquer de canções pop (e top 40) e rapidamente abri um grande sorriso quando ouvi sua versão com Naya Rivera (Santana Lopez) e Heather Morris (Brittany Pierce) de “Come See About Me” das The Supremes começar a tocar no rádio – cantada na temporada passada de Glee. “Eu to acostumada a ouvir minha voz sempre no rádio, é uma sensação maravilhosa.”, revela. “Mas por enquanto, não pretendo fazer em igual à Lea [Michelle] em lançar um disco… Talvez um dia, vocês sabem nunca diga nunca.”, confessa. Muitos fãs e a maioria da mídia acha um grande bobeira por parte dela em não ter aproveitado e se lançando em carreira solo como cantora enquanto sua imagem está veiculada ao programa de enorme sucesso – há tantos exemplos de estrelas da TV (e do cinema) que  souberam aproveitar a oportunidade como Hilary Duff, Britney Spears, Christina Aguilera, Demi Lovato, Miley Cyrus, Selena Gomez, Ashley Tisdale, Vanessa Hudgens, Scarlett Johansson, e uma lista interminável.  “Isso não é para mim.”, declara. “Eu amo cantar, mas isso em ser cantora envolve e consumi bastante tempo com intermináveis gravações, ensaios para turnê e um longo período na estrada.”, admite. “Eu não os julgo por isso, cada um tem pensamento e objetivo…”, confessa.

Bad girl em cena. De vilã adolescente à mocinha redimida
Bad girl em cena.
De vilã à mocinha redimida.

Dianna chega um pouco atrasada ao estúdio de dança nos estúdios da Fox, ela rapidamente pede desculpas a suas duas colegas de elenco pela demora – Naya e Heather –, onde ensaiam os toques finais para número musical de “Toxic” da Britney Spears (além desta ela também regravou a balada “Just Give Me a Reason” da P!nk com Nate Russ do Fun.), um tango sensual. “É o número [de dança] mais sexy do episódio!!!”, revela Naya, sobre o número que será exibido no 100º episódio,  será exibido em 18 de Março de 2014, ele será divido em duas partes, a segunda parte chamara “New Directions”, indo ao ar na semana seguinte. “Estamos trazendo o Unholy Trinity (Trindade Profana) de volta como nos velhos tempos!”, revela Heather. Este comemorativo episódio também marca o retorno dela à série, pois ela não vista na série desde episódio 14 da quarta temporada (durante toda temporada ela apareceu em apenas três episódios: “Thanksgiving”, “Naked” e “I Do”) – há boatos que ela foi preterida e vetada por Lea Michelle em aparecer no episódio “The Quarterback” feito em homenagem ao falecimento precoce de Cory. “Eu não me arrependi de ter deixado a série.”, confessa. “Mas não vejo problema em aparecer de vez quando, não custa nada. Não sou ingrata a série sem ela eu não seria nada do que sou hoje.”, completa. Todos no estúdio ficam de boca aberta pelo altamente sensual número de dança das três. “Está perfeito!”, exclama Dianna, rindo sem parar. Está não é a primeira vez que a música cantada na série e supera em quisto sensualidade a primeira versão que também era sensual demais, mas aqui elas cantam em trajes sumários (digna de uma stripper) e relembra os velhos tempos vestidas com roupa das Cheerios. “O outro também era bastante sexy e ousado…”, lembra Heather. “Nosso Unholy Trinity teve sempre algo sensual, sexy e pervertido envolvido.”, fala Naya. “Eu tinha dito que nunca mais ia ser uma cheerleader. Nunca diga nunca. Aqui estou!””, confessa, rindo. O tão sonhado 100º episódio ainda conta com retorno de  Kristin Chenoweth (April Rhodes) e Gwyneth Paltrow (Holly Holliday) , e aparticipação do astro de Gossip Girl, Chace Crawford (Biff McIntosh). “O Chace é um gato.”, fala, rindo.

It-girl. Estilo de Dianna tem sido copiado por fãs ao redor do mundo.
It-girl.
Estilo de Dianna tem sido copiado por fãs ao redor do mundo.

Dianna tem tido uma presença constante no cinema e na TV – mas com pouco destaque –,  antes de entrar em Glee uma comédia musical adolescente nada convencional e “estranha” (segundo os próprios executivos da Fox) como Quinn Fabray, a linda problemática cheerleader loira e má (às vezes) – mas era a garota mais popular e bonita da escola, todas garotas queriam ser como ela e era o  sonho de consumo dos rapazes da escola pública William Mckinley. “Bombshell”, defini sua personagem. Depois de Glee, sua carreira explodiu de todas as formas e ser tornou uma estrela. “Nunca imaginei que chegaria tão longe.”, confessa. Inicialmente sua personagem só iria aparecer no piloto, mas agradou tanto a mídia e os fãs chamando mais atenção que a chorosa e mimada Rachel Berry (Lea Michelle), conquistando os plots mais polêmicos da série – gravidez na adolescência (apesar de ser presidente do clube do Celibato da escola) e dando sua filha para adoção, acidente de carro (devido estar dirigindo escrevendo no celular), curiosidade lésbica (com as amigas Santana e Brittany), amante do seu professor de Yale, constante troca de namorados (entre Finn, Sam e Puck – Chord Overstreet e Mark Selling), altos e baixos de personalidade (ora boazinha ora uma vadia de marca maior) e tantos outros –, junto com Lea e Cory, eles formavam o trio  de protagonistas principais. “Minha personagem foi crescendo a cada episódio, primeiramente ela era a vilã já no final da primeira temporada era umas das mocinhas.”, revela. “Era tudo uma diversão nos bastidores, eles são minha 2ª família.”, admite, todos do elenco são grandes amigos fora da tela, devido ser um programa com elenco grande de protagonistas – Darren Criss (Blaine), Kevin McHale (Artie), Chris Cofer (Kurt), Harry Shum Jr. (Mike), Amber Riley (Mercedes),  Jayma Mays (Emma), Matthew Morrison (Will), Jane Lynch (Sue) –, e após a perda de grande parte do elenco original foram introduzidos no inicio da  quarta temporada para tapa o buraco deixado novos personagens (mas até agora não conquistou a simpatia do público)  – Alex Newell (Unique), Jacob Artist (Jake), Melissa Benoist (Marly), Blake Jenner (Ryder), Becca Tobin (Kitty).

Em alta. Dianna tem estrelando vários filmes de sucesso.
Em alta.
Dianna tem estrelando vários filmes de sucesso.

Dianna passa perto de um cinema é avista um pôster da série que virou filme, Veronica Mars (2014), estrelado por Kristen Bell, série que ela apareceu em três episódios como Jenny. “Eu queria tanto participar do filme, esperei tanto pelo convite.”, revela, mas não chegou acontecer. “Mas desejo sorte para filme.”, fala. “Talvez eu vá na estreia. Mas caso não, eu verei este filme de qualquer jeito.”, completa, rindo. “Sou uma grande fã, até contribui no financiamento do filme.”, declara, o filme só saiu do papel quando foi lançando uma campanha na internet no Kickstarter em 13 de Março de 2013 para financiar na idealização do filme e menos de 10 horas o filme conseguiu seu objetivo de 2 milhões de dólares  (e já no final da campanha conseguir arrecadar 5,7 milhões de dólares doados por 91,585 pessoas). “Isso foi incrível  , mostrou a força quando os fãs se unem.”, completa.

Desde que virou uma estrela, ela tem apreciado em filmes de sucesso comercial como Burlesque (2010), Eu Sou o Numero Quatro (2011), Glee 3D: O Filme (2011) e A Família (2013). “Amei em fazer A Família ri de demais nas gravações.”, revela. “Ta aí um experiência que irei levar para resto da vida. Nunca imaginei que faria um filme um dia com Robert De Niro, Tommy Lee Jones e a Michelle Pfeiffer, foi um sonho realizado.”, admite. “Apesar de meu papel ser pequeno em Burlesque eu amei gravar com Xtina [apelido da Christina Aguilera durante a era do polêmico Stripped (2002)] que eu sou uma grande fã dela desde 1999, mas o mais surreal foi ir ao camarim da Cher e bate um papo como se fosse amigas. Foi um dia inesquecível encontrar essas duas deusas do pop”, revela. “Quando contei pro pessoal de Glee eles ficaram morrendo de inveja… Principalmente o Chris que idolatra as duas”, confessa, rindo.  Mais sua transição da TV para cinema ficou completa quando estrelou o filme, Eu Sou o Numero Quatro. “Um filme tão diferente do que eu estava acostumada a fazer.”, revela. Além desta conquista invejável na carreira, ela conheceu seu ex-namorado Alex Pettyfer (Magic Mike) – sua lista de conquista é grande: Sebastian Stan (Gossip Girl e Capitão America), Henry Joost, Nick Mathers [há poucos dias ela colocou o fim na relação], e há rumores que ela ficou com astro fortão Chris Evans (Capitão America), com Cory em 2009 e outro muito mais sério que ela e Lea já tiveram caso lésbico – levantando grandes suspeitas quando usou um camisa fom frase “Like Girls” enquanto cantava “Born This Way” durante turnê mundial de Glee. “Não gosto de expor e nem falar da minha vida pessoal (e amorosa)!!”, exclama. “Prefiro nem comentar esse assunto… São águas passadas.”, declara, nem confirmando e nem negando se realmente se envolveu com Cory. Dianna dar uma guinada no assunto voltando a falar de sua carreira em ascensão no cinema. “Eu busco sempre fazer papeis diferentes”, revela. Entre seu papel que mais gostou de fazer foi em The Romantics (2010). “Eu amei participar do filme! Sempre quando estou triste ou de baixo astral… Eu o vejo”. “Foi um sonho quando estive na mesma sala com a Katie Holmes (Dawson’s Creek) e Anna Paquin (X-men e True Blood)… Elas são duas das minhas grandes inspirações por eu ter seguido esta carreira”. “Eu literalmente fique sem palavras”, revela. “Eu era fanática pela Joey Potter (Katie Holmes)! Sabe eu era do Team Dawson (James Van Der Beek)”, fala, rindo, sobre ter sido umas das maiores fãs da série Dawson’s Creek.

Garotas Malvadas. Trindade Profana [Brittany, Santana e Quinn] em ação cantando
Garotas Malvadas.
Trindade Profana [Brittany, Santana e Quinn] em ação cantando “Toxic” no episódio “100”.
Atualmente ela está rodando o filme Zipper que tem previsão de estrear ainda em 2014. “Está sendo um trabalho cansativo e divertido ao mesmo tempo.”, revela. Ainda há muitas informações de seu novo filme e nem como será seu papel. “É algo bastante diferente, mas eu não posso falar nem uma virgula a respeito.”, revela, fazendo suspense. Nos intervalos de gravações gostar de escrever e postar no seu site de moda e da cultura pop, You, Me & Charlie, sobre estilo de vida, moda, música, livros, filmes e tantos outros tópicos. “Adoro postar sobre coisas que gosto e disseminar pelo mundo [esses gostos pessoais].”, revela.

Blogueira. Dianna tem disseminando pela internet dicas de moda, música, livros, filmes...
Blogueira.
Dianna tem disseminando pela internet dicas de moda, música, livros, filmes…

Um dos exemplos mais notáveis é que a duo indie pop MS MR chamou atenção da mídia (e entrou nas paradas) com sua “Fantasy” em ter apreciado em uma postagem feita por Dianna, e claro, vira e mexe Dianna monta shows experimentais com várias bandas e canta alguns clássicos do pop – como “Dreams” da Fleetwood Mac e “What’s Love Got to Do with It” da Tina Turner, com a banda A House For Lions. “Não espere por uma turnê do mesmo porte da turnê de Glee.”, fala, fazendo referência à turnê mundial Glee Live! In Concert!  que passou pelos Estados Unidos e algumas partes da Europa entre 2010 e 2011, que arrecadou mais 45 milhões de dólares e rendeu o filme 3D,  Glee 3D: O Filme, que teve um desempenho razoável nas bilheterias em ter ficado apenas 7 semanas em cartaz. “Nunca tinha feito uma turnê antes… O mais surreal é que todas as noites da turnê estava lotada de gente para ver um bando de underdogs cantando.”,confessa, mostrando bastante espantada pela dimensão do poder de Glee. “O mais surreal para mim foi quando a Jenna [Ushkowitz] (Tina Cohen-Chang) me ligou para falar que agente tinha batido um recorde importante na Billboard Hot 100 e tínhamos entrando para história, então fique pensando ‘Eu nem sou cantora de verdade’.”, fala, até agora já entraram na parada 207 músicas (dessas 51 músicas chegaram ao top 40), o recorde anterior era do rei do rock Elvis Presley com 149 músicas. “Um fenômeno pop!”, define. “Nunca em sã consciência pensei que seria indicada ao Grammy, minha área é outra.”, confessa, sobre ter recebido três indicações ao prêmio máximo da música. Glee viu ser transformar em mina de ouro, 24 trilhas sonoras entraram na Billboard 200 – sendo três números um e outros doze álbuns no top 10 –, e uma vendagem de dar inveja em qualquer veterano com 13 milhões de álbuns e 53 milhões de  singles vendidos mundialmente. “Nem acredito nessas coisas… Nunca tivemos essa pretensão de sucesso.”, admite. Sua personagem é uma das poucas que canta, tendo teve poucos solos em vista da Rachel Berry, mas mesmo assim foi responsável por dar ao programa melhores duetos já feitos como “I Feel Pretty / Unpretty” cantada com sua rival Rachel. “A música mais gostei de gravar foi “Take My Breath Away” foi bastante emocionalmente gravar e ver cena depois.”, revela, pois enquanto cantava sua personagem ficou em pé. “Tenho carinho especial por todas outras [músicas gravadas].”, admite.

Sem Arrependimentos. Ela não arrependeu de ter deixado Glee e conseguindo uma transição para cinema.
Sem Arrependimentos.
Ela não arrependeu de ter deixado Glee e conseguindo uma transição para cinema.

Mas desde de sua saída (e da maior parte dos protagonistas originais) no final da terceira temporada, o programa que era tido como genial (por todos das mídia e pelo histéricos gleek – nome dado aos fãs do programa), mas desde então estar em estado de decadência desde da quarta temporada em termos de audiência e as músicas não tem tido visibilidade nas paradas como antes, mas o pior de todos foi a morte do precoce do protagonista Cory Monteith devido overdose de droga antes do inicio das gravações da atual temporada (e já foi confirmando que sexta temporada será a última). “Eu chorei demais pela essa terrível perda.”, admite. “A ficha ainda não caiu. Ele era um grande amigo.”, fala, mostrando bastante emocionada. “Eu nem esperava que irasse voltar para 100º episódio de Glee, pois eu nem sequer fui convidada para participar do episódio em homenagem ao Cory”, confessa, mostrando um tom de alivio, pois sua personagem foi um pilar importante na historia de Glee e do personagem de Cory – eles vivam relação ioiô, formando um famoso triangulo amoroso da série junto com a Rachel Berry. “Eu estava seguindo em frente com minha carreira, mas é sempre bom estar em casa de novo.”, admite.

Super sexy! Trindade Profana promete abalar as estruturas de Glee.
Volta por cima
Trindade Profana promete abalar as estruturas de Glee.

Dianna está novamente atrasada para seu compromisso. “Não é minha culpa!”, admite, rindo. “É culpa do trânsito…”, fala. Então ela liga o rádio é mais uma vez sua voz é ouvida – desta vez ela divide os vocais com Lea Michelle e Naya Rivera em “Love Song” da Sara Bareilles. Então ela rir sem parar. “Amo essa sensação, mas é bastante estranha… Nunca me canso disso!”.

**artigo inventado **